sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Grupo Pró-Évora debate construção de Centro Comercial nas Portas de Avis



A Câmara Municipal de Évora (CME) deu a conhecer a existência de investidores interessados em construir um centro comercial na cidade de Évora, situado junto às Portas de Avis.
O Grupo Pro-Évora (GPE) decidiu realizar um ciclo de conferências seguidas de debate sobre os problemas que a criação de um centro comercial envolve, convidando oradores conhecedores deste tipo de problemáticas. 
Primeira sessão: dia 10 de Novembro (3ª feira) – Carlos Pinto de Sá, economista, Presidente da CME; Nicolau Santos, economista, director-adjunto do jornal Expresso.
Próximas sessões: dias 25 de Novembro e 2 de Dezembro.
Todas as conferências/debates terão início às 21 horas, na sede do Grupo, na Rua do Salvador, nº 1, em Évora.
A moderação dos debates será feita pela Presidente do GPE, Aurora Carapinha, arquitecta paisagista, professora da Universidade de Évora.
O GPE convida todos os interessados a participarem nesta iniciativa.

15 comentários:

  1. Podiam convidar também o Artur Baptista da Silva, é com certeza uma mais valia para o debate....................................., com o Nicolau Santos.

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  2. Ficamos com 2 centros comerciais um já construído e outro para construir é de loucos!

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  3. Venha daí um acordo. Qualquer
    05 Novembro 2015, 20:23 por Leonel Moura | leonel.moura@mail.telepac.pt
    O acordo à esquerda ultrapassou o ponto de não retorno. Falhar não é opção. Seria a hecatombe no PS, o descrédito absoluto do PC, apontado, mesmo injustamente, como o principal causador desse falhanço, e só o Bloco seria de alguma forma poupado já que tem sabido gerir bem a sua disponibilidade para o histórico encontro.

    Falhar não é, portanto, possível.



    A questão é outra. Haverá certamente um acordo, mas que acordo?



    A direita, a começar pelo Presidente da República, exige um papel assinado e carimbado pelos três partidos. Quer mesmo redigir parte substancial desse papel. Reclama que seja escrito, preto no branco, muita coisa que não faz qualquer sentido e outra tanta, que fazendo algum, nada tem a ver com o assunto.



    Desde logo há que perguntar: é mesmo necessário um papel? Convenhamos. O essencial do acordo é bastante simples. Não precisa de muita literatura. É provável que venha a ter várias páginas para agradar aos jornalistas, mas, bem vistas as coisas, uma linha bastaria. PC e Bloco comprometem-se, durante esta legislatura, a não apresentar nem votar uma moção de rejeição do Governo do PS. É tudo. E basta perfeitamente.



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  4. Continuação do exto anterior
    m caderno de encargos, em que se fala da NATO, dos 3% do défice, do Tratado Orçamental e por aí adiante é simplesmente delirante. A estabilidade governativa, que todos exigem, resume-se a uma única coisa. Um governo que dure quatro anos e que não seja deitado abaixo à primeira contrariedade. Um governo que não tenha a maioria do Parlamento contra si, como sucede com o atual.



    Naturalmente que a disponibilidade do PC e do Bloco para firmarem um tal compromisso de não rejeição exige alguma cedência por parte do PS. Não tem mal nenhum. É próprio de uma democracia avançada. Ao incidir sobretudo na área social, nomeadamente com a reposição dos salários e pensões, essa negociação não implica qualquer alteração programática em nenhum dos partidos. A ponte é feita por onde se concorda e não pela abdicação daquilo que se discorda.



    Acusar estes partidos de capitulação e mesmo de traição aos seus ideais é simplesmente ridículo. Cada partido mantém as suas ideias, o seu caminho, sendo este um momento singular do cruzamento entre trajetórias diversas. Mais uma vez a democracia é isso mesmo.



    Aliás, é absolutamente natural que os dois partidos possam continuar a rejeitar algumas leis do PS que considerem particularmente gravosas. O acordo não se deve estender à aprovação de tudo, mas ficar-se pela não rejeição do todo. Desde que isto esteja garantido, qualquer acordo é um bom acordo.



    Estamos a viver um momento único. Um salto radical na nossa democracia. A passagem a um estado adulto. Os verdadeiros democratas só podem saudar o instante em que se superou o apartheid partidário. Hoje temos um Parlamento inteiro e não um Parlamento amputado. Onde todos os partidos, e não só os três do costume, contam para a formação do Governo.



    Esta realidade vai alterar a própria dinâmica eleitoral. O voto de protesto vai perder força, ganhará o voto de convicção. O voto útil torna-se pouco relevante. Perde o partido isolado, fechado sobre si mesmo, ganham o debate, a participação e a cooperação.



    É por isso justo prestar homenagem aos três partidos, e seus dirigentes, que conseguiram quebrar o círculo vicioso da democracia portuguesa. António Costa, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa, aconteça o que acontecer, abriram um novo capítulo na nossa história comum. Nada será como dantes. A chantagem da direita sobre um PS isolado à esquerda deixou, finalmente, de fazer efeito. Daí que se deva saudar em particular António Costa, pela sua iniciativa, pela coragem, pela ousadia, num partido minado pela inércia e pelos compadrios, não só internos mas, como se vê por estes dias, que se estendem até ao PSD. Há efetivamente um PS que não consegue pensar a política além da alternância entre PS e PSD. Distribuindo cargos e mordomias entre os dois, arruinando o país e desacreditando a própria atividade política. Acabou. Com o acordo que aí vem. Qualquer que ele seja.



    Artista Plástico



    Este artigo está em conformidade com o novo Acordo Ortográfico

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  5. Acabou não começou agora, com uma maioria de esquerda podem mudar tudo o que esta mal,acabou-se as desculpas e as criticas do bota abaixo tradicional.
    Se falharem vai ser bem duro porque as desculpas não vão colar estão em maioria e derrubaram um governo eleito.

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  6. O futuro e as máquinas que vão devorar o nosso trabalho
    Uma bênção para uns, uma maldição para outros, uma certeza para todos: os céleres progressos na inteligência artificial e na automação conduzirão a um futuro em que os robots e o software irão reduzir, significativamente, a necessidade de trabalhadores humanos. Em análise, os níveis catastróficos do desemprego e da desigualdade que se avizinham e o que podem os mesmos significar no que respeita às nossas perspectivas socioeconómicas, às dos nossos filhos e, é claro, da sociedade em geral

    "Imagine uma economia completamente automatizada, onde quase ninguém terá um trabalho (ou rendimento) e em que as máquinas farão tudo. Muito antes de atingirmos esse ponto, os modelos de negócio concebidos para os mercados de massas já serão insustentáveis. De onde virá o consumo? E, se ainda existir uma economia de mercado, por que razão a produção deverá continuar se não existirem consumidores viáveis que possam adquirir o seu output?"

    Martin Ford, em Rise of the Robots: Technology and the Threat of a Jobless Future



    "Estamos interessados em robots que criem e que sejam criativos", afirma Hod Lipson, professor de engenharia na Cornell University e director do Creative Machines Lab da mesma universidade. Para aquele que é considerado um dos mais reputados especialistas a nível mundial em robótica e inteligência artificial, o futuro está ao virar da esquina e será com máquinas e software com capacidades absolutamente inimagináveis que nós, humanos, teremos de (con)viver. Mas e apesar de apaixonado pelo trabalho que faz, Lipson confessa, numartigo publicado pela revista de tecnologia do MIT, que esta está a avançar a um ritmo tão acelerado que será provável, ou mesmo certo, que os progressos na automação e nas tecnologias digitais irão provocar convulsões sociais graves – muitos postos de trabalho serão eliminados – em conjunto com o aumento da já tão desigual distribuição da riqueza – serão os mais prósperos que, para não variar, retirarão o maior proveito de todo esta "evolução".

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  7. Continuação do texto anterior
    A noção que nos acompanha, pelo menos desde a Revolução Industrial, de que os progressos tecnológicos destroem alguns tipos de trabalho, mas que criam, em simultâneo, outros tantos, tem servido para acalmar as hostes até agora. Mas e desta vez, como sublinha Lipson", "as evidências demonstram que a tecnologia está a destruir empregos, a criar novos e melhores, mas também em menor quantidade".

    E este temor de que os rápidos progressos na inteligência artificial (IA) e na automação conduzirão a um futuro em que os robots e o software irão reduzir, significativamente, a necessidade de trabalhadores humanos – e, por conseguinte, alterar as estruturas socioeconómicas – consiste numa das tendências mais "quentes" da actualidade, dando origem a um enorme "mercado" no que diz respeito a pesquisas, estudos, relatórios e, é claro, livros. São inúmeros, com perspectivas variadas e temáticas verdadeiramente interessantes, que o VER continuará a acompanhar.

    Mas e desta vez, o destaque vai para a mais recente obra de Martin Ford, empreendedor de Silicon Valley e "testemunha" ocular do que apelida como "A ascensão dos robots e a ameaça de um futuro sem trabalho", tradução literal do título do seu livro, o qual servirá como base para este artigo. E porquê? Porque Ford não acredita que esta nova "revolução" será como as que a precederam na história da humanidade.

    Para o autor, poderemos estar no limiar de uma era que é caracterizada pelo desemprego e desigualdade massivos, acompanhada pela implosão da própria economia de consumo. De acordo com a análise que o The New York Times faz do livro, o que mais assusta nas palavras de Ford é o facto de o autor não sucumbir a exageros ou a dramatismos, suportando todas as suas visões e previsões com uma análise minuciosa das consequências económicas das mesmas. Aliás, um dos "truques" da escrita de Ford, sublinhado num artigo publicado no DailyBeast, reside exactamente na forma inteligente que escolhe para apresentar situações reais, que estão já a acontecer, as quais, numa primeira análise, só poderiam ser realizadas por humanos mas, que, na verdade, já passaram para a esfera e competências das máquinas. Ou seja, a "ascensão dos robots" está já a acontecer e à vista de todos nós.



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  8. No nosso hospital praticasse a negligencia, incompetencia, arrogancia e quem sofre sao os doentes, muitos que se dizem cirurgioes sao magarefes nem operadores chegam e esta gente sao pagos com os nossos impostos. Exceptuando ums unha encravada, uma hernia ou uma apendicite, recorram aos hospitais centrais de Lisboa, Porto ou Coimbra, nao facilitem so ha uma vida. Fazem porcaria e depois lavam as maos e nao se passa nada, cambada de palermas.

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  9. Como foi possivel o hospital do nao HSE. EP ser considerado um dos cinco melhores, imagino os outros, So se for para dar ganho as funerarias. Santa Rita , Servilusa e outras, tenho pavor do hospital deEvora , pesporrerancia prepotencia incompetencia e nada acontece a esta canalha ate fazem cirurgias duas vezes a um mesmo orgao, Visicula com a desculpa que e reversivel

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  10. Boicotaram com ruídos de som a comunicação ao país do Jerónimo hoje às 19h00. Pareciam os técnicos de som da câmara de évora.

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    1. Estas enganado os da cãmara estavam a passear no Oceanârio nas horas de servico.

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  11. Para uns, a culpa é sempre dos comunistas. Para outros é sempre dos funcionários da câmara.
    Gente inteligente. Tem sempre explicação para tudo.

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  12. Os tachos socialialistas estão ai Capoulas ministro da Agricultuta,João Soares ministro da defesa etc...os comunistas permitem isto?????

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  13. Évora é uma pérola entregue a porcos! Até à data o seu património tem oferecido à cidade e aos seus habitantes dividendos, resultado da preservação que muitos defenderam durante anos. Parece que essa linha de pensamento está a ser substituída por uma não estratégia da cidade a todos os níveis. Estão a matar a galinha dos ovos de ouro e a criação deste centro comercial será mais uma pedrada, não no charco, mas no galinheiro!
    Xuxalistas e Comodistas, é tudo igual...

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