quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Pro-Évora: hoje segundo debate sobre o Centro Comercial das Portas de Avis


A Câmara Municipal de Évora (CME) deu a conhecer a existência de investidores interessados em construir um centro comercial na cidade de Évora, situado junto às Portas de Avis.
O Grupo Pro-Évora (GPE) decidiu realizar um ciclo de conferências seguidas de debate sobre os problemas que a criação de um centro comercial envolve, convidando oradores conhecedores deste tipo de problemáticas. 
Próxima sessão: dia 25 de Novembro – António Melgão, Presidente da Associação Comercial do Distrito de Évora; Margarida Cancela de Abreu, Vice-Presidente da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas.
Terceira sessão: dia 2 de Dezembro.
Todas as conferências/debates terão início às 21 horas, na sede do Grupo, na Rua do Salvador, nº 1, em Évora.
A moderação dos debates será feita pela Presidente do GPE, Aurora Carapinha, arquitecta paisagista, professora da Universidade de Évora.
O GPE convida todos os interessados a participarem nesta iniciativa. 

3 comentários:

  1. Ele é debates atrás de debates, são sessões de esclarecimento, são reuniões... Falam, falam, falam, mas não fazem nada...
    Caramba, Évora ainda não tem o tal Centro Comercial, e já estou farto dele! Da minha parte, bem podem deixar tudo como está. Se quiser fazer compras, vou a Badajoz, e se quiser ver um cinema, vou ao Montijo. Fiquem lá com o vosso centro comercial, forum, ou o que lhe quiserem chamar, com o decrépito comércio do centro histórico, com isso tudo. Mas por favor, parem de andar a alimentar falsas esperanças aos eborenses. Já não há pachorra...

    ResponderEliminar
  2. Apoiado. É uma vergonha. Badajoz e montijo ao fim-de-semana têm mais eborenses que a cidade de évora.

    ResponderEliminar
  3. A Esquerda é isto!
    Só quer a mama do Estado à custa dos impostos que a larga maioria do povo português paga.
    A maioria que trabalha nas actividades privadas, está à vista.
    3 milhões trabalham no privado para pagar os impostos que alimentam 600 000 funcionários públicos dos quais só metade trabalha efectivamente.
    Aos que andam no Estado a viver à nossa conta, a Esquerda quer tê-los a fazer só 35 horas por semana.
    Já que pouco ou nada lá andam a fazer, o António Costa quer que só lá estejam 35 horas. Não vale a pena lá estarem mais tempo. É esta a lógica da Esquerda.
    É popular para os funcionários públicos e dá votos.
    A gente cá está para lhe pagar os vícios.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.