terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Em Évora as árvores também se abatem


Hoje fiquei triste. Pensava que Évora estava imune à epidemia que tem invadido varias cidades em Portugal. Mas não! Agora que o Plátano estava a atingir uma boa dimensão põe- lhe as raízes ao ar! Estará doente? Onde está o relatório fitossanitário? Ou não está doente ? Foram consultados os autores deste projecto? Enfim, qual é a razão?

Aurora Carapinha (aqui)

19 comentários:

  1. «Em Évora as árvores também se abatem»
    «Enfim, qual é a razão?»
    ...
    Ou seja: desconhecem a razão (ou razões?), mas gostam muito de mandar bitates para a plateia...

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  2. Com a falta de dinheiros de que a câmara de Esquerda tanto se queixa, devem ter precisado da lenha para aquecer os gabinetes dos boys...

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  3. Olha árvore que fazia azia Russo Racha,existe umas 20 na avenida Leonor Fernandes em que o problema é bem mais grave, onde o passeio já subiu e os muros estão no ar,mas ai não existe os amigos!

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  4. O Joao Bacelar também comentou que finalmente volta-se a ver o Theatro, claro e aberto à cidade. Dá vontade de rir.

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  5. Um verdadeiro crime o abate desenfreado das árvores na nossa Cidade ! Todos nós interrogam os do porquê de tal acção. Esta gestão comunista é uma vergonha! O meu voto nunca tiveram e ainda não é nas próximas autárquicas que terão. Desejo que os Eborenses me acompanhem a bem da nossa Magnifica Cidade que estes comunistas se empenham em destruir a qualquer custo com perda da nossa qualidade de vida

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    1. Calma aí, amigo.
      Que os comunistas não interessam a Évora é uma grande verdade, mas aquele plátano a encobrir a fachada do Teatro não estava bem. Aliás os plátanos deviam ser todos substituídos por outras árvores de porte mais pequeno.
      É claro e está provado que o saldo dos comunistas à frente da cidade é negativo em relação ao que tínhamos no tempo da ditadura.
      O José Ernesto fez o mesmo que os comunistas, Poucachinho.

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    2. Um teatro fechado que apesar da sua magnífica arquitectura e beleza não pode ser visto pelos olhos do mundo. Isso deveria preocupar a gestão comunista. Será que estou errado?

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    3. 22:17
      Afirmas que o Teatro está fechado e eu pergunto: Por onde tens tu andando?
      Só no último ano realizaram-se naquele local quase 200 iniciativas de natureza cultural.

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    4. Estou-me a referir a visita por turistas e visitantes.tenho andado por cá e atento coisa que tu pareces não estar

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    5. Crime ? Crime é manter árvores velhas, cujos ramos caem em cima de pessoas e de carros estacionados , como por exemplo as do Rossio. Isso é que é crime ! Fez bem a Câmara em proceder ao abate de árvores que constituem um perigo para as pessoas. O que não falta na cidade e nas freguesias rurais são arvores velhas, com ramos decrepitos e raízes que ameaçam a mobilidade das pessoas, de carrinhos de bebé , de cadeiras de rodas, etc etc. Basta de fundamentalismos !

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  6. os plátanos só fazem pó e entopem as sargetas, abaixo as arvens de folha caduca!

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  7. «Para evitar “conflitos” com os edifícios
    Câmara transplanta Plátano de grande porte

    A Câmara Municipal de Évora procedeu esta manhã (quarta-feira, 4 de janeiro) ao transplante do plátano localizado em frente ao Teatro Garcia de Resende um vez que o mesmo, dado o seu porte e idade, estava a entrar em conflito com as edificações circundantes, nomeadamente com o centenário edifício.
    Através do trabalho de várias equipas de profissionais da edilidade, o plátano, que foi cuidadosamente transportado, encontra-se agora alguns metros abaixo, mais concretamente na zona verde existente ao fundo da Rua do Teatro, junto ao parque de estacionamento que serve este local.»

    Afinal, as razões do transplante (não abate!) e o local para onde a árvore foi transplantada estão indicadas na página da CME no facebook. O que parece é haver muita preguiça em procurar as explicações. É mais fácil mandar bocas para a carneirada...

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  8. Amiga Aurora Carapinha , em vez de se pôr a chorar podia ter-se informado melhor : o plátano não foi abatido, foi transplantado para outro local onde as raízes não interferissem com um edifício tão valioso como o Teatro. Por acaso conhece os estragos que entretanto as raízes provocaram ?

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  9. Que lugar? Temos que confirmar pois esta malta para mentir tem que se lhe diga. .......

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    1. A árvore, que estava saudável, ao contrário de muitas outras que são uma ameaça para pessoas e bens, foi transplantada para um local público . Veja aqui para evitar andar a chamar mentirosos a toda a gente, inclusivé a quem apenas recebe um magro salário da cme

      https://www.facebook.com/EvoraNoticias/photos/pcb.654005454778077/654005324778090/?type=3&theater

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  10. Parece que a bonita árvore nao tinha qualquer problema nem estava a causar qualquer problema ao grande teatro o único problema que ela (árvore) causava era estar saudável e tirar alguma visibilidade ao teatro e por essa razão alguém responsável do edifício e seus amigos não a queriam ali, e então pagou o preço de estar bela.

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    1. E mim parece-me que deves ter graves problemas na cachimónia para escreveres tanto disparate.

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  11. Pois.... e foi tirada dali porque sim ! As raízes já estavam a danificar o teatro, vê lá se queres que faça um desenho .

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  12. Até os cegos vêem que por toda a cidade há arvores velhas, com ramos a cair em cima dos carros, completamente ocas e cujas raízes não só levantaram já as calçadas como ameaçam muros e canalizações. Estas ´árvores têm que ser retiradas e em seu lugar plantar novas árvores.Desde quando é possível e justificável que árvores ameacem a mobilidade de pessoas, causando quedas e obrigando, em muitos casos, as pessoas a irem para a faixa de rodagem dos carros ( pessoas em cadeiras de rodas, carrinhos de bebé, pessoas com muleta ou canadianas). Então agora as árvores são mais importantes do que as pessoas ? Agora nem as querem podar e nós é que ficamos sem luz nas ruas porque as copas estão muito altas e tapam os candeeiros. Isto está bonito, está ! Só gostava que um valente ramos caisse em cima da cabeça destes fundamentalistas que andam para aqui a pregar a ver se gostavam. Ou que tivessem que se deslocar em cadeira de rodas nos inúmeros passeios que estão completamente deformados pelas raízes. Falam por falar

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