terça-feira, 25 de outubro de 2016

Orçamento de Estado

Foi apresentado o Orçamento de Estado para 2017. Na especialidade surgirão algumas alterações, mas sabemos já que a discussão à esquerda permitiu a continuação da devolução de rendimentos para quem trabalha ou trabalhou toda a vida.
Em 2017, após anos de pântano social para os mais velhos, as pensões serão aumentadas. Serão, também, aumentadas algumas prestações sociais, como o abono de família. Assistiremos, ainda, ao fim da sobretaxa sobre o IRS. Somam-se muitas outras medidas, das quais destaco a automatização da tarifa social da água, depois deste ano o mesmo já ter acontecido com a eletricidade, assim como a gratuitidade dos manuais escolares no 1.º ciclo.
A direita apressou-se a falar num aumento de impostos. O desespero leva-os a um estado de extremo ridículo. A verdade é que em 2017 irá existir reposição de rendimentos do trabalho no total de 953 milhões de euros, enquanto que o aumento de impostos permitirá arrecadar mais 262 milhões de euros. Deste aumento a maior parte - 160 milhões de euros - estão concentrados no património de luxo.
Muitas têm sido as conquistas, mas muito há a fazer. E torna-se cada vez mais claro que apenas haverá real crescimento quando Portugal romper com as imposições irrealistas do Tratado Orçamental e avançar para uma renegociação da dívida. Sobre este aspecto, importa realçar que, enquanto enfrentarmos uma carga de juros da dívida como enfrentamos, será impossível haver crescimento e investimento público. Para que tenhamos bem noção do que a carga dos juros da dívida representa, basta compará-la ao que o Estado gasta no Serviço Nacional de Saúde ou na Educação. O Estado Português está obrigado a pagar anualmente mais de 8 mil milhões de euros de juros, valor bem superior ao que gastamos em Educação e quase tanto quanto gastamos em Saúde.
Caminhamos em frente, mas quem vive em Portugal sabe bem que muito falta percorrer…
Até para a semana!

Bruno Martins (crónica na Rádio Diana)

25 comentários:

  1. Existem muitos falsos pobres. Pessoas com recursos (muitos) no banco mas que se negam a nao ser isentos de descontos na saude. Maos de vaca e forretas. Verificaçao da condiçao de recursos urge fazer. Nem todos sao financeiramente necessitados. Podem nao ter patrimonio alvo de imposto sobre imoveis e outro. Mas nao tem necessidade de "esmolar". Muita falsa pobreza encapotada. Pensam em ajuntar mas sao forretas e ninguem lhes poe mao. Tolos ricos

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  2. Após anos de pântano social para os mais velhos, as pensões serão aumentadas. Serão, também, aumentadas algumas prestações sociais, como o abono de família. Assistiremos, ainda, ao fim da sobretaxa sobre o IRS.Pois é jovem Bruno e outro lado os impostos indirectos que 2016 atacaram tudo e todos em 2017 voltam ou ataquem de forma cega,dar com uma mão e retirar com outra que VERGONHA!Quem nunca descontou ou descontou pouco ter direito e a uma reforma e um complemento sem ser verificado os seus recursos,muitos foram emigrantes tem reformas do exterior bem altas outros tem património e vivem das rendas é um assalto os contribuintes!

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  3. Sr das 16:47 pode explicar melhor o seu ponto de vista? Obrigado

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  4. Apresentaçao do OE . Agora falta mostrar os dados desagregados. Em cima do joelho serviu para contentar. Mas agora depois da pedra lançada fundamentem bem as receitas e despesas. Fazer as coisas com cabeça, tronco e membros. Depressa e bem nao ha quem. Podem chamar vos geringonça mas com trabalho e esforço podem conseguir grandes empreendimentos. Devagar e passo certo.

    Os caes ladram e a caravana passa. Mesmo a ranger e quase a cair.

    Depois do trabalho descansem, mas nao descansem do trabalho.

    Pantanos e riscos existem para todos.

    Ninguem sabe tudo sozinho. Humildade e gratidao.

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  5. Todos os aumentos e reposições que foram e serão feitos são comidos por impostos indirectos,dar com uma mão retirar com outra.
    Não tem coragem de cortar despesa no estado e diminuir a carga fiscal para haver aumentos e melhoria da vida dos portugueses,o jovem Bruno vende o que houve sem pensar e ler a realidade!

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  6. vende o que houve ou vende o que ouve?

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  7. Sr. Comentador Anterior, Anónimos do Mais do Mesmo,
    olhe que houve é do verbo haver; a terceira pessoa do presente do indicativo do verbo ouvir é OUVE (portanto sem "h").
    Escrever bem, também tem a ver com o saber fazer análises políticas. Faz parte da cultura.
    António Gomes

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  8. Hoje ou ontem demitiu se um do governo de Portugal (geringonça) que forjou licenciatura...e escreveu no Cinco Tons?

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  9. Foi um lapso (H-ouve) o jovem Bruno com a sua cassete de ignorância primaria tira me do sério por completo!

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    1. Ser jovem é crime? Responda lá "velho anónimo"!

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  10. O senhor anterior, anónimo como sempre, não se envergonha do que escreveu?
    Como alguém, terá dito, é pior a emenda do que o soneto.
    Encolha-se na sua mediocridade e cale-se.
    Quanto mais pretende comentar, mais m... sai.
    Eu ao menos dou a cara.

    António Gomes

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  11. Sr. anónimo anterior:
    Quanto mais pretende comentar, mais asneira sai.
    Recolha-se à sua mediocridade, pois a sua ignorância ultrapassa os limites...
    Não sabia que os ignorantes quando nada sabem, pretendem ser inteligentes...
    E já agora dê o nome, como eu.
    Não sabia que anonimato é sinal de covardia?
    Quem os tem no sítio, não tem medo.

    António Gomes

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  12. Lapso ? Escreve como pensa: asneira

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  13. Cassete??? Oh homem isso foi no XX. Estamos no XXI. Terra chama Marte.

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  14. "primaria" mais outra palavra com erro. V. Exa vai voltar ao quadro e escreve 100 vezes e leva 30 reguadas!

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  15. "António Gomes" ???/ deixa de usar nomes falsos.

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  16. V. Exa
    António Gomes não é covarde, mas sem vergonha de vir para aqui disparatar em vez de dar a sua opinião.

    Tem falta de vergonha na cara.

    Respeite Todos que tem idade para isso.

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  17. Aos anónimos anteriores, querem a fotocópia do meu bilhete de identidade, lá também aparece, a data do meu nascimento.
    Olhem que já duro de roer.
    E quando já se é velho, os medos desaparecem, não sabiam?

    António Gomes

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  18. A carne com a idade torna-se dura? "Vejo" que o seu coração está amargo. Faz se mais velho. Não se arrelie

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  19. O meu coração está amargo?
    Já o provou?
    Não quereria dizer amargurado? Cada cavadela, minhoca!
    Não, não tenho um coração amargurado, porque sou optimista e porque luto por um mundo melhor e mais justo para que o senhor comentador anterior, também beneficie de tal.
    Sabe que, quem tem na sua vida um rumo, em que a cidadania é um valor essencial, não sente amarguras na vida.
    Experimente e vai ver que dá resultados e que vai deixar de ser um anónimo comentador de comentários anacrónicos e que nada acrescentam...

    António Gomes

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    1. Disse amargo. Sei muito bem o significado de amargurado. Mas no seu caso disse mesmo amargo o sr para refectir. Amargo pode ser adoçado. Amargurado soa muito pessoal. E aqui se debita opiniao sem ataques pessoais. Isto nunca foi sala de convivio.

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    2. Agradeço pela parte do "senhor" mas nunca deve vir para aqui resolver conflitos pessoais que possua. A politica nunca ajudou uma pessoa a ajudar-se a Si mesma. Seja mais doce fora da caixa de comentários. Isto sou eu a escrever para mim. Pesticida que nego para mim nego para os outros. Por isso prefiro ver a Cidade "limpa" aqui e nos passeios.

      Reflicta e bom fim de semana.

      E deixe de mandar piropos .......

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  20. 18:30 também sou António Gomes e esta hem

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  21. quantas Marias há na terra?
    Já agora meu homónimo, diz-me quem és, para trocarmos umas impressões.
    Aceitas?

    António Gomes

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    1. Muito pouco ambicioso...trocar impressões?

      Isto é que vai aqui "uma açorda". É só cavaqueira.

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