segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Termo de funções e agradecimento

Ao ver interrompidas as minhas funções, no âmbito da comissão de serviço resultante do processo conduzido pela CRESAP, venho agradecer-lhe a si, a amizade que sempre revelou para comigo nas mais diversas ocasiões e momentos durante os últimos quatro anos, bem como o empenho que emprestou às entidades e aos espaços a que esteve associado, na dinamização e aprofundamento da relação com o IEFP do Alentejo que eu representei.
Tenho a certeza de que não consegui de satisfazer todas as suas expetativas, mas também tenho a firme convicção de que a dedicação da equipa que tive a honra de mobilizar, orientar e apoiar se empenhou com dignidade, elevação, profissionalismo e muita proximidade, na procura das soluções mais ajustadas ou possíveis face aos difíceis contextos que tivemos a necessidade de enfrentar e de ultrapassar, como muito suor, mas muita satisfação pelos resultados alcançados.
Não tenho dúvidas de que esses resultados seriam impossíveis (e o número de pessoas cujas dificuldades não conseguimos aliviar como seria desejável, seriam em muito maior número), não fosse o empenho dos parceiros que nos planos individual, institucional, solidário, coletivo, corporativo e empresarial ancoraram neste imenso e rico território as iniciativas, os desafios e as angústias que esta sempre dedicada e empenhada equipa do IEFP lançou ou embarcou.
Levo comigo o sabor da intensidade dos desafios lançados e da solidariedade e parceria recebida na concretização da procura de soluções dos mesmos. No fundo, considero ter motivos para me considerar um homem abençoado, ao ter tido oportunidade de me enriquecer a um nível tão elevado, nas dimensões profissional, pessoal e social, em resultado da colaboração que fez o favor de me emprestar neste período.
Bem haja, o meu sincero agradecimento pela oportunidade, com a minha garantia de que nunca a esquecerei.
Boas Festas e Bom Ano de 2016.

José Rita
Delegado Regional
31/12/2015

17 comentários:

  1. Espero que se tenha iniciado um tempo novo,que os mais capazes estejam a liderar os serviços publicos,que não seja o cartão do partido a influenciar as escolhas.
    Os partidos de esquerda que assinaram acordos com o novo governo tem que ter uma intervenção firme,as direções regionais não podem ser feudo de afilhados e compadres.

    Na area da saúde e segurança social urge mudar quase tudo,foi aqui que mais se fez sentir as politicas de destrição dos serviços.

    Queremos uma Saúde e Educação pública e não a velha caridadezinha que foi inplementada nestes ultimos anos.

    Espero sinceramente que haja coragem de Mudar.

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  2. Posição do deputado do PSD Costa da Silva, no seu facebook, sobre a saída de Palma Rita de delegado regional do IEFP

    Repudio o saneamento selectivo e arbitrário do Delegado Regional do IEFP do Alentejo, Dr. José Palma Rita. Considero, também, esta prática moralmente condenável e que atinge a dignidade do profissional em questão.
    Os Delegados Regionais do IEFP foram chamados ao Secretário de Estado do Emprego, que os confrontou com a notícia da exoneração das suas funções no final deste mês de dezembro de 2015, mas sem justificar devidamente as razões aos altos dirigentes abrangidos. Note-se que os Dirigentes em questão foram sujeitos a um processo de concurso público para exercerem as respectivas funções, através da CReSAP - Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública.
    Note-se que a CReSAP é uma entidade independente que assegura com transparência, isenção, rigor e independência as funções de recrutamento e seleção de candidatos para cargos de direção superior da Administração Pública e avalia o mérito dos candidatos a gestores públicos.
    Além disso não estaremos perante um dirigente designado em resultado de uma nomeação política, mas sim designado por concurso, em janeiro de 2015 por um período de 5 anos.
    Por essas razões, repudio sem hesitação esta forma de tratamento, e manifesto a mais viva solidariedade para com o Delegado Regional do IEFP do Alentejo, Dr. José Palma Rita, pessoa que fez um trabalho notável em prol da Região nos últimos 4 anos.
    Reconhecido pelas diferentes instituições e empresas da região não merecia tal tratamento.
    É assim que funciona este Governo do PS – Partido Socialista, apoiado pelos restantes partidos da esquerda, BE - Bloco de Esquerda e CDU – Coligação Democrática Unitária. Esta não foi a prática do anterior Governo da coligação PSD / CDS-PP, optando por opções transparentes, relevando a competência, promovendo a designação através de concursos públicos.
    Mais uma vez critico a maneira como o PS trata a administração pública, tornando-a um braço do partido.
    Esperemos que este não seja mais um recuo provocado pelo Governo do PS.

    António Costa da Silbva

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    1. Só podes estar-nos a contar uma anedota. Com que então a nomeação do Palma Rita e de todos os outros, que a coligação nomeou, não foram nomeações politicas, foi por mérito que os 5 delegados regionais do IEFP eram todos do PSD e do PP tal como 18 dos 19 Diretores da Segurança Social. Só podes estar a brincar connosco.

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    2. Não há um espelho lá em casa?

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  3. Espero que o actual governo tenha a Coragem de Demitir o presifente da ARS.

    Responsavel pelas politicas destruidoras do SNS e a entrega do Hospital de Serpa.

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    1. Isto cada um fala daquilo que sente na pele...

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  4. Na dir.regional da segurança social nos ultimos quatro anos foi realizada uma politica assistencialista.

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  5. Começam as nomeações .....mesmo quando os atuais dirigentes foram nomeados pela CRESAP na sequência de concurso. Sabem quem irá pagar as indemnizações por cessação indevida da comissão de serviço? Eu sei e estou farto disso!!!

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    1. Pois é, custa não custa? Afinal o PSD + o CDS fizeram precisamente o mesmo, ou já estão esquecidos? Só que o PSD + CDS criaram um coisa chamada CRESAP, a qual deveria efectuar os concursos para os dirigentes da Administração Pública, só que essa entidade pode ter sido tudo menos independente, ou será que só os Boys do PSD e do CDS é que eram competentes? Sim, todos sabemos que no meio houve alguns, muito poucos que até eram do PS. Mas isso foi para lançar alguma poeira nos olhos da opinião pública. Quanto às indemnizações, pois podes estar descansado, que desta vez estes Boys não levam nada, e sabes porquê? Porque a nova lei diz a indemnização só é devida se o nomeado tiver tomado posse à meno de um ano, e é o caso destes dirigentes, todos eles tinham tomado posse a 1 de Janeiro de 2015, dai que tenham sido exonerados no dia 31 de Dezembro. Pois é, desta vez, o oportunista Palma Rita saiu-lhe o tiro pela culatra, além de ser despedido do seu posto de trabalho, não vai receber um chavo. Boa...

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  6. Ai Portugal coitadinho...os partidos existentes e o seu boyarismo, empurram miseravelmente o país para o fosso. Agora até o Bloco de Esquerda e O Partido Comunistab andam a comer da gamela do Estado

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  7. Pois é, custa não custa? Afinal o PSD + o CDS fizeram precisamente o mesmo, ou já estão esquecidos? Só que o PSD + CDS criaram um coisa chamada CRESAP, a qual deveria efectuar os concursos para os dirigentes da Administração Pública, só que essa entidade pode ter sido tudo menos independente, ou será que só os Boys do PSD e do CDS é que eram competentes? Sim, todos sabemos que no meio houve alguns, muito poucos que até eram do PS. Mas isso foi para lançar alguma poeira nos olhos da opinião pública. Quanto às indemnizações, pois podes estar descansado, que desta vez estes Boys não levam nada, e sabes porquê? Porque a nova lei diz a indemnização só é devida se o nomeado tiver tomado posse à meno de um ano, e é o caso destes dirigentes, todos eles tinham tomado posse a 1 de Janeiro de 2015, dai que tenham sido exonerados no dia 31 de Dezembro. Pois é, desta vez, ao oportunista Palma Rita saiu-lhe o tiro pela culatra, além de ser despedido do seu posto de trabalho, não vai receber um chavo. Boa...

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    1. O comentador de serviço Manoelinho pode ter toda a antipatia ou até mesmo ódio poe algumas pessoas, o que aceito. Não pode é ser mentiroso nem escrever ou comentar sem antes se informar, lançando assim difamações sobre outras pessoas.
      Deveria o Manoelinho saber que a pessoa que ele pretende atacar é Técnico Superior no topo da carreira há 20 anos, no IEFP, tendo recebido durante os últimos 4 anos pelo seu vencimento de origem e não pelo cargo que ocupava, cuja remuneração era inferior.
      Por isso, a pessoa que ele pretende atacar, não teria nunca direito a indemnização, logo, parece-me uma aberração de uma mente essa sim aberrante, chamar oportunista a alguém nestas circunstâncias.

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    2. Primeiro:
      Vejo que não contrapõe a minha afirmação de que o PSD+CDS fizeram precisamente o mesmo, aliás, todos os governos desde o 25 de Abril que assim o fizeram.
      Segundo:
      Não sou comentador de serviço, não utilizo é o esquema do anónimo, em que a mesma pessoa pode fazer os comentários que quiser, como se varias pessoas se tratasse.
      Terceiro:
      Não tenho qualquer ódio de estimação pelo Sr. Palma Rita:
      Quarto:
      Não iria receber indemnização, ainda bem para ele, que já está no topo de carreira há mais de 20 anos, porém coisa estranha para quem tem quanto muito 30 anos de serviço, pois toda a gente sabe que um técnico que não seja Boy levará na melhor das hipóteses 30 ou mais anos para chegar ao topo, curiosamente para este senhor 10 ou menos anos chegaram, é como o PCP diz, é OBRA.
      Mas para v/informação tal só foi possível, porque existia uma lei do tempo de Cavaco como 1.º Ministro em que um funcionário, quando se encontrava em comissão de serviço numa categoria de chefia, por cada três anos dessa comissão subia um escalão, logo um funcionário que estivesse 9 anos como director, subia 3 categorias, se estivesse 12 anos subia 4 categorias, ou seja, como Palma Rita esteve muitos anos como director do Centro de Emprego, subiu ao topo em menos de nada, enquanto que os seus colegas continuam a patinar em concursos sobre concursos para chegar ao topo, se é que lá chegarão algum dia.
      Felizmente essa Lei foi revogada por Sócrates, aliás este mesmo quando 1.º Ministro criou uma Lei de Chefias em que a) Era proibida a nomeação de dirigentes logo que o governo fosse exonerado; b) Esses dirigentes caiam juntamente com o governo, sem direito a indemnização. Pronto, já sei que vou ser apelidado de Socrático, em termos políticos sim, em termos jurídico NÃO.

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    3. Correcção:
      Onde está em termos jurídicos NÃO, deverá estar, em termos judiciais NÃO.

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  8. Ao Manoelino de Évora

    A existência de concurso para cargos superiores é um princípio aceite por todos os trabalhadores da administração pública e cidadãos. O Diretor-Geral deve ser isento e deve permanecer e trabalhar com qualquer nomeado político que dura uma legislatura quando dura. Quem assegura a continuidade destes serviços devem ser os respetivos dirigentes, que portanto não podem estar sempre sujeitos ao ciclos políticos. Embora com deficiências, os concursos da CRESAP eram um avanço em relação à situação anterior.
    É importante perceber que os trabalhadores já não têm pachorra para o vai e vem de dirigentes, para a falta de orientação para os serviços, ou, pior, para orientações contraditórias.
    Enquanto não se compreender isso, bem podem falar em reformas da administração pública!

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    1. Este esquema de concursos de brincadeira, nada mais foi do que atirar poeira para os olhos dos eleitores, pois toda a gente sabe que sempre assim foi e sempre assim será. Todos os governos assim procederam, pelo menos a nível de dirigentes de primeira linha, ou seja Directores e Subdirectores Gerais/Regionais, aliás até se compreende, pois seja qual for a área de actuação, um Ministro quer trabalhar com pessoas de sua confiança
      Até poderia aceitar que os dirigentes fossem escolhidos através de concursos, mas para isso teríamos de fazer a tal reforma da administração pública que continua por fazer, para tal era necessário que os lugares de chefia fossem de carreira, em que um director Geral/Regional fosse totalmente apartidário e seguisse as orientações recebidas e executando-as sem hesitar e sem “bufar” aos partidos da oposição.
      Mas para isso, para além da tal reforma da administração teríamos que fazer a reforma das mentalidades, que como toda a gente sabe, é praticamente impossível de realizar.

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  9. Vão ver o que se passa na Universidade,as afilhadas são promovidas a chefe sem concursos.......................a corrupção na AP é um facto.

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