quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Apenas uma pergunta.


“Se o BE recebeu ordens para propor a proibição do glifosato, não poderemos saber, mas que houve quem lucrasse milhões com propostas desse tipo, lá isso houve”, afirma Miguel Tiago. (ler o resto)

Será também, pelas mesmas razões que o deputado do PCP insinua relativamente ao BE, que a Câmara de Évora deixou de usar o glifosato?

18 comentários:

  1. O Tiago das motas lá saberá com que linhas (e dinheiros) se cose o PCP.

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  2. O BE fez uma campanha completamente demagógica e alarmista contra os perigos do glifosato, sem querer saber de estudos científicos nem de hipóteses alternativas. À sua maneira lançou pedras, boatos e suspeições, levando uma data de autarquias a deixar de utilizar o produto com medo de eventuais consequências negativas.

    Ora, como é natural, sem utilização de herbicidas as zona urbanas encherem-se de ervas. Irresponsavelmente lá vieram os mesmos que se queixaram do usos de herbicidas, fazer comunicados a queixarem-se do excesso de ervas...

    Perante a denuncia de que estão a defender os interesses da BAYER tentam esconder a mão e sacudir a água do capote, como se não fosse nada com eles. Enfim, o habitual, quando as causas ditas alternativas do esquerdismo, não conseguem curar nem ultrapassar a fase da "doença infantil"...

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    1. Não me digas que... o PC também? "PCP propõe proibição do uso do pesticida glifosato na Madeira". http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/585378-pcp-propoe-proibicao-do-uso-do-pesticida-glifosato-na-madeira
      Mau, mau. A Bayer afinal tem mais defensores do que parece, não é Manuel Tiago?

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    2. PCP "A la carte", na Madeira o Glifosato é mau, em Évora é bom.

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    3. Uns(BE) têm a "doença infantil", outros (PCP) a "doença senil", enfim vão-se curar todos.

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    4. Gostei. Palavra que gostei.
      Um comentador denuncia BE, alegando demagogia e alarmismo na campanha contra a utilização do glifosato. Resposta de alguns: o PC também, o PCP da Madeira...
      Sobre as questões de facto: rien, nothing, niente, nada.
      Ou seja, perante a denuncia comportam-se como certos meninos traquinas: "não fui eu sôtora, foi o menino Zequinha da Madeira!"

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  3. As descobertas do i http://bit.ly/2cYlmOz

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  4. Para quem escreveu às 18h32. Como escreveu como "anónimo", Permita-me que abuse da minha interpretação, e me dirija a si como Caro Simpatizante/Miilitante/Funcionário do PCP.
    Como sempre, assinarei o meu comentário (vícios decorrentes da minha formação moral e ética).
    Não irei dizer do quão alucinante é dizer que o Bloco conseguiria desvalorizar as acções da Monsanto, abrindo, assim, espaço à compra pela Bayer. Nem tão pouco vou comentar aqui as declarações do Miguel Tiago. Vou apenas responder-lhe ao que aqui escreveu, afirmando que o BE não quis saber de estudos científicos. Como não nascemos a saber tudo, permita-me que lhe recomende a leitura atenta do estudo elaborado pela Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro que integra a Organização Mundial da Saúde. Pode consultá-lo aqui: http://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045%2815%2970134-8/abstract
    Se me diz que a única forma de limpar a cidade das ervas daninhas e outras é através do uso do glifosato, então peço-lhe encarecidamente que se identifique, para que eu lhe possa dizer na cara o quão ignorante é essa afirmação.
    Quanto ao papel do Bloco no Concelho, deixe-me que lhe diga (o que já provavelmente sabe, visto que deve ser informado sobre a matéria)que quando o Bloco suscitou o tema na Assembleia Municipal de Évora, o sr presidente informou que o uso do glifosato já havia sido suspenso, por e executivo o considerar uma ameaça à saúde pública.
    Não sei o que é a doença infantil, mas conheço de perto o Linfoma não-Hodgkin (cancro do sangue) [o estudo que llhe deixo demonstra a relação entre a exposição ao dito herbicida e este tipo de cancro].
    Se a tudo isto chama de demagogia, então estamos conversado sobre o seu valor e o valor do que defende.

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    1. 1. Se estão convictos da validade desse relatório porque defendem apenas a suspensão desse herbicida nas zonas urbanas?
      Será porque na actividade agrícola, onde ele é mais usado, não produz os ditos efeitos cancerígenos?

      2. Se estão tão convictos da validade desse relatório porque não começaram por denunciar a UE que recusou a proibição desse herbicida, restringindo a denuncia aos espaços urbanos para atacar o elo mais fraco da organização política: as autarquias?

      3. E, depois da denúncia, que alternativas sugerem para resolver a situação? Outros herbicidas? Quais? Outros meios? Quais?

      4. Até agora não ouvi nada. Apenas li um texto demagógico a denunciar o excesso de ervas.

      Se a actuação do BE sobre esta matéria não foi completamente demagógica e irresponsável, vou ali e já venho.

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  5. Fica aqui a informação ....o meu pai, como o pai dele e o avô fizeram antes usa sal nos lugares onde não quer ervas e elas não nascem. É barato, simples e não há perigo. Ah e as alfaces que planta ao lado quando as como não estão salgadas!
    Lurdes

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    1. E ja agora arrancar e remover as que entretanto cresceram. Muito bem dito Sra Lurdes

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  6. Este Bruno Martins, e outros do BE que pontuam na nossa cidade, acham que estão sempre num nível superior de intelectualidade, de moralidade, de ética , de verticalidade. É muito fácil falar quando se sabe que só chegaram ao governo da republica por arrastamento do PS, deve ser por isso que tanto batem na CDU a nível local. O que esperam ganhar com esta luta e com estes ataques? Nada ! De cada vez que falam só recordam que localmente estão na oposição, uma oposição nada construtiva, é o bota-abaixo de que o povo está farto. Ainda não perceberam ou querem que lhes faça um desenho ? O povo está cansado de um partido que localmente apenas serve para bater na câmara. Isto não é oposição, senhores ! Não pode ser só isto. Lamentavelmente perdi o encanto que tinha pelo BE quando o Miguel Sampaio e a Amália davam a cara pelo partido, era mais construtivo, compreendia-se a luta que travavam. Com estes não os consigo compreender, não sei para onde querem ir, parecem-me um bando de 3 ou 4 oportunistas á espera de conseguir um atchinho ( alguns já o tiveram com o PS, diga-se ) , não sei qual o objectivo que pretendem alcançar. Lamento mas perderam um apoiante que até 2013 tinha votado sempre BE. Neste BE local não me revejo, com o nacional continuarei alinhado.

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    1. Bem vindo sejas, de novo secretário, a defender a mão que te paga. Depois das férias, da festa do Avante e das férias seguintes para te recompres da excitação avantista, vejo que voltaste ao teu lugar de cão de guarda. É para isso que és pago. Mas noto que vais além daquilo para que és pago: utilizas a tua hora de almoço para postar raiva e ódio, mentiras e alarvices para servir o dono. Lá terás a recompensa. Em vez de secretário, serás bi-secretário, ou seja, quando houver oportunidade voltarás ao tacho de secretário. É que para mais do que isto também não dás.

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  7. Glifosato fora de moda.

    Agora será má altura para relembrar que a Bayer comprou a Monsanto por 60 mil milhões de euros, depois de ter sido levada a cabo uma campanha de alarme em torno do principal activo da Monsanto – o glifosato e as culturas transgénicas tolerantes a esse herbicida -, mas ainda assim, porque só com as peças todas podemos montar o puzzle, aqui vai:

    A Monsanto produziu o roundup (glifosato) e ao mesmo tempo vendeu milhões de sementes tolerantes ao químico, dominando assim uma importante parte da agroindústria e da produção de alimentos. A Monsanto detinha a patente das variedades transgénicas tolerantes ao herbicida e ao mesmo tempo a patente do herbicida. As variedades não eram resistentes a pragas, como muitos tentaram fazer-nos crer, mas sim ao roundup. A patente do glifosato expirou em 2001, e isso permitiu que fosse possível produzir e utilizar glifosato com custos muito menores, continuando a usar variedades vegetais resistentes ao herbicida.

    Durante os últimos anos a Bayer tem vindo a colocar no mercado um substituto do glifosato, o único substituto eficaz, segundo a marca. O LibertyLink, que faz a melhoria dos produtos Liberty e Ignite, ambos da Bayer, vem trazer os mesmos resultados que o glifosato, de acordo com a Bayer.

    Portanto, e sem me alongar em especulação, eis os factos: o alarme público em torno do glifosato desvalorizou a Monsanto e abriu caminho à proibição de um produto não patenteado, tal como abriu o caminho à sua integral substituição por um outro produto, desta feita patenteado pela Bayer e que pode ser aplicado precisamente às mesmas colheitas e variedades vegetais.

    A Bayer tinha um produto caro que visava substituir um produto barato. Agora talvez o consiga fazer com o apoio da legislação feita ao sabor de interesses não anunciados. Se o BE recebeu ordens de alguém para propor em Portugal a proibição do glifosato, não poderemos saber, mas que houve quem lucrasse milhões com propostas desse tipo, lá isso houve. Criado o alarme em torno do glifosato, restou ao BE cavalgar o seu mediatismo e acusar os comunistas de defenderem a Monsanto e a utilização de produtos cancerígenos. Na sua estratégia de isolar constantemente o PCP, o glifosato foi um eficaz produto. A comunicação social encarregou-se de intoxicar a opinião pública com essa “nova propriedade” do glifosato e com o preconceito de que o PCP é um partido tão ortodoxo que defende que devemos todos morrer por exposição a produtos que provocam o cancro.

    O caminho do BE estava destinado ao sucesso. Hoje, a Bayer comprou a Monsanto e prepara-se para substituir o glifosato pelo amónio-glufosinato com publicidade de borla e honras de circo parlamentar. Mas hoje, hoje já ninguém quer saber. Porque a mesma comunicação social que elevou o BE a paladino do ambiente e da saúde pública, não vai fazer a ligação entre a aquisição da Monsanto pela Bayer e o súbito alarme público em torno do glifosato.

    A questão não está na utilização do glifosato ou do novo LibertyLink, mas na utilização de variedades transgénicas que colocam a produção agrícola mundial nas mãos dos monopólios do agronegócio e que ditam a sobreutilização dos solos e a sua destruição. Proibir o glifosato enquanto se permite a continuação da utilização de sementes modificadas para serem resistentes a pesticidas não muda nada a não ser o nome do herbicida. No caso presente, mudou também o proprietário das patentes. Onde a Bayer detinha uma parte do mercado, passou a detê-lo todo.
    Mais monopólio, menos planeta.


    Manifesto 74 http://bit.ly/2cV5Nat

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    1. É assim exactamente. Mas os tontinhos nem perceberam os negócios envolvidos, nem caminhos por onde se meteram.
      A partir de agora não haverá Roundup da Monsanto, com glifosato, haverá um qualquer produto da Bayer, com LibertyLink. Produzirá exactamente os mesmos efeitos, mas passa a estar tudo bem...
      Lá virão mais tarde os relatórios "científicos" da Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro, a dizer-nos que o LibertyLink é seguro e da máxima confiança.
      Até à próxima campanha de alarme para facilitação do próximo negócio, com a colaboração dos tontinhos de serviço da altura.

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  8. Sobre o glifosato e a Bayer - http://bit.ly/2d29b3f

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    1. os comentários dirigidos Ao BE, por comentadores anónimos,porque têm medo de dar cara, só enobrece O BE.
      É sinal que o BE mexe e faz, enquanto tais comentadores, deverão ser seres falhados, como cidadãos, que nunca deram qualquer contributo, para que o país ou sua terra fosse diferente politica e socialmente.
      A esses senhores só lhe resta esperar, porque a morte há-de vir e deles, até porque são anónimos, ninguém nunca os recordará.
      António Gomes

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    2. Soluçao para as ervas daninhas:1- arranjar os passeios; 2 - arrancar e remover as ervas assim que crescem; 3 - usar sal. E ainda sem o uso de quimicos. E evita se muita leucemia e com uso de produto nacional

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