sábado, 12 de dezembro de 2015

Manuel Marchante sucede a Luís Pardal à frente da Associação de Estudantes da Universidade de Évora

O aluno do doutoramento em Gestão Manuel Marchante vai ser o novo presidente da Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE), sucedendo no cargo a Luís Pardal.
Manuel Marchante, que liderou a lista A, venceu as eleições, realizadas na quinta-feira, com 1150 votos, enquanto a lista R, encabeçada por João Fortes, obteve 895.
O presidente eleito é membro da direção cessante da AAUE, assumindo a coordenação do Desporto e Saúde.
Manuel Marchante, 24 anos, tem como prioridades as áreas da “pedagogia e política educativa, ação social e apoio ao estudante e desporto e cultura”.

8 comentários:

  1. E o que feito do Luís Pardal?

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  2. Vamos correr com eles!
    Força camaradas!
    O chefe Costa avançava intrépido em direcção ao Castelo.
    Vamos correr com eles!
    E correram.
    Já estão instalados.
    Para se protegerem, reuniram as tropas e chegaram a acordo para a defesa do Castelo.
    A Guarda Pretoriana ficou a cargo do BE.
    O PCP ficou com a missão mais discreta de defesa do Costa do Castelo. Espalhados pelo Reino, vestem à paisana e vigiam o povo como a PIDE fazia.
    Entretanto, os ministros do Costa, posse tomada, chegam-se ao Rei e perguntam o que fazer.
    O Ministro das Finanças:
    - Senhor, aqueles malandros disseram que tinham os cofres cheios, mas afinal isto está à pele. O que faço eu?
    O Senhor:
    - Não fazes nada, quando te perguntarem alguma coisa, dizes que o Governo está a trabalhar para acabar com a austeridade.
    A Ministra do Mar:
    - Senhor, o que faço eu?
    O Senhor:
    - Nada. Olha, ficas a ver navios. Se te perguntarem alguma coisa dizes que está tudo a correr bem. Os peixes vão pôr ovos, nascem peixinhos e os pescadores vão ao mar e pescam-nos.
    O Ministro da Economia:
    - Senhor, o que faço eu?
    O Senhor:
    - Porra, de Economia percebes tu. se tiveres dúvidas deixa funcionar o mercado. Não é isso que os economistas dizem quando não sabem o que fazer à vida?
    Qual é o problema? Tudo se há-de resolver.
    Vamos acabar com a austeridade,
    temos um Governo legítimo,
    exxxtável,
    duradouro,
    Como diz o camarada Carlos César.
    E diz aos outros que não me venham chatear a cabeça.
    Eu sou o 1º Ministro, faço jogadas e dou entrevistas.
    Façam como eu,
    desenrasquem-se.

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  3. Um centro comercial às Portas de Aviz, nuca vingará, e digo-vos porquê:
    Há várias condições eliminatórias para que um centro comercial possa ser viável, e a principal, é conseguir reunir num só espaço as tão desejadas grandes lojas de marcas internacionais, ou até mesmo nacionais mas de grande procura. Com a Worten, SportZone, Decathlon, Staples, Pull&Bear, já instaladas noutras zonas da cidade, o centro comercial estará sempre "incompleto", não conseguindo atrair assim o volume de clientes necessário à sua subsistência.
    No entanto, será interessante vê-lo falhar, e ficar a fazer companhia ao momo que já lá está à saída da Rotunda de Aviz para o Bacelo...

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  4. Este centro comercial deve ser como o cinema prometido pelo vereador Luciano e pelo presidente Pinto para o espaço junto do Terminal Rodoviário que abriria até ao fim do ano. Consta que os bilhetes para a inauguração já estão todos esgotados.

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    1. Foi prometido vender terrenos municipais para construir um Cinema e um Centro Comercial. As promessas de venda dos terrenos estão a ser cumpridas.
      O resto - a construção e exploração dos empreendimentos - cabe aos empresários. Se conseguem ou não, isso é lá com eles...

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  5. Há quem ainda não tenha percebido que não é a câmara que deve construir cinemas e centros comerciais.
    1
    Porque não é da sua competências construir equipamentos comerciais para os privados explorarem (como fizeram com a Praça de Touros).
    2
    Porque o que compete à câmara, é prover as infraestruturas necessárias para que iniciativa privada possa promover esses negócios, em condições de higiene, segurança publica, e acessibilidade.
    3
    Porque a câmara foi deixada falida, e sem dinheiro, a câmara tem que assegurar em primeiro lugar as infraestruturas e a sua manutenção, ou seja os meios básicos e vitais para que os munícipes e os negócios possam viver, nomeadamente a água, os esgotos, e as vias de comunicação.
    4
    Porque, se os privados não construírem, ou se forem à falência, ou se fugirem, etc., a câmara a nada os pode obrigar.
    5
    Por isso, a única coisa que a câmara pode fazer é, no contrato de venda do terreno e no licenciamento do projecto, impor penalizações contratuais aos empresários, no caso de virem a causar qualquer prejuízo ao município.

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