quinta-feira, 30 de julho de 2015

Roberto Grilo é o novo presidente da CCRDA


O economista Roberto Grilo, que até agora era vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), foi nomeado presidente desta entidade por despacho conjunto do ministro do Ambiente e do secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, datado de 29 de Julho.
Roberto Grilo substitui assim no cargo António Dieb que foi recentemente nomeado presidente da Agência para o Desenvolvido e Coesão, que gere a generalidade dos fundos comunitários.

aqui: https://dre.pt/application/conteudo/69901119

18 comentários:

  1. Perigo iminente de colisão no cruzamento da Av. Eng. Arantes de Oliveira com a Av. Batalha do Salado.
    Solicita-se à CME a reparação urgente dos semáforos pois este cruzamento é um dos de maior tráfico de trânsito em Èvora e os mesmos estão intermitentes à cerca de duas semanas. Basta estar ali cinco minutos para ficar de cabelos arrepiados pela velocidade a que aos automobilistas ali passam e a maioria das vezes desrespeitando a regra da prioridade. Convém recordar que em caso de sinais intermitentes tem lugar a regra da prioridade, pode ser uma verdade de la palisse, mas não é bem assim, ou é desconhecimento ou não sabem qual é a mão direita.Urge resolver com urgência, antes que haja feridos graves ou mortos. Quando eu era míudo para aprender qual era a mão direita colocava-se uma pedra na respetiva mão, alguns condutores devem voltar à escola de condução.

    ResponderEliminar
  2. Se querem saber para onde vai o dinheiro que é emprestado a Portugal, se querem saber o que é a dívida, se querem saber o que andam a fazer os traidores do PS/PSD/CDS, se querem saber qual a origem da catástrofe que se abateu sobre os portugueses, leiam isto:

    http://manifesto74.blogspot.pt/2015/07/a-fraude-da-austeridade.html#more

    ResponderEliminar
  3. A CCDRA está mesmo no fim da linha. Pena

    ResponderEliminar
  4. Programa do PSD/CDS.

    Destruição Total do Estado Social

    implementação da sopa dos pobres

    Albergues para velhos

    hospitais para os pobres(entregues a irmandade)

    Privatização da Segurança Social

    aumento da idade de reforma na função publica

    cortes nas pensões

    ResponderEliminar
  5. Mais um cinzentão a dirigir a CCDRA.

    ResponderEliminar
  6. O Robalo "socialista",dirigente da ARS,destruiu o hospital de Serpa.

    continua disponivel,quer ganhe o psd/cds ou o ps,o ideal dele é a "massa".

    ResponderEliminar
  7. Foi nomeado não pela competência mas sim pelo cartão do partido.

    ResponderEliminar
  8. Para além da notícia da nomeação do desconhecido, seria interessante conhecer o percurso deste fulano, como gestor dos investimentos do estado na região.
    É na verdade mais um, que trabalhou na banca a esmifrar os clientes e o estado, a especular impunemente, para agora, pela mão do PSD, vir desviar os impostos, escavacar o território e o bem publico da região, para beneficio privado, como sempre fez, e porque outra coisa não sabe fazer.

    Somos governados por gatunos.

    ResponderEliminar
  9. Ho, que chatice! Nas hostes xuxialistas desejava-se que fosse mais um socretino nº 45, bem próximo do nº 44.

    ResponderEliminar
  10. Elá... Censura aqui no blog?!? E o meu comentário questionando as funções dos trabalhadores desta instituição?!? Terá ferido susceptibilidades? Eu sei que a verdade doi, mas tem que ser divulgada...
    Estes blogs comunas são todos uma merda. Só aceitam a opinião deles. Vem um tipo falar em contrário, e vá de lápis azul logo em cima. Depois, admiram-se por ninguém votar neles...
    Evoluam, pá! Desçam das árvores...

    ResponderEliminar
  11. Tanta dor de corno!

    ResponderEliminar
  12. As voltas que os gatunos do governo dão, para nos impingir mais um negócio danoso pata o estado:
    Todos vimos que os postos de abastecimento de energia para carros eléctricos, que nós pagámos, e que o Ernesto, a EDP, e o governo, andaram a instalar na cidade, não têm qualquer utilidade.
    Mas o governo, de saída, quer fechar um grande negócio de carros eléctricos, para apetrechar os serviços do estado, e mais postos de abastecimento de energia para instalar nas auto estradas.
    É mais um belo negócio para o lobby dos importadores de carros, belo para a EDP e belo para a Brisa. Tudo inútil para os cidadãos.
    Para o estado é mais uma catrefada de carros, mais caros e que quando se avariam não há peças.
    Para os cidadãos é mais um negócio danoso para pagarem.
    Eles dizem que é por causa do monóxido, que é para os funcionários partilharem as viaturas, que vão fazer estacionamentos para as bicicletas dos funcionários, etc., mas o negócio da roubalheira é que não pára, mesmo até à hora da saída do governo.

    ResponderEliminar
  13. O Robertinho já foi a presidente...o psd não tem mesmo mais ninguém
    O que é que fez este boy na vida antes de ir para a CCDR? Andou pelo gabinete do governador civil de Portalegre.

    ResponderEliminar
  14. A Aeroneo vai construir e explorar uma unidade industrial de manutenção e desmantelamento de aeronaves em Beja. O projecto vai permitir à ANA rentabilizar a infra-estrutura, que continua praticamente vazia.

    ResponderEliminar
  15. este senhor é um apagado, ao menos o Dieb não percebendo nada de números, mas tinha presença e falava bem. Este cinzento tem um foto no diário do sul do tipo tirem-me daqui, que estou eu aqui a fazer, se não fosse o cartão laranja nem emprego tinha

    ResponderEliminar
  16. Os portugueses voltaram a aumentar o consumo, depois dos anos da crise em que houve uma retração.

    As chamadas marcas brancas, que são mais baratas, estão a vender menos. E são precisamente os produtos que mais sofreram com os efeitos da recessão aqueles cujas vendas estão a recuperar.

    É o caso das bebidas, alcoólicas e não alcoólicas. Os dados da Nielsen, relativos aos primeiros sete meses deste ano, mostram que só em junho e julho, venderam mais 10,5% que no mesmo período do ano passado.

    Os portugueses voltam também a gastar mais em produtos de limpeza e de higiene e nos congelados.

    Mas a tendência de recuperação é comum às outras categorias de produtos. No global, os consumidores gastaram nestes sete meses 4.281 milhões de euros, mais 1,1%.

    O estudo revela duas tendências novas: uma delas é a queda de vendas do leite, provavelmente devido aos recentes estudos que contestam os benefícios dos laticínios na alimentação.

    A outra é a renovada preferência dos consumidores por mercearias de bairro e pequenos supermercados de proximidade. Embora representem uma parte pequena das vendas, registam o maior crescimento. Uma tendência que pode ter a ver com o facto de as duas principais cadeias nacionais, a Jerónimo Martins e a Sonae, a apostarem neste modelo

    ResponderEliminar
  17. Os portugueses voltaram a aumentar o consumo, depois dos anos da crise em que houve uma retração.

    As chamadas marcas brancas, que são mais baratas, estão a vender menos. E são precisamente os produtos que mais sofreram com os efeitos da recessão aqueles cujas vendas estão a recuperar.

    É o caso das bebidas, alcoólicas e não alcoólicas. Os dados da Nielsen, relativos aos primeiros sete meses deste ano, mostram que só em junho e julho, venderam mais 10,5% que no mesmo período do ano passado.

    Os portugueses voltam também a gastar mais em produtos de limpeza e de higiene e nos congelados.

    Mas a tendência de recuperação é comum às outras categorias de produtos. No global, os consumidores gastaram nestes sete meses 4.281 milhões de euros, mais 1,1%.

    O estudo revela duas tendências novas: uma delas é a queda de vendas do leite, provavelmente devido aos recentes estudos que contestam os benefícios dos laticínios na alimentação.

    A outra é a renovada preferência dos consumidores por mercearias de bairro e pequenos supermercados de proximidade. Embora representem uma parte pequena das vendas, registam o maior crescimento. Uma tendência que pode ter a ver com o facto de as duas principais cadeias nacionais, a Jerónimo Martins e a Sonae, a apostarem neste modelo

    ResponderEliminar
  18. Estas foram apenas algumas das muitas manifestações de insatisfação e revolta que vieram a público no decurso do conturbado processo de constituição das listas do PS. Até certo ponto, são ocorrências normais em qualquer processo deste género num grande partido, mas não pode deixar de causar alguma perplexidade que a agitação e mal-estar tenham sido bem mais notórios no PS do que na coligação PSD-CDS. De facto, na coligação Portugal à Frente as dificuldades inerentes a listas negociadas entre dois partidos e as sondagens que apontam para uma redução de mandatos fariam esperar um processo comparativamente mais tempestuoso, o que manifestamente não sucedeu. Vale a pena por isso reflectir um pouco sobre as duas listas.

    Relativamente à coligação, as constatações mais salientes são o apagamento do CDS – que troca protagonismo pela manutenção de lugares – e o peso dos aparelhos. Este segundo factor está relacionado de perto com a indisponibilidade para a Assembleia da República de várias das figuras mais competentes e credíveis da área do PSD e do CDS. Numa perspectiva liberal, é especialmente de lamentar a ausência, ainda que por opção própria, de Adolfo Mesquita Nunes, mas o actual secretário de Estado do Turismo não foi caso único.

    A este cenário geral acrescem algumas escolhas caricatas a nível local, mas que não deverão ter implicações nacionais. A título de exemplo, é de destacar a reincidência como cabeça de lista da coligação por Viana do Castelo do “independente” Carlos Abreu Amorim. A meio do mandato para que foi eleito, o deputado candidatou-se à Câmara de Gaia. Depois de derrotado nas urnas – passou de um resultado anterior (de Menezes) superior a 60% (92.486 votos) para menos de 20% (27.813 votos) – não assumiu o lugar de Vereador e regressa agora a Viana para as legislativas. O mínimo que se pode dizer é que é uma opção que não mostra grande respeito pelo eleitorado de Viana, ainda que revele prudência ao evitar apresentar Amorim novamente aos eleitores do distrito do Porto.

    Relativamente às listas do PS é de destacar pela positiva a inclusão de economistas de créditos firmados, como Mário Centeno ou Manuel Caldeira Cabral, ainda que o respectivo efeito credibilizador seja parcialmente anulado por uma forte presença de syrizistas nessas mesmas listas. A presença de Alexandre Quintanilha como cabeça de lista pelo Porto é sintomática da atractividade do partido num momento que muitos percepcionam como de mudança de ciclo, mesmo que seja difícil vislumbrar o reputado investigador a aguentar muito tempo na Assembleia (o que talvez seja menos abonatório da actual Assembleia do que de Quintanilha).

    Pela negativa, destaca-se a incapacidade de António Costa para renovar face ao socratismo. Essa incapacidade é mais flagrante em Lisboa mas está presente na generalidade dos distritos e encontra-se bem patenteada na elevada proporção de actuais deputados que aparecem novamente nas listas em lugares elegíveis. Uma opção que aliás ignora a repartição de votos nas últimas eleições internas no PS, o que se pode revelar arriscado. De facto, uma política de terra queimada face aos seguristas e a ultrapassagem em muitos casos das estruturas internas e locais do PS não augura nada de bom para a união do partido.

    Globalmente, no entanto, talvez a chave para entender a turbulência interna associada à constituição das listas do PS seja a evolução decepcionante do partido nas sondagens. Serão cada vez menos os que acreditam que a troca de Seguro por Costa valerá a prometida maioria absoluta e a decepção e o desânimo são crescentes. A entrega da direcção da campanha ao experiente e ponderado Ascenso Simões revela que a liderança do PS está bem consciente dos problemas que enfrenta, mas o processo de constituição das listas sugere que poderá não ser capaz de os resolver satisfatoriamente em tempo útil.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.