sábado, 29 de agosto de 2015

Évora: os "placards" ambulantes...


Parece que na Praça do Geraldo não há nada a fazer perante a permanência fixa de ''placards'' ambulantes, estoicamente agarrados ao candeeiro fronteiro ao Banco de Portugal. São eternos ! Estão lá há décadas, como muito bem sabem os eborenses. Devem constar de milhares de fotos turísticas por esse mundo fora...
Na Praça Joaquim António de Aguiar deparei no dia 29 de Agosto com este, ali deitado, retardado, esquecido e fora de prazo. O encontro nele mencionado foi há mais de um mês. Será esquecimento ou passará o jardim das Canas a ser o novo depósito de 'placards' ambulantes?
Cumprimentos

LB (por email)

11 comentários:

  1. É por isso que nao voto nesta cambada de parasitas da sociedade que sao os partidos

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  2. São os elementos do clube azia que defendem estes miúdos da autarquia que passam o tempo em festas de comes e bebes!

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  3. A ideologia do empreendedorismo esconde uma multidão de trabalhadores convencidos ou coagidos a tornarem-se «empresários» ou «donos dos seus próprios negócios» (...) uma start-up criada em 2006 tinha uma probabilidade de cerca de 3% de sobreviver ao quinto aniversário. (A esmagadora maioria termina a sua aventura empresarial cheio de dívidas, tendo gasto as suas poupanças ou da família e sem emprego; muitos com dívidas à Banca que entretanto comeu os juros do empréstimo da "ideia inovadora"; na TV passam os bem sucedidos 3%...). Talvez fosse mais fácil ao camelo da Bíblia passar no buraco da agulha...
    A recuperação do espírito de pleno emprego é uma emergência histórica, uma das certezas inabaláveis do nosso destino comum civilizado. O pleno emprego é a única forma de evitar o rebaixamento salarial aplicado a toda a sociedade e a única garantia de sustentabilidade do Estado social e da Segurança Social. É uma exigência civilizacional mínima, é a proteção de filhos e pais, que estava nos programas e nas campanhas públicas dos partidos social-democratas na década de 70 e hoje, com cinco vezes mais desempregados, foi abandonada. Sindicatos e partidos da esquerda metem-no num cantinho dos seus programas, com letras pequenas.
    Excerto do meu livro Para Onde vai Portugal? (Bertrand, 2015A ideologia do empreendedorismo esconde uma multidão de trabalhadores convencidos ou coagidos a tornarem-se «empresários» ou «donos dos seus próprios negócios» (...) uma start-up criada em 2006 tinha uma probabilidade de cerca de 3% de sobreviver ao quinto aniversário. (A esmagadora maioria termina a sua aventura empresarial cheio de dívidas, tendo gasto as suas poupanças ou da família e sem emprego; muitos com dívidas à Banca que entretanto comeu os juros do empréstimo da "ideia inovadora"; na TV passam os bem sucedidos 3%...). Talvez fosse mais fácil ao camelo da Bíblia passar no buraco da agulha...
    A recuperação do espírito de pleno emprego é uma emergência histórica, uma das certezas inabaláveis do nosso destino comum civilizado. O pleno emprego é a única forma de evitar o rebaixamento salarial aplicado a toda a sociedade e a única garantia de sustentabilidade do Estado social e da Segurança Social. É uma exigência civilizacional mínima, é a proteção de filhos e pais, que estava nos programas e nas campanhas públicas dos partidos social-democratas na década de 70 e hoje, com cinco vezes mais desempregados, foi abandonada. Sindicatos e partidos da esquerda metem-no num cantinho dos seus programas, com letras pequenas.
    Excerto do meu livro Para Onde vai Portugal? (Bertrand, 2015

    Raquel Varela

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  4. Évora está cheia de lixo. Os cartazes só vêm aumentar um pouco o monte...

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  5. Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país.

    Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado.

    Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada.

    Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.

    Para Onde Vai Portugal? de Raquel Varela

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  6. Os cartazes andam todos à banda.

    Paulo Rangel diz, e diz bem, que se o PS fosse governo o Sócrates estava à solta, e que o maior banqueiro não teria sido preso.
    Logo veio o sócio Francisco Assis, que é do PS (sócio do Rangel numa das empresas de advogados, que tem produzido as leis nacionais, e as PPPs, e a privatização dos bens do estado), dizer que isso é uma grande ofensa à Justiça portuguesa (como se isso lhes importasse).

    O que Paulo Rangel não diz, e o Francisco Assis não contrapõe, é:
    1
    Que a Justiça tem sido sistematicamente destruída pelo seu trabalho, quer como eleitos, quer como sócios da empresa de advogados que dirigem.
    2
    Que todo o seu trabalho, tem sido exercido com a finalidade de transferir os bens do estado, para enriquecer a banca e as empresas participadas pela banca, das quais a ultima foi a privatização da TAP.
    3
    Que no governo do actual PSD/CDS, os criminosos do PSD/CDS continuam todos à solta, e que o dinheiro do estado tem sido usado para injectar nos bancos e empresas dos seus criminosos clientes.
    4
    Que a dívida do país e do estado é em grande parte o resultado do seu trabalho, e do apoio que dão aos governos PS e PSD/CDS, a salvar as fortunas dos gatunos de Portugal à custa dos portugueses, trabalhadores, desempregados e reformados.
    5
    Que no caso BCP os criminosos são todos do PSD, membros do governo do Cavaco, e não pagaram nada, e continuam à solta.
    6
    Que no caso BES, que o Rangel usa como exemplo, a solução que o PSD/BP cozinharam, deu cobertura à transferência prévia de capitais e de bens para o Ricardo Salgado, e para maiores accionistas, e deixou a dívida por conta dos pequenos accionistas e do estado.
    7
    Porque estão os criminosos do PSD à solta?

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  7. Afinal o Rangel veio dizer o óbvio, a justiça está ao serviço do partido no governo, dai que neste momento se justifique que o Sócrates esteja preso e o Portas à solta. Ou seja NÃO EXISTE justiça neste país, e o mesma está ao serviço da Máfia que nos desgoverna.
    Não querem ver que afinal o Sócrates até tem razão, independente de ser ou não vigarista, mas neste caso ele é um preso politico.....
    Du Campo

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    1. Porque razão é que o PSD não investiga, entre outros, o caso dos submarinos? (Porque os gatunos são membros do governo?)
      Porque razão na Alemanha foram julgados e presos os agentes corruptores, e em Portugal não foram julgados nem presos os corruptos e gatunos do estado português? (Porque em Portugal os governantes gatunos estão acima da lei?)

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  8. Outro cartaz que anda de pernas para o ar é o Santana Lopes.

    Mais um dos aldrabões de PSD, que se candidatou a sucessor do Cavaco, mas que esta semana, por inspiração divina, desistiu da candidatura.

    É de notar a oportunidade do palhaço e da palhaçada do PSD: Quando todos estavam de acordo que o assunto mais importante é agora a eleição legislativa, a demissão do palhaço veio fazer precisamente o oposto, dando pretexto aos meios de informação (controlados pela direita) para se focarem novamente nas presidenciais e esquecerem as legislativas.

    Eles fazem tudo para impedir o debate político, e para esconder os crimes que o governo cometeu, e o prejuízo monstruoso que resultou para o país.
    Os gatunos fazem tudo para esconder o roubo que fizeram.

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  9. A situação actual na comunicação social (CS), começa a dar ares de algo surreal, controlada toda ou pelo menos a grande maioria por pessoas ligadas às instâncias do poder instituído, tudo fazem para que as eleições legislativas se tornem em algo sem qualquer interesse. Para eles, CS, o esclarecimento das pessoas não tem qualquer interesse, antes pelo contrário, interessa que tudo continue na mesma, e que as pessoas continuem adormecidas, para esta CS o que interessa são as eleições presidenciais, ele é a candidatura da Maria de Belém, ele é candidatura do Marcelo, ou mesmo a não candidatura de Santana Lopes (como se isso tivesse algum interesse para o país), que só à sua custa já deu mais tempo de antena que a dada ao PS, para não dize mais do dobro do PCP ou do BE.
    Porquê este desinteresse? Certamente porque o que interessa não é relembrar as politicas que nos foram impostas pelos dois partidos que se encontram no governo à quatro anos e que todos os dias nos vêm dizer que afinal estamos muito melhor do que há quatro anos, quando todos nós sabemos que tal não corresponde à verdade.
    (Até tem o descaramento de nos vir dizer o aumento da cobrança de impostos não tem a ver com o aumento dos mesmos, como se não tivessem aumentado o IVA, o IRS, para além de terem criado uma sobretaxa, coisa nunca vista nos 40 anos de democracia).
    O que eu gostaria é a que CS desse a palavra aos portugueses e deixasse de nos hipnotizar com fait divers, das presidenciais e outras questões como sejam o (in)rigor da justiça, dessem menos noticias sobre as “universidades” dos futuros boys em que cada orador é pior do que outro, ou seja numa universidade a sério deve-se ser objectivo e não demagógico.
    Basta de tanto desinformar, vamos lá a ver se no próximo mês que falta para a realização das eleições começam, a ser mais sérios e a preocupar-se menos com as presidências e mais com aquilo que nos interessa, e que passa por se saber quais são ideias que cada um dos candidatos a primeiro-ministro tem para os próximos quatro anos de governação, como seja por exemplo quais as suas politicas de impostos, de saúde, de emprego, que pretendem para o nosso país em termos de investimento, de divida pública, de crescimento etc, etc.
    Até porque para as presidenciais ainda vamos ter muito tempo para discutir as mesmas. Sejam sérios e objectivos e deixem de apoiar determinadas tendências ideológicas, pois para isso já existem os respectivos meios de propaganda politica que cada uma das forças concorrentes tem a sua disposição.
    MdM

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  10. A realidade e que com este psd a justiça tem funcionado,nunca tantos políticos e banqueiros e outros tiveram a justiça a perna,Passos tem sido um grande politico o melhor depois do 25 de Abril a governar de forma séria.Quem fala de Portas sem ter prova de nada digo Ferro Rodrigues devia estar preso por abuso de menores da casa pia havia miúdos que o afirmavam mas o ps era governo foi limpinho a destruição das provas!

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