sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Afinal como é, sr.presidente de Câmara? A CME ainda usa glifosato? Ou quando é que o deixou de usar?




A dúvida está instalada. O presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto Sá, em declarações à Rádio Diana, a 3 de Maio deste ano (2016), disse textualmente que: 

Gente de bem não duvida. Mas a dúvida surge quando, em resposta a um requerimento do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, em Fevereiro do mesmo ano, a Câmara de Évora responde, em ofício assinado pelo seu presidente (documento reproduzido acima), que: 
1)    Os serviços municipais que utilizam glifosato são fundamentalmente os serviços de higiene e limpeza pública, importa portanto sublinhar que este herbicida é aplicado não exclusivamente mas fundamentalmente em calçada, no que é muito eficiente e apresenta baixo grau de perigosidade conhecida.
2) As quantidades adquiridas (as quais podem não coincidir necessariamente com a sua aplicação) rondam em media os 2.500 litros.".

Afinal em que ficamos: se em Fevereiro de 2016 o município ainda usava glifosato (e as quantidades adquiridas rondavam os 2.500 litros), como é que em Maio o presidente diz que a CME deixou de usar este produto ainda em 2015?

55 comentários:

  1. Agora anda tudo a pensar como trabalhar menos pois o trabalho de limpeza era feito pelo herbicida. Campinar as ervas a quem trabalha. A terra a quem a trabalha. O suor do trabalho dignifica. O demonio aplaude as facilidades e estes produtos cancerigenos.

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  2. Não sei se usa ou não, mas, na minha opinião, devia usar porque é eficaz e é a maneira de deixar os passeios sem ervas.
    Acho que está na altura de deixar de dar ouvidos a gente que gosta muito de agitar e alarmar, sem ter a mínima noção de como se deve fazer. Como dizia o meu paizinho, que já lá está: gaiatagem,

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    1. Coma plastico no peixe que nao faz mal͵ e pesticidas na agua tambem nao. O que nao mata engorda.

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  3. Bayer-Monsanto: uma união diabólica. A anunciada compra em curso da Monsanto pela Bayer é uma imagem da colossal dimensão e concentração que o capital monopolista assume na fase actual do capitalismo. E do seu significado para a humanidade: duas empresas cujo historial é o de uma sucessão de danos e de autênticos crimes, cuja acção torna muitos medicamentos e produções agrícolas em fontes de destruição e doença. E daí retiram superlucros.

    As empresas Bayer e Monsanto, em lugar de beneficiarem a população mundial com os seus medicamentos e alimentos transgénicos provocam em contrapartida, em muitas ocasiões, graves enfermidades e até a morte a numerosas pessoas, ao mesmo tempo que ampliam constantemente os seus enormes lucros.

    Após vários meses de negociações, a companhia farmacêutica alemã Bayer confirmou a compra do fabricante estado-unidense de Transgénicos Monsanto por 66 000 milhões de dólares.

    O acordo deverá ser fechado em finais de 2017 e se por qualquer motivo fracassar a Bayer indemnizará a Monsanto em 2 000 milhões de dólares.

    Ler mais » http://bit.ly/2dgtZ5h

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  4. O paizinho disse te'Gatunagem'. Como sempre Desobediente e a dar ouvidos a Malandros

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  5. Quando colocarmos a mao na consciencia pode ser tarde demais. A Verdade Incoveniente.

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  6. Os passeios se fossem limpos como deve ser nao existiam ervas. Existem por causa das poeiras e lixos que nestes abundam

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    1. À próxima hás-de explicar melhor o que querias dizer, pois essa de tirar as poeiras dos passeios, deve ser de mestre.

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    2. Tirar as poeiras e arranjar a calçada V. Excelencia

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  7. E o amianto dos barracoes? Tambem deviamos voltar a usa-los? Ja agora Chernobyl foi so uma explosaozinha sem efeitos nenhuns? E Almaraz (central) nao faz mal que continue a operar? Gaiatos...so palermas e idiotas e irresponsaveis que ainda pensam como se nao houvesse amanha

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    1. Alhos e bugalhos, tudo à mistura. Que confusão vai por essa cabeça. E ainda acusas outros de gaiatice.

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    2. E os telemóveis e suas radiações; e os fumos dos escapes dos automóveis; e as radiações de microondas, de frigoríficos, de máquinas de lavar, e de lâmpadas LED; e... etc., etc....
      Se calhar o melhor é voltarmos à Idade da Pedra...

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    3. Idade da calçada em que nao havia passeio. Nem glisofato

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    4. Este quando tem dor de cabeça, o que fará, há pois, não toma comprimidos para as dores, dá antes com a cabeça numa parede, pois pode ser que assim os parafusos voltem ao seu devido lugar.
      MdM

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    5. Olhe que nao. Olhe que nao.

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  8. O ser eficaz nao e argumento para se usar o herbicida negligentemente e continuadamente sem regras de bio segurança e colocando em causa a saude de crianças, animais e poluindo as aguas. Sem falar na ausencia e falta de formaçao dos aplicadores destes produtos nas vias publicas. Sem a minima noçao.

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    1. Devem, então, começar por proibir a utilização de herbicidas na agricultura, onde é utilizado intensivamente e em grandes quantidades para produzir os alimentos que todos consumimos.
      Não é a escassa utilização urbana nos passeios (uma ou duas vezes por ano) que põe em causa a saúde humana. Por essa ordem de idéias também tinham de acabar com os pesticidas para matar ratos e baratas. E qualquer dia, ninguém conseguia viver numa cidade...

      Cresçam, aprendam e deixem-se de alarmismos e demagogias balofas.

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    2. Ao menos admite que é admissível a utilização de herbicida por gente formada e em condições de bio-segurança. Valha-nos isso, é um progresso.

      A verdade é que as cidades, ao contrário do que imaginamos, não são paraísos na terra. Estamos muito longe dos tempos da peste negra e das mortandades originadas pela falta de condições de salubridade das cidades. Estamos longe do tempo das muitas doenças provocadas pela inexistência de sistemas de abastecimento de água, tratamento de esgotos ou recolha de lixos. Mas a elevada concentração de pessoas e de actividades económicas implica riscos para a saúde humana que não são fáceis de evitar e resolver sem efeitos secundários.

      Por exemplo, todos conhecemos os efeitos perniciosos do CO2 provenientes dos gases dos escapes dos automóveis, mas não conseguimos viver sem os automóveis, ou ainda não foi possível encontrar uma alternativa aos automóveis.

      Todos sabemos que os pesticidas têm efeitos secundários nos humanos, mas ainda não encontramos maneira de combater as pragas de ratos, baratas ou mosquitos, sem os utilizar. Quantos de nós utilizam sprays dentro das nossas próprias casas para matar moscas e mosquitos, mesmo sabendo que são prejudiciais para a saúde?

      O mesmo se passa com os herbicidas. Ninguém gosta de ver ervas nos passeios, mas sem usar herbicidas isso só poderia ser resolvido com um exército de gente a arrancar ervas. E também ninguém está disponível para pagar a esse exército, que não seria nada barato.

      A solução está, pois, no equilíbrio que é preciso estabelecer entre os benefícios e os prejuízos dos perigos para as actividades humanas de uma cidade. A utilização de herbicidas e pesticidas terá de ser avaliada nessa dicotomia. Sol na eira e chuva no nabal, nunca acontecerá.

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    3. Por isso anda cada vez mais gente a deixar o campo. Por causa do dinheiro da cidade

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    4. Na cidade existe muita gente sem trabalho.

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    5. E quantos tomam cafe em copos de plastico quem posteriormente contaminam os oceanos. Francamente prefiro morrer de barriga cheia. Fundamentalistas.

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    6. Pois...mas acontece que nem todos sao bem formados. Fazem tudo o que lhes mandam

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    7. V. Exa nem sequer sabe o que implica bio segurança. Vai estudar

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  9. Ainda não percebei aqui esta aliança entre o PS e o supostamente outrora inimigo BE, quando este último parece estar implicado na defesa dos interesses do uso do produto duma multinacional farmacêutica/química.
    Será que se adivinha uma alteração da agulha do PS e do PS, convergindo em Évora contra a CDU e atraiçoando o acordo do PS com a CDU para não ameaçar a Câmara de Évora?
    Será que ainda vamos ver um forte candidato do BE, apoiado por parte do PS para pressionar a CDU em Évora, a par duma figura decorativa do PS só para compor ramalhete?
    E como se sentirão os militantes e dirigentes de Évora do PS, perante esta palhaçada? Se é que têm inteligência para se aperceberem do que se passa e, se têm uma réstea de vergonha na cara para não embarcarem nisto, tal como fizeram com o ex-comuna zè do cano vindo do PC e agora sentado nos bancos do tribunal?

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  10. Politiquices...parlemices...e entretanto a Bayer engorda

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  11. Amanha esteja no meu gabinete, sem falta. Precisamos falar acerca deste artigo.

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  12. Alguém sabe como se chama a empresa contratada para a limpeza das ruas?

    Como é que essa empresa foi contratada?

    Quem é o accionista principal dessa empresa?

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  13. Alguém sabe como se chama a empresa contratada para a limpeza das ruas?

    Como é que essa empresa foi contratada?

    Quem é o accionista principal dessa empresa?
    O bloco de esquerda pode informar?Cheira a esturro!

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  14. Évora Limpa | Juntos conseguimos
    Nós com um comportamento cívico exemplar, sem deitar lixo para o chão e a apanhar os excrementos dos nossos cãezinhos...
    E a autarquia a recolher o lixo e a manter o espaço público nas devidas condições.

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  15. Afinal que soluções têm o PS e o BE para solucionar o problema da ervas daninhas, das ratazanas e baratas na cidade? Soluções quais?
    Um Cidadão que está farto de politiquices de vão de escada.

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    1. E já agora qual é a solução do PCP? Deixar andar ou que as mesmas se suicidem?

      Um cidadão também fartinho da incompetência de vão de escada

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    2. Quando se trata de apontar soluções para resolver o problema dizem... NADA.

      Recordo-me, há uns bons anos atrás, de uma candidata do PS (Fernanda Ramos) andar com essa conversa demagógica dos anti-herbicidas e anti-pesticidas. Chegada a vereadora da CME com o pelouro da limpeza, não demorou muitos meses a ter de enfrentar a realidade e a usar os herbicidas que tinha proibido mal tomou posse. É que não existe outra solução para eliminar as ervas e as pragas urbanas, que não seja a utilização de herbicidas e pesticidas.

      E é por isso que NADA dizem quando se trata de apontar soluções. E, se estiverem à espera que eles digam, é melhor esperarem sentados.

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    3. Soluçao: arrancar as ervas. Simples e barato.

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    4. 00:54
      Se tivesse um filho tão inteligente como tu, punha-o a estudar no Jardim Zoológico.

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    5. Isso representa um elogio aos engenheiros zootecnicos que la estudam. Ainda ha animais

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  16. Até um certo ponto os comentários centravam-se no problema do uso, ou não, de pesticidas, às tantas começou a descambar para intrigas politicas.
    Mas isso já é normal, quando não se consegue argumentar correctamente, começa-se a atacar politicamente, é fácil, é barato e dá opiniões.
    Será que ainda não viram que em todos os partidos, sim em todos, há gente honesta e há grandes filhos da sua rica mãe?
    Aliás, quanto mais cheira a poleiro, mais gente incapaz e sem qualquer formação cívica e moral vai aparecendo e inscrevendo.
    Esta do uso ou não de pesticidas na via pública, como não podia deixar de ser levanta muita polémica, se é utilizado, ai jesus, que os pesticidas são o fim do mundo, se não os utilizam, ai jesus que as ervas dominam as nossas ruas, mais concretamente os nossos passeis.
    Pois toda a gente com um pingo de conhecimento no seu cérebro, sabe muito bem que tudo o que for artificial é prejudicial para a saúde, só não compreendo esta “guerra” mais política do que cientifica, então se é assim, porque é que todos aqueles que são contra, não falam dos ,mil e um artefactos que são produzidos à base de petróleo, e seus derivados?
    Será que esta gente não anda de carro, ou mesmo de autocarro, será que não andam em cima do alcatrão das nossas ruas, será que não pinta as suas casas pintadas com tintas fabricadas sabe-se lá com o quê?, será que não come carne, seja ela qual for, desde frango à vaca passando pelos porcos, é que hoje em dia esses animais são alimentados à base de químicos, pois só assim os seus produtores podem engordar mais as suas contas bancárias, e já para não falar dos perfumes e desodorizantes que tanta gente gosta de utilizar, pois sempre poupa um pouco de água nos seus banhos.
    Deixem-se de politiquices e abram os olhos, hoje em dia, numa sociedade dita moderna, se deixássemos de utilizar produtos químicos, seria o fim da longevidade que se consegui atingir, ainda há 100 anos, a esperança de vida era se tanto de 50 anos, hoje qualquer pessoa, salvo acidentes de percurso consegue chegar sem grande esforço aos 80 e mesmo aos 90 anos.
    Depois há mesmo alguém muito preocupado com a junção de 2 empresas do ramo, mas amigo, é assim a vida, pois neste mundo de loucos, quem é pequeno, é engolido pelos grandes tubarões, é assim na banca, nos seguros, nas empresas de distribuição etc.
    Finalmente apenas um reparo, toda a gente fala na aplicação, ao não, dos tais produtos, ninguém questiona por exemplo a obrigatoriedade de possuir um curso de aplicador desses produtos fitossanitários para os poder comprar. É que hoje em dia, se eu quiser matar os piolhos dos meus morangos, tenho de possuir o tal canudo (até aqui é necessário possuir canudo), pois já ninguém me vende o tal frasquinho de decis (passe a publicidade), com que eu e milhares de pessoas deste país matavam os ditos piolhos.
    Reparem bem, nesta monstruosidade/anormalidade, um pequeno agricultor desta nossa cidade, o chamado quintaneiro, toda a vida comprou esse e outro produto, para acabar com as pragas, do seu hortejo, hoje não, ou tirou a tal dito curso, e ai pode comprar toneladas de pesticidas, ou tem um amigo que possui o canudo e lhe faz esse favor, ou então tem de aguentar com a lagarta das árvores de fruto, da vinha e até da hortelã, que que sempre ia dando para ganhar uns tostões para juntar à sua magra pensão de sobrevivência.
    MdM

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    1. Ja agora que alimentos se produzem nos passeios que justifiquem o NEA? Tem sido muito a base de herbicida que se tem limpo os passeios. Nota se bem em varios municipios e de todas as cores politicas que as ervas crescem muito mais desde que se tomaram medidas de contençao na compra dos herbicidas. Esta tudo falido e ninguem quer arrancar a erva e tambem ninguem faz nada para arranjar os passeios devidamente. Onde existe pedra nao ha erva que cresça. E as que crescem que sejam campinadas.

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    2. Use sal. Eu uso nas traseiras de minha casa. E arranco as ervas. E nao crescem.

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    3. 0:42
      1:05
      Com tanta inteligência, estes dois devem ter andado a estudar no Jardim Zoológico.

      Ervas arrancadas uma a uma pela raiz e tratadas com sal em todo o país! Imaginam os inteligente que acabavam com as ervas dessa maneira. Só faltou indicarem quem pagaria a despesa...
      (Note-se que, neste pobre país, já nem sal suficiente, para o consumo, se produz)

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    4. Mas o glisofato aplica se assim tanto? De facto devia ser muito, tantas sao as ervas. Devia ser espalhado tanto que nao havia canto em que houvesse erva. Assim nao havia como desconfiar que nao houvesse limpeza destas e dos passeios. O lixo esse era espalhado pelo vento... deixa me rir. E o problema sera o herbicida? Herbicidas ha muitos. Limpeza e trabalho suado pouco.

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  17. Os trabalhadores sao pagos pela tarefa?

    Sal?


    Eu colocava um dia por semana o staff deste blog a apanhar erva e resolvia o problema...

    Alguem falou em SOLUÇOES?

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  18. Tratadas com sal uma a uma? So se fosse para te servir no prato com azeite e vinagre. Arre que fazes te de asno 9:26

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  19. Quem paga o glisofato nao paga o Sal (salarios)?
    A Bayer deixa de pagar viagens e congressos...

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  20. Colocar cavalos, cabras e burros a comer as ervas

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  21. E quem paga o glisofato?

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  22. Venha um tsunami e traga o sal...acabava se as ervas

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  23. Isto é um blogue de gente que nunca fez, nem tenciona fazer nada na vida.
    Só gente desta é que pode achar que se resolve o problema das ervas numa pais inteiro despejando sal nos passeios e espaços públicos. Haja paciência para tanta imbecilidade.

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  24. Bem dizido. Afinal chegamos a um consenso o glisofato tem vos viciado

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  25. Despejando sal, calceteiros, cantoneiros, vassouras e tudo para a limpeza o espaço publico. E lembrem se de cortar as pernadas das arvores e varrer as folhas͵ ja agora. Ou o glisofato faz isso???? Fundamentalistas de vao de escada que nem sabem a diferença entre pesticida e herbicida. Em casa devem ter a mulher como escrava que vos faz a comida, passa vos as camisas. E nem lhe agradecem

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  26. antes despejar sal que despejar cerveja e alcool na queima das fitas e recepçao aos caloiros

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  27. Ponham os caloiros da UE a arrancar as ervas...

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  28. Assim se resolvia o problema da hipertensao

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  29. Os comunas nao gostam de trabalhar. Nao lhes falem em arrancar

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    1. Fico maravilhado com este gente que trabalha que se farta... a mandar os outros trabalhar.
      Um remete o trabalho para os caloiros da UE, outro para os hipertensos, outro para os comunas... E para eles nada.
      Não seria melhor que fossem antes à bardamerda?

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  30. Já percebi o problema das herbáceas e porque crescem nas calçadas em Évora. É assim: as ervas só são arrancadas com Roçadoras a Gasolina e é claro este método só funciona para as herbáceas que já estão crescidas.

    Para além de que este método não pode ser usado nas calçadas entre duas vias de trânsito, pois se o operador não tiver cuidado ( e não fizer o trabalho de costas para a via) corre o risco de levantar pedras e lixos e partir um vidro de veículo ou serem arremessado contra pessoas.
    Não é necessário usar herbicidas, mas quando as ruas são varridas simplesmente arrancar logo assim que aparecem e não quando já tem cinco ou mais centímetros

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