quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Carlos Pinto Sá elogia José Ernesto Oliveira por ter trazido Embraer para Évora

foto da cerimónia de lançamento da primeira pedra da Embraer

O presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, reconheceu que o executivo anterior do PS tomou uma "excelente decisão" ao trazer para a cidade a construtora aeronáutica Embraer.
“Foi possível trazer, no mandato anterior, a Embraer para Évora. Foi uma excelente decisão. Eu gosto de salientar as coisas quando são bem feitas”, afirmou.
Em entrevista à DianaFM, o autarca realçou a aposta da câmara na criação do cluster da aeronáutica, espaço e defesa e revelou a possibilidade de instalação de mais duas empresas.
“Já temos mais duas empresas, mais pequenas, que já têm acordo com a câmara para se instalarem no Parque da Indústria Aeronáutica”, adiantou.
Em Évora, já funcionam as duas fábricas da Embraer, estão em fase de instalação as unidades da Mecachrome e da Air Olesa e a francesa Lauak já reservou um lote de 20 mil metros quadrados.
“Se se concretizarem as intenções de investimento, praticamente toda a área do parque estará esgotada, o que significa que vamos precisar mais área e estamos já a procurar mais área para expandir o parque”, disse.
A entrevista ao presidente da Câmara de Évora pode ser ouvida na íntegra aqui

18 comentários:

  1. O actual presidente afirmou que tinha sido uma boa decisão.

    Não se faça disso politica rasteira e demagógica.

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  2. A notícia é sobre o elogio do Dr. Pinto de Sá ao Dr. Ernesto?
    Lá vem o cincotons com os títulos e as meias verdades do costume.

    Ninguém com juízo pode ser contra a criação de empregos.
    Nunca o PC foi contra a criação de empregos "per se", e se alguém tem provas do contrário que o diga claramente, em vez de andar a atirar calúnias e meias verdades.
    A questão é: à custa de que negócios foram conseguidos esses empregos:
    - com que financiamentos e compromissos para o estado e para o município?
    - com que isenções de impostos?
    - com que ofertas de terrenos e infraestruturas pela câmara?
    - com que beneficiários locais e nacionais?
    - com que garantias para o estado e para o município de que o investimento publico não foi para o estrito benefício do empresário privado?

    Por essas e outras, como o negócio/falcatrua/roubalheira da água, é que o município ficou falido

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  3. Para desenjoar, uma brilhante labareda de dragão colhida em de
    http://dragoscopio.blogspot.pt

    Eu tenho mau feitio. Quando se mora numa caverna e se cospe fogo pelas narinas, a cada quarto de hora, é difícil não ter mau feitio. As cavernas são escuras e húmidas, inçadas de estalactites filhas da puta que nos contendem com a cornadura e estalagmites irmãs das outras que nos intimidam os tomates. Um gajo tem que andar na própria casa com mil cuidados, como se habitasse um campo de minas.

    ler o resto em
    http://dragoscopio.blogspot.pt/2015/11/feitio-de-dragao-reposicao-de-um-postal.html

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  4. “O jihadismo não é um problema de integração”

    Nuno Ribeiro

    19/11/2015 - 07:13

    Não há um choque de civilizações, mas diferentes comportamentos no quotidiano. Os muçulmanos querem estabelecer-se em comunidades como uma comunidade à parte, aproveitando a vantagem de viver na Europa.
    Professor catedrático de Estudos Árabes da Universidade Autónoma de Madrid e membro da Real Academia de História de Espanha, Serafin Fanjul analisa para o PÚBLICO a situação das comunidades muçulmanas na Europa. O seu discurso vai contra a corrente dominante, que encontra na Europa a causa do radicalismo das segunda e terceiras gerações de emigrantes...

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  5. E o resto do bom negocio,uma divida oferecida do governo de Sócrates que prometeu a Ernesto financiar a compra dos terrenos e deixou de calças na mão.
    Não falamos da qualidade das infraestruturas com constantes buracos no alcatrão para reparação de cabos de electricidade agua esgotos uma vergonha,não juntado a vergonha de um quilometro do acesso bairro de Almeirim que é um caminho puro de cabras etc....
    Obrigado sim as EMPRESAS que se instalaram!

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  6. Acho muito interessante de alguém lúcido nesta Europa que se autoculpabiliza enternamente. è a altura se sermos seres que pensam o futuro dos filhos, ou se querem que eles não tenham futuro.

    “O jihadismo não é um problema de integração”

    Nuno Ribeiro

    19/11/2015 - 07:13

    Não há um choque de civilizações, mas diferentes comportamentos no quotidiano. Os muçulmanos querem estabelecer-se em comunidades como uma comunidade à parte, aproveitando a vantagem de viver na Europa.
    Professor catedrático de Estudos Árabes da Universidade Autónoma de Madrid e membro da Real Academia de História de Espanha, Serafin Fanjul analisa para o PÚBLICO a situação das comunidades muçulmanas na Europa. O seu discurso vai contra a corrente dominante, que encontra na Europa a causa do radicalismo das segunda e terceiras gerações de emigrantes. “O jihadismo não é um problema de integração”, sintetiza.
    Como vê a evolução do jihadismo na Europa?
    É bastante claro que o jihadismo está a aumentar de forma muito grave na Europa, sobretudo nos países com comunidades muçulmanas grandes, como a França, o Reino Unido e a Alemanha. Noutros países, como pode ser o caso de Espanha, têm sido detectadas e desarticuladas bastantes células e grupos que se preparavam para actuar na Catalunha, Madrid e Andaluzia. As prisões começaram em 2002, na Catalunha, mas há sectores da sociedade, como a esquerda, que resistem muito em abordar o assunto como o verdadeiro perigo que é. Já na Alemanha, onde a maior parte dos muçulmanos, alguns da terceira geração, são de origem turca, não têm sido defendidas teses de integrismo de tipo violento, e as comunidades tendem, assim, a integrar-se, o que é bem avaliado pela cidadania alemã.

    Na génese do jihadismo na Europa há um problema de integração?
    Não acho que seja um problema de integração. Alguns, indivíduos da segunda geração e nascidos em França, tiveram as mesmas oportunidades que os emigrantes espanhóis ou portugueses que nunca se organizaram em grupos terroristas e se dedicaram a trabalhar. A reacção terrorista deve-se a ressentimentos, frustrações pessoais que procuram no passado o refúgio contra a vida social, procuram o culpado na realidade francesa que os rodeia e não neles. Há indivíduos com estudos que arrastam um sentimento islâmico colectivo considerando que o que denominam como fracasso do islão tem origem na Europa, em França ou no Reino Unido, que a sua cultura e religião não foram consideradas como deviam nos últimos 150 anos. Culpam a Europa do atraso dos muçulmanos no século XIX e XX. Depois da Segunda Guerra Mundial, com as descolonizações, a Europa deixou vazios de poder imensos nas ex-colónias e protectorados que foram ocupados. No caso dos países muçulmanos, foram as religiões entrecruzadas com ditaduras militares ou regimes de partido único [que ocuparam o poder]. Esta base religiosa foi sempre respeitada, mesmo pelas ditaduras, tornou-se numa referência ideológica fundamental, única, o que também influenciou sociologicamente o poder do islamismo.

    O jihadismo tem grande presença em França, um país de um apurado laicismo. Há relação entre as duas situações?
    partidário da liberdade religiosa, mas penso que na Europa há demasiadas contemplações para com as comunidades islâmicas, inclusivamente ajudas não dadas a outras confissões, como as ajudas para a construção de mesquitas. Um emigrante deve ter os mesmos direitos e obrigações de quem o recebe, mas os muçulmanos querem estabelecer uma comunidade à parte, com legislação própria e aproveitando as vantagens económicas e sociais de viver na Europa. O laicismo francês permite respeitar as actividades das comunidades religiosas sempre que não intervenham no Estado, o que é um bom princípio, embora na prática seja complicado. Já em Espanha há aspectos de tolerância que são absurdos. Dou um exemplo: para tirar o bilhete de identidade está estipulado que nas fotos seja visível todo o rosto, cabelo e orelhas incluído, um princípio aplicado a todos, até às freiras. Mas por decisão administrativa, às muçulmanas é permitida a foto com o cabelo tapado.

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  7. Continuaçao.
    Diz que há princípios que impedem a plena integração dos muçulmanos. Quais são?
    Antes de tudo, a endogamia, a política de casamentos das mulheres só com muçulmanos. Já no caso dos homens é diferente, ele é considerado o chefe de família, mas o papel das mulheres na sociedade muçulmana é, para dizê-lo de forma educada, extremamente secundário, de facto a sua representação social é mínima. Outro princípio é o proselitismo. Nos países muçulmanos, o proselitismo de outras religiões está proibido, mesmo em países considerados moderados, como a Tunísia e Marrocos, a conversão de um muçulmano ao catolicismo pode levar a uma pena de prisão de quatro anos. Aliás, na Tunísia e Marrocos, o direito de família está imbuído de princípios islâmicos. Finalmente, existe a apostasia. Se um muçulmano o deixa de ser, é perseguido, e nalguns países, como o Afeganistão e o Paquistão, pode levar à pena de morte.

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  8. Em certas coisas sou de esquerda , mas do textos acima só posso ser adepto da solução de Jean Marie Le Pen. Obrigar não os europeus a islamizar-se, mas quem entre trabalhar, cumprir a lei que quem os acolhe, Não comem porco um animal digno que não assassina ninguém, não receber alimentos da cruz vermelha, vão morrer longe. Já não vou podendo ver esses troglotitas de barba que tratam a mulher pior do que o cão, mas a malta de esquerda e não só acha o máximo só porque odeiam os cristãos, mas assassinam qualquer um e ainda os subsidiam mesquitas onde os imãs ensinam o ódio a quem lhes põe o pão na boca

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  9. Uma excelente entrevista do Dr. Pinto de Sá.
    Uma entrevista de balanço dos 2 anos de mandato, esclarecedora das muitas medidas já tomadas, e doutras que se perspectivam, para tirar a Câmara Municipal do buraco em que a deixou o Dr. Ernesto.

    Infelizmente o Cincotons resolveu fazer um título à boa maneira do Correio da Manhã. Enfim, já estamos acostumados.

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  10. O Pinto de Sá não tem vergonha do que disse?
    Tudo por causa da Maioria de Esquerda?
    Eh pá, deixa lá o Zé do cano em paz.

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  11. A entrevista do sr presidente sa é uma venha . Não falou de Évora devia estar a falar de um outro concelho. As finanças e os resultados obtidos e apenas engenharia financeira e não resultado de boa gestão. Deixo lhe um conselho grátis, volte para Montemor! Tenho ainda de lembrar que o partido comunista esteve sempre contra a Embraer, fazendo manifestações contra! Este senhor é mentiroso e começa a dar vómitos aos eborenses

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    1. Chama-lhe engenharia financeira e não olhes para os números que vais longe.
      A verdade dos números é que o desequilíbrio financeiro estrutural tem vindo a ser reduzido e, se for corrigido o escandaloso acordo de cedência das águas (feito por pantomineiro incompetente), ficará resolvido. A partir daí, há condições para começar a diminuir a dívida e fazer investimentos.

      Quanto à entrevista não falar de Évora deve ser por teres ouvido uma entrevista diferente da que eu ouvi... Na entrevista que ouvi, falou de Évora o tempo todo, excepto os 10 minutos finais, quando o entrevistador perguntou sobre a situação política nacional.

      Enfim, sei que para alguns custa muito ter um presidente sério e competente, o que evidencia a incompetência do pantomineiro que, em 12 anos, conseguiu colocar a câmara na falência financeira e organizativa, mas é altura de se irem habituando. A continuar este rumo, o homem veio para ficar...

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    2. Veio para ficar bem longe ;- em Montemor, daqui por dois anos.

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    3. Já nem em Montemor lá calça com o currículo com qu fica

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  12. Durão Barroso um dos responsáveis pela situação actual.

    O que espera os actuais dirigentes Europeus para entregarem este senhor no TPI?

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  13. Ninguém com juízo pode ser contra a criação de empregos.
    Nunca o PC foi contra a criação de empregos "per se", e se alguém tem provas do contrário que o diga claramente, em vez de andar a atirar calúnias e meias verdades.
    A questão é: à custa de que negócios foram conseguidos esses empregos:
    - com que financiamentos e compromissos para o estado e para o município?
    - com que isenções de impostos?
    - com que ofertas de terrenos e infraestruturas pela câmara?
    - com que beneficiários locais e nacionais?
    - com que garantias para o estado e para o município de que o investimento publico não foi para o estrito benefício do empresário privado?
    Por essas e outras, como o negócio/falcatrua/roubalheira da água, é que o município ficou falido

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    1. Então e porque o PC perdeu o juízo mesmo, que se manifestaram quanto a Embraer, isso é um facto,porque eu vi. E agora o PC que está na câmara vendeu os terrenos a aluak e a mecatrhone a que ? Ao mesmo preço que o Ernesto por isso o Sá pode ir pra onde foi o Ernesto que é pra rua . Fora com os comunas e já agora respondo ao outro comuna de cima o Sá e tão mentiroso quanto o Ernesto , por que lhe custe admitir, mas então é o qUE é que se pode fazer, com a agravante de ser falso, pelo menos isso o Ernesto não era , são todos os parvalhão és ditadores

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  14. Os comunas deviam ter vergonha na puta da cara. Não têm um mínimo de pudor

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