segunda-feira, 18 de julho de 2016

Évora: segundo incêndio em poucos dias no Alto de São Bento


(foto Elsa Teigão, no facebook)

Bombeiros de várias corporações combatem um incêndio no Alto de São Bento, em Évora.
Inicialmente, estavam no local 75 bombeiros, apoiados por 18 veículos, um helicóptero e dois aviões.
Às 15:00, o número de bombeiros subiu para 121 e o de veículos para 33.
O alerta foi dado às 13:43. As chamam estão próximas do Convento de São Bento de Cástris.
É visível uma nuvem de fumo na zona do Alto de São Bento.
O acesso ao Alto de São Bento está cortado e a circulação está também condicionada na Estrada Nacional (EN) 370, entre Évora e Arraiolos. (aqui)

14 comentários:

  1. A autarquia permite aquele mato versus lixo,são bons é nas fotos os moinhos de resto ZERO,aquele espaço devia ser um parque verde da cidade devidamente qualificado,só aquela vista sobre a cidade vale ouro.Mas não tem que ser uma lixeira para não destoar da cidade!

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  2. O dia de hoje não foi fácil para os bombeiros. Além deste incêndio, deflagraram outros dois fogos, também próximo de Évora, um no bairro de Santo Antonico e outro junto à estrada de Reguengos.Tudo zonas bem limpas e fiscalizadas por o vereador Viajante o vereador do transito a noite e o presidente da praia.Estamos entregues o diabo o ultimo que feche a porta!

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  3. O Segundo em poucos dias? Quando foi o primeiro?

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    1. https://www.facebook.com/alex.barahona.319?fref=ts

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  4. Basta ver em redor das estradas municipais e outras da competência da Câmara Municipal de Évora , o estado podre a que chegou a altura das ervas secas onde em muito dos casos já nem os sinais de transito se podem ver . A estrada que liga Évora - Igrejinha , é o exemplo da incompetência de um presidente de Câmara , que não quer e nem sai para a rua para verificar a podridão de uma governação . Mas sabem estourar milhares de euros em planos , para depois ficarem esquecidos . Milhares de trabalhadores da CME onde só 10% deles e muito mal pagos andam todos os dias na rua ... governam a Câmara de Évora para sustentarem ordenados de inertes todos os meses , inúteis e até cobardes !

    Vão ler :

    http://www.cm-evora.pt/pt/servicos/protecao-civil/documents/caderno_ii.pdf


    Jorge

    ( ciclista )

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  5. «Milhares de trabalhadores da CME...»

    O "rigor" dos comentários impressiona. A facilidade com que cerca de 700 trabalhadores são transformados em milhares, só serve para mostrar as imbecilidades e alarvidades de alguns.

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    1. Concordo plenamente. Também gostava de saber onde o ciclista se baseou para atirar assim "milhares"...
      Pelo que fazem, eu diria que não são mais do que uma, duas dezenas no máximo...

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    2. 22:11
      Nem todos podem ser tão bons trabalhadores como tu que produzes por 10, não é?
      Houvessem mais uns quantos do te calibre e adeus crise económica.

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    3. 10?!? Não... Bastava eu a mandar nessa cambada de parasitas da sociedade, e em dois tempos, estavam a trabalhar novamente as 40 horas semanais como aqueles que lhe pagam os salários, deixavam de ter as 10 ou 12 pausas para café diárias, e passavam a ter reais avaliações de desempenho, tal como no privado. Quem não produz o mínimo exigido, vai para o olho da rua com justa causa.
      Ao fim de um ano, a função pública tinha emagrecido um terço dos trabalhadores, a saúde deixava de ter listas de espera, o fisco deixava-se de favorecimentos ilícitos, o ensino voltava a ter mão nos alunos, e SOBRETUDO, esta câmara deixava de manter a pouca vergonha que é esta cidade, suja, esburacada, em ruína, e ainda no séc. XX!

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    4. 22:35
      Põe-te a pau, porque se a Merkl e o Obama te conhecem (já nem falo do António Costa, capacho dos outros dois), vêm buscar-te para resolveres a crise económica com esse teu método infalível.

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  6. Pela imagens nas reportagens e pelas declarações dos bombeiros, o problema é a dispersão de habitações em espaço rural, os portões fechados a cadeado que dificultam o acesso de viaturas de socorro e a ausência de gestão de combustível pelos proprietários privados.
    Os fenos deveriam ter sido cortados quando a vegetação secou e deverá ser garantida uma descontinuidade da vegetação arbórea e arbustiva numa faixa de 50 metros em torno de cada habitação. Pouco ou nada disso se fez em devido tempo e é com o dinheiro dos contribuintes que todos os anos se pagam os serviços dos bombeiros e dos meios aéreos.

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  7. 20 de julho 2016 22:35
    Há mais a pensar como você.
    Devia começar desde já a formação de uma lista concorrente à CME com um punhado de pessoas capazes, que as há, de acabar com a miséria franciscana a que chegou a que já foi grande, cidade de Évora.
    Chega de Esquerdas falhadas.
    Chega de políticas da treta!

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  8. Triste, triste esta Câmara de Évora. Incompetência, compadrio, arrogância. O PCP no seu pior. Antes ainda tinham quadros técnicos capazes. Hoje é o vazio total que nem as doses exacerbadas de propaganda conseguem apagar. Uma vergonha (e não tem a ver com a peça do João Concha exposta na Praça do Giraldo)!

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  9. A Sra. Elsa Teigão têm jeito para a fotografia! Está sempre com o dedo em cima do botão, no ponto de clicar... faltou publicar a auditoria realizada na Freguesia de S. Manços e S. Vicente do Pigeiro.

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