segunda-feira, 25 de abril de 2016

25 de Abril


7 comentários:

  1. Engraçado como, passado todo este tempo, estas palavras voltam a ser necessárias. PS, PSD, CDS, BE e PCP, todos contribuem para o estado a que chegámos. Onde anda esse Salgueiro Maia do séc. XXI, para nos vir libertar desta nova corja de parasitas?

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  2. Nuno Pacheco (“Público”, 22.Abril.2016):

    “Se o ridículo matasse, Portugal estava constantemente pejado de cadáveres. Não bastava a tolice do acordo ortográfico, tolice aliás que o Bloco de Esquerda abraça estoicamente, voltámos agora à mais tola e inútil das cruzadas: a da chamada “linguagem inclusiva”; o contrário da linguagem “sexista” e “discriminatória” onde se diz pais, irmãos, avós, primos, etc. Tudo discriminatório, naturalmente. Ora foi com base em tal pressuposto que, num momento de particular inspiração, o BE propôs que o Cartão de Cidadão passe a chamar-se Cartão de Cidadania. Talvez porque Cartão de Cidadão e Cidadã fosse demasiado comprido. Ricardo Araújo Pereira, no Governo Sombra, já caricaturou devidamente esta paranóia correctiva. Disse ele, imaginando um discurso bloquista: “Portugueses e portuguesas, estamos aqui reunidos e reunidas porque estamos todos e todas preocupados e preocupadas com a questão dos desempregados e desempregadas”. Pois. Mas mesmo assim não chegava. Era preciso nuns casos começar com o masculino e noutros com o feminino, para não ofender ninguém. E havia que olhar inquisitorialmente para outras palavras, muitas, milhares, que enchem livros, dicionários e gramáticas, antros de desigualdades com masculinos e femininos por todo o lado, olhem para criança (e não há o crianço?), para membro do partido (haverá a membra?), para polícia ou guarda (deveria haver o polício e o guardo?)… E então a toponímia? Ah, mas aqui imperam as “mulheres”: vejam a rua, a praça, a avenida, a travessa, a calçada, a estrada, a auto-estrada, enquanto para os “homens” sobra o beco, o largo, o passeio, o boqueirão! Querem mesmo acabar com a linguagem “sexista”? Acabem com o Português. Porque ele, que é língua no feminino e idioma no masculino, está impregnado de sexo por tudo quanto é letra. É que até o Bloco soa no masculino. Deveria ser Bloc@? Ou Bloca?”

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  3. Salgueiro Maia era um homem de palavra. Cumpriu o que prometeu.
    Mas não são as palavras que nos alimentam. O que nos alimenta são as boas acções que podem resultar das belas palavras, das belas ideias.

    Tudo o que o Passos Coelho prometeu, fez o contrário. Um aldrabão, um criminoso, um gatuno, foi um inferno. Era aquilo democracia?

    Nos EUA, os cidadãos vão ter que escolher entre um louco, do partido "republicano", e uma assassina, do partido "democrata", secretária de estado do Obama, Prémio Nobel da "Paz", que lançou a primavera assassina sobre os povos do Norte de África e Médio Oriente. É isto humanidade? É isto democracia?

    No Brasil prossegue o golpe de estado contra a Presidente Dilma, inocente das acusações, calúnias e processos de intenções que o Parlamento e Senado lhe atribuem, Parlamento e Senado com uma maioria de criminosos eleitos pelo povo, apoiados pelos meios de comunicação lacaios do capital. É isto democracia?

    Já se diz que este tipo de golpe se vai propagar aos restantes países da América do Sul, com os bons ofícios dos EUA e CIA.

    Para onde vais humanidade?

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    Respostas
    1. Mas em que planeta alucinado vives tu?!?

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    2. @16:29
      Tira as palas. Informa-te. Pensa pela tua cabeça.

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  4. 20:43
    Vieste na mesma nave que o comentador das 14:13, não?

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