quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Pois... (Agosto já lá vai e do centro comercial nunca mais se soube nada... esperemos, então, pelo cinema até ao final do ano.)


Dizem que já não vai haver cinema no final do ano! Então o Pinto de Sá também é mentiroso como o Ernesto?

Anónimo
22 setembro, 2015 23:51

10 comentários:

  1. È igual,nos últimos meses enterrou a cabeça no chão tal e qual Ernesto,tem a mesa dele e da secretaria forrada de papeis com problemas graves e não conseguem desatar o nó!
    Muito dos casos tem ver com leis,só basta aplicar a dita lei e mesmo assim não o consegue fazer,não sei se foi consequência de tanto arraial com carne e peixe assado afogado em tinto.

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  2. temos uma câmara de empata f****................
    Não picam nem saem de cima

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  3. Piteira e Michel, regressem que estão perdoados.
    Terror e chantagem? Convidam-se os Eborenses a visitar atualmente a TYCO.

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  4. Serás pobre
    por Sandra Monteiro
    Trabalhes ou estejas desempregado, serás pobre. É esta a mensagem subjacente às transformações que estão a ser feitas, em simultâneo, no mundo do trabalho e na protecção social no desemprego. É esta a sociedade de pobreza, com mais pobres e maior intensidade de pobreza, que está a ser construída de forma estrutural, porque o que se passa ao nível das remunerações salariais e da protecção social tem efeitos sobre todo o edifício económico, social e político. Uma sociedade que era já das mais desiguais antes da crise está a tornar-se mais desigual ainda.
    Portugal caracteriza-se há muito por níveis salariais extremamente baixos quando comparados com a média europeia. Mas a «desvalorização interna» dos últimos anos mostra que termos salários que são pouco mais de metade da média dos salários na União Europeia (56,4%) não é ainda suficiente nesta corrida para o abismo do trabalho (quase) escravo. Nos últimos anos, além dos cortes salariais no sector público (26%) e no sector privado (13%), registou-se uma acentuada quebra dos salários nos novos contratos e nos contratos a termo (e mais no trabalho feminino do que no masculino). Assim, entre 2012 e 2013, «verificou-se uma travagem a fundo e os salários recuaram 1,9%, correspondendo agora a uma média de 808 euros mensais líquidos»; e os trabalhadores que sofreram um corte maior, de 6% no último trimestre de 2013, foram os diplomados do ensino superior, apesar de continuarem a ter, em média, salários mais elevados [1].
    A confirmar esta percepção de que os novos empregos criados são cada vez mais trabalhos de miséria está a informação recente de que «os contratos de trabalho feitos de Outubro de 2013 para cá e que ainda estão em vigor apontam para um salário base de cerca de 581 euros brutos por mês» [2]. Isto é, os novos salários tendem a aproximar-se do salário mínimo nacional, ainda agora aumentado para os 505 euros mensais.
    A construção desta pobreza laboral, que não é uma característica nacional mas neoliberal, assenta em vários factores, da emigração forçada (superior a 400 mil pessoas) às várias formas de desregulação do emprego. Nestas formas incluem-se as deslocalizações, a precariedade, o trabalho temporário e a tempo parcial, os estágios remunerados com fundos comunitários ou públicos, sem perspectivas de inserção no mercado de trabalho, ou ainda o (auto)emprego através da criação de empresas de desespero, as quais, mascaradas por uma retórica de «empreendedorismo individual», são em geral uma via para o sobreendividamento pessoal.
    É este admirável mundo novo da emigração, da precariedade, do biscate, do estágio perpétuo e do endividamento para poder trabalhar que facilita a aceitação de remunerações cada vez mais miseráveis. O exército de reserva dos desempregados é hoje inseparável do exército de reserva dos trabalhadores pobres e das remunerações baixas. As estatísticas que usámos durante décadas terão de ser muito afinadas para traduzirem bem as novas realidades que as políticas sociais e de emprego devem combater.

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  5. Pinto de Sá fugiu de Montemor antes de acabar o mandato como presidente,Eduardo fugiu do Barreiro nem na cadeira do partido comunista da cidade se sentava,Rodrigues sempre foi um presidente de junta de linguiça assada e tinto e pouco mais,queriam milagres?Até a data não mudaram nada nem obra lançaram vão sair corridos por este andar!

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  6. Falem sobre os CORRUPTOS dos gestores,dos socateiros do cobre,das mafias que mandam na cidade.

    Têm MEDO ?

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  7. 09.20 a Autarquia de Évora tem os alimentado desde o 25 da Abril,todos mamam da fonte municipal,é uma teia que só acaba no dia que a justiça entrar no edifício da praça do Sertorio!Não é medo é a politica no topo e base do esquema com os seus seguidores!

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  8. O caso Taiko foi abafado ?

    negociatas de cobre ?

    socateiros ?

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  9. Multinacionais como a tyco a intenção é deslocalizar, não eram santos os ex-diretores, mas depois de mim virá quem de mim bom fará

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  10. Pingo e Ausenda,deixam o PS e passam para o PSD...........................

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