quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Câmara de Évora aprova por unanimidade (CDU, PS e PSD) venda dos terrenos na Porta de Aviz


Em reunião pública de 9 de Dezembro

A Câmara Municipal de Évora aprovou as Opções do Plano e Orçamento para 2016 e o seu envio à Assembleia Municipal com quatro votos a favor (CDU), duas abstenções (PS) e um contra (PSD). Estes documentos visam consolidar o novo ciclo político iniciado no presente mandato, estando em processo de afirmação e consolidação as novas orientações estratégicas para a renovação e reestruturação do Município bem como a consensualização e implementação de uma nova estratégia de desenvolvimento da cidade e do concelho em interação com a Região Alentejo.
O Presidente do Município, Carlos Pinto de Sá, apresentou a proposta, explicando que o tema geral desta são os 30 Anos da Classificação de Évora como Património da Humanidade. Apontou algumas das principais características legais e técnicas bem como condicionantes, nomeadamente financeiras e económicas, destes documentos. Destacou ainda um conjunto de realizações que pretende concretizar para dar respostas às principais necessidades, visando assim prosseguir o trabalho da melhoria do serviço público e do desenvolvimento do concelho.
Explicou também que o orçamento global é reduzido em cerca de um milhão de euros, situando-se nos 87,9 milhões. As obrigações financeiras em 2016 estão parcialmente reduzidas, o que permite uma margem para investimento e para algumas atividades próprias do Município.
Foi aprovada por unanimidade a proposta, a submeter a Assembleia Municipal, da venda do direito de propriedade ou, na falta de interessados, constituição do direito de superfície, em concurso público, de terrenos nas Portas de Aviz para a eventual construção de empreendimento comercial.
Uma proposta dos serviços camarários para aprovar e submeter a discussão pública a delimitação da Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico, foi aprovada por unanimidade. O período de discussão pública é de 30 dias, voltando depois a reunião de Câmara e sendo posteriormente remetida à Assembleia Municipal.
Aprovação unânime mereceu também a proposta de submissão à Assembleia Municipal de celebração de Contratos Interadministrativos com as Juntas de Freguesia/Uniões de Freguesias para 2016. Através de contratualização, serão delegadas competências nos órgãos das freguesias, nomeadamente de gestão de refeições e refeitórios escolares, transportes escolares, atividades de animação e apoio à família e gestão e conservação de cemitérios. (nota de imprensa da CME)

14 comentários:

  1. Com o Zé do Cano ficámos sem os poucos anéis que tinhamos. Agora com o Pinto da propaganda corremos o risco de ficar sem dedos. Será que foi alguma maldição que nos caiu em cima?

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    1. Não, é por um lado o atraso de vida que existe em Évora. Com gente tacanha, de vista curta, invejosos do carro do vizinho, mesquinhos até dizer chega.
      E por outro lado tardar em aparecer um punhado de pessoas libertas dos complexos de Esquerda, empreendedoras, cultas, que constituam uma alternativa a esta miséria de política de Esquerda que tanto tem contribuído para a ignorância e atraso dos eborenses.
      Todos sofremos pela falta dessa alternativa.

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  2. Évora vai ter 2 centros comerciais um esta em fase de acabamentos e outro vai ficar igual em fase de acabamentos,onde este grupo de investidores vindos da associação de comerciantes dispoe de 67 milhões para construir todo o projeto?Muito estranho,cheira a esturro!

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    1. Se não houver investidor com "67 milhões para construir todo o projeto" não vejo onde está o problema. Ninguém compra o terreno e tudo fica como está.

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  3. Senhores vereadores ficam responsáveis pela construção e dos atentados que forem cometidos,zona das muralhas,aqueduto ,forte e baluarte.

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  4. Agora, os factos são estes:
    Essa trincheira (venda dos terrenos municipais) está perdida.
    Portanto há que recuar, e cavar nova trincheira:
    1
    É preciso rever o plano de urbanização, fundamentar e negociar a mudança o uso dos terrenos, para um novo uso, necessário e sustentável, seja ele qual for.
    2
    É preciso um plano de pormenor que estabeleça:
    - condições de salvaguarda e enquadramento da "zona verde monumental",
    - solução viária que integre, as entradas Norte/Nascente na cidade, o remate do loteamento dos Leões, o acesso à escola das Pites, etc.

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    1. Nesta trincheira deviam estar colocados todos os que são contra a construção do centro comercial nas Portas de Aviz. E, convém não esquecer, a trincheira devia ter sido construída logo em 2011, quando a revisão Ernestina do PUE definiu a localização de um centro comercial naqueles terrenos. Nessa altura é que as forças vivas da cidade se devia ter levantado. Agora pode ser demasiado tarde. A única esperança reside na inexistência de comprador para os terrenos que vão ser postos à venda.

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    2. Isso da esperança, não é trincheira para nada.
      É enfiar a cabeça na areia.

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  5. O centro construido na zona industrial não tem viabilidade,foi um erro da gestão PS.

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    1. O que é que PS tem a ver com um investimento privado????

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  6. E o centro comercial ás Portas de Aviz é exactamente igual ao de Almeirim e um erro agora do PCP.
    Esperem para ver o que vai dar.

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  7. Se não houver investidor com "67 milhões para construir todo o projeto" não vejo onde está o problema,fica a construção a meio e ainda acaba em moradias ou apartamentos de luxo,simples!

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  8. a CDU que não se esconda no PDM , porque por esse facto, não esta obrigada a vender. SE venderem a decisão e da CDU , e acabou, tudo o resto e treta e propaganda. não nos façam de parvos. julgam que somos estúpidos? então são muito mais ignorantes e maléficos do que nós pensamos. São como as ervas daninhas !

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  9. Peço encarecidamente que, se souberem, e sem teorias macabras ou simplesmente estapafúrdias, o porquê de não se poder utilizar o já quase construído na totalidade shopping no retail park.
    Uma obra quase completa. Qual a razão para não se terminar o que já foi iniciado? É do bes? E quanto vale? Não se vende? Não é viável? e há uns anos era a melhor opção?
    Faz sentido deixar uma obra daquelas como está?
    Porquê rebentar mais não sei quantos milhões para erguer mais um mamarracho, desta feita mais pertinho do centro da cidade?
    E não estou a querer gozar.
    Queria mesmo que alguém me soubesse responder.

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