quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Centro Comercial junto às muralhas em Évora: movimento de opinião pretende a realização de um referendo local


A construção de um Centro Comercial nas Portas de Avis, em Évora, na zona circundante às muralhas que delimitam a zona classificada como Património da Humanidade, continua a suscitar polémica. A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal aprovaram a venda do terreno municipal, onde este empreendimento futuramente se poderá localizar, de 2,85 hectares pelo valor base de  4.421.920,00 €. A Câmara divulgou recentemente na sua página na internet o Caderno de Encargos para a alienação deste terreno (ainda que sem a planta de localização). Já anteriormente, o Grupo Pro-Évora tinha vindo a terreiro, em comunicado, dizer que este "Caderno de Encargos" não contemplava a totalidade das afirmações e condicionalismos referidos pelo presidente da Câmara de Évora no debate que aquela entidade promoveu sobre o dito "empreendimento comercial".
Entretanto está em marcha um movimento de opinião que pretende a realização de um referendo local sobre esta matéria, posição que tem sido defendida, nomeadamente através de uma página criada na Internet: TENHO OPINIÃO.
Tudo indica, pois, que este não seja um assunto, "morto e encerrado", como muitos pretenderiam.

13 comentários:

  1. Mas quem quer o referendo??
    Só o mesmo que aqui escreve sempre a dizer mal.
    Desistam de proteger os maus comerciantes que cá temos. Está na hora de deixar de ir ao Montijo, Setúbal ou Almada.
    Construam de uma vez o raio do CC. Se não for viável, é dinheiro de privados. Entretanto a CME já recebeu o dinheiro do terreno. É só vantagens.

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    1. Façam o referendo. Façam e vão ver a surpresa que têm.

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  2. E qual o custo de um referendo? Convém apurar isso, antes de mais...

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  3. Será assunto, "morto e encerrado", se voltar a não houver pretendentes, tal como aconteceu no tempo do dr. José Ernesto, quando ninguém quis pegar no projecto.

    O referendo que aqui falam é verdadeiro disparate (*). Deviam tê-lo feito, aquando da aprovação do PU que definiu aquela localização disparatada para um Centro Comercial. Agora resta-lhes pedir que iniciem um processo da alteração do PUE e esperar que daqui a um ou 2 anos esteja aprovado (com os pareceres de quem agora diz ser contra, mas que na altura se esqueceu de falar ou simplesmente aprovou).

    (*) Planos de Ordenamento estão obrigados a discussão pública e à participação dos cidadãos, mas não são referendáveis.

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  4. Quer o referendo quem não desiste de ter opinião e não se resigna a deixar comprometer o futuro da cidade.

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  5. Há uma súcia de especuladores que querem continuar a viver à
    dos cidadãos e a afundar oo concelho.

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  6. Évora sempre foi dominada por um bando de conservadores que nada deixam mudar . Vejam ao estado a que chegámos ! Querem maior atraso ? Pensei que este bando de velhos do restelo já tivessem ido todos para um lar mas afinal aqui continuam : no pró Évora , nas listas do BE , na direção da cultura . Uma miséria . Façam o referendo e quem ganha vai ser o progresso

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  7. Mas nesta cidade nada pode ser feito?
    Afinal quem é que não quer?...

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    1. Perguntem à súcia especuladora, quando é que o Centro Comercial de Almeirim, que está "quase" acabado, vai ser inaugurado e abre as portas ao público?
      Évora está ansiosa por saber!

      O referendo devia perguntar aos eborenses:
      1
      se preferem acabar a obra do centro comercial de Almeirim
      2
      ou se preferem mais uma ruína de centro comercial do outro lado da cidade
      3
      e já agora, quem é conhece um maluco que queira financiar um empreendimento tão obviamente insustentável.

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    2. Parece que há "malucos" que querem construir o CC, dai que a autarquia apenas tem vender o terrenos e obrigar a sua construção no prazo de dois ou três anos, e se o não fizer, os terrenos reverterão para a Autarquia sem direito a reembolso ou indemnização.
      MdM

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  8. Em princípio sou a favor deste empreendimento naquela zona, já que Évora é das poucas capitais de Distrito, que não tem um Centro Comercial que possam servir a sua população, já que se alguém quer adquirir determinado bem, tem de se deslocar a Almada, Montijo ou mesmo Badajoz.
    Agora, há uma coisa que o caderno de encargos não prevê, que é o ipo de construção, vamos ter uma construção tipo pré-fabricado, como é o Aki, Os Mosqueteiros e os Pingo Doces? Ou será uma construção integrada na paisagem não a agredindo? Veja-se o exemplo da Fórum de Faro, bem como o Centro Comercial de Albufeira Guia.
    Há pois que a autarquia antes de adjudicar a venda do terreno, obrigo os concorrentes a apresentar um esboço daquilo que pretendem construir.
    Nota final, se já existem negociações com uma entidade interessada neste empreendimento, como é vai ser efectuada a venda por concurso, e se surgir alguém interessado na aquisição que não esteja ligada a estes empresários, como é que a Autarquia vai “descalçar essa bota”
    Para todos aqueles que vem aqui destilar o seu veneno contra o empreendimento, pois todos nós sabemos como é, normalmente vem de gente que nada faz na vida senão dizer mal.
    MdM

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  9. Na meia duzia de conservadores encapotados que tudo fazem para impedir que esta cidade se desenvolva, está um grupo de nome Pró-Évora, que há muitas décadas contribui largamente para o atraso de vida nesta cidade.
    Dizem-se intelectuais mas acabam na sua pratica, por se revelarem inconsequentes e senis nos argumentos que apresentam.
    Fazem «alianças» com as forças clericais como as fazem com os comunistas e sociais democratas.São pau para toda a colher, desde que resulte dessas suas intervenções uma espécie de catarse das suas frustrações pessoais e sociais.

    Que seja ignorado o papel desta agremiação no panorama politico, economico e social desta cidade, ou com eles nunca mais lá chegamos...

    Emanuel

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  10. Amarraram ideologicamente a cidade de Évora ao Socialismo/Comunismo.

    Não fossem duas multinacionais a instalarem-se por aqui (diga-se, com o partido comunista acerrimamente contra) e a pobreza dos espíritos era ainda maior...

    Pobres Eborenses que nem cinema podem assistir...

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