quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A válvula do sistema político

O resultado das eleições presidências expressa mais certezas do que dúvidas. O prof. Marcelo Rebelo de Sousa venceu as eleições porque era o melhor candidato e aquele que melhor compreendeu o eleitorado.
A estratégia adoptada mostrou-se a mais inteligente e a mais lúcida. Os afectos e o contacto com as portuguesas e os portugueses, funcionaram na perfeição.
Por outro lado, a vitória do Prof. Rebelo de Sousa, nas circunstâncias em que ocorreu, conferem-lhe uma grande legitimidade politica. Apresentou-se ao eleitorado sem as “máquinas” partidárias e sem os habituais outdoors, cartazes e autocolantes. Foi, por isso, uma campanha frugal e adequada aos tempos em que vivemos. Os problemas do país são muitos e complexos.
Contudo, as competências do presidente da república não lhe permitem governar, nem executar um programa de governo. Neste sentido, Marcelo Rebelo de Sousa, fica vinculado à constituição. Unicamente, a esta. Por isso, no caso da atual maioria não se entender, o presidente não pode, nem deve permitir que a governação se torne numa agonia politica. Deve, portanto, garantir o regular funcionamento das instituições e devolver a voz ao povo. É assim que um país democrático deve funcionar.
Pelo que, sendo o presidente eleito um bom e consciente conhecedor do sistema político português, estou certo que irá usar as suas competências de forma independente e sempre atento o superior interesse nacional. De resto, nem os mercados financeiros, os nossos credores, seriam complacentes com tacticismos bacocos. Venham eles donde vierem. Como, também, a possibilidade de uma nova intervenção externa, é uma miragem, nem está afastada de todo.

José Policarpo (crónica na rádio diana)

8 comentários:

  1. O comentador Marcelo, filho de um alto dirigente do regime fascista, afilhado do Marcelo Caetano, desde menino pque estava predestinado vir a ser presidente de qualquer coisa.

    Falhou como presidente da câmara de Lisboa.
    Falhou como presidente do "conselho".
    Teve grande sucesso como comentador aldrabão e intriguista.
    Restava-lhe ser Presidente da Republica.

    Na verdade, o Marcelo teve a campanha mais cara de todos os candidatos. Há 20 anos que a campanha é suportada pelo estado e pelos cidadãos, através de todos os meios de comunicação, pelos jornalistas, apresentadores, e comentaristas da sua laia, em particular os que desinformam nos canais da direita, a começar pelos do Balsemão, cabecilha e representante do clube de Bilderberg em Portugal. Não é por acaso que a festa da candidatura se fez na sede da Impresa, empresa de propaganda do Balsemão.

    O Marcelo apresentou-se separado das "máquinas partidárias" com o acordo das mesmas "máquinas partidárias", porque era imperioso que se apresentasse limpo e inocente dos crimes que as "máquinas partidárias" do PSD/CDS praticaram contra o Portugal e contra os portugueses, crimes que o comentarista Marcelo sempre apoiou.

    A eleição do Marcelo é mais um embuste, preparado com grande antecedência pela extrema direita, para mais uma vez enganar os portugueses, e levá-los a eleger políticos às ordens da extrema direita.

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  2. Ainda não tomou posse,já este senhor está a apelar ao Derrube do governo por parte do Presidente.

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  3. Marcelo não precisou de fazer campanha,durante mais de 20 anos foi o que andou a fazer nos media.

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  4. Marcelo não precisou de fazer campanha,durente mais de 20 anos não soube fazer outra coisa ,e ainda recebia dinheiro dos media.

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  5. Segundo este artista, Marcelo deverá convocar novas eleições, ou seja, sempre que um partido (leia-se PSD) não conseguir maioria absoluta, o presidente deve convocar eleições. Triste forma de ver a política. Mas uma coisa tenho a certeza, e eu não votei em Marcelo, mas tenho a certeza que o mesmo não cairá na tentação de o fazer, pelo que não levará muito tempo a que a direita queira novas eleições não para o Parlamento, mas para substituir o presidente cata-vento (expressão de Passos Coelho). Quando é que esta gente mete na cabeça que 2 milhões é menor que dois milhões e seiscentos mil votos?
    Não à pachorra para este tipo de gentinha.
    Du Campo

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    Respostas
    1. Atão ná havia lá escola nu Campo?
      É que "Não há pachorra" escreve-se com "h".
      Cá por mim, que nunca andei a guardar porcos como a engraçadinha da Marisa, tu já estás chumbado, assim como o Costa e toda a Esquerda que o segura por enquanto.
      A Esquerda é como a Zorrinha, é burrinha.

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    2. Se a esquerda é burrinha, lá isso não sei, mas que a direita é esganiçada e trauliteira, disso tenho a certeza. Aliás, para mim poucas diferenças existem entre boys de esquerda e boys de direita, são todos apalermados. Mais, há boys que mais parecem aqueles cãozinhos pequenos que não tem cara para levar uma chapada, mas que se fartam de ladrar quando se aproximam dum rottweiler, é o caso da putativa candidata a substituta do paulinho das feiras, ladra, ladra, mas não passa dai, (deve pensar que é algum submarino), mas os grandes nem lhe ligam.
      (não é nu Campo, quanto muito seria no Campo, mas sim Du Campo)
      Du Campo

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  6. Porque é que o Jerónimo nao se candidatou???? ainda aqui há uma mão cheia de anos e toda agente o conhece. Os comunistas foram os que mais estafaram nestas eleicoes para estar ao nível do Tino de Rãs

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