segunda-feira, 27 de julho de 2015

Que raio de desculpa...


Concerto em Évora dia 3 de Setembro foi cancelado.
Infelizmente o Exmo. Sr. Dr. Presidente da Câmara de Évora não teve tempo durante os últimos meses para assinar o papel a autorizar o concerto, e foi de férias...
Muitissimas desculpas!

Joao Hasselber, aqui

8 comentários:

  1. Estão todos no Algarve a fazer e a viver vida de ricos, o partido do povo!?

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  2. Que desculpa mais esfarrapada! Para não dizer: que MENTIRA tão mal engendrada! É que nem ele sabe qual é o miraculoso "papel" que precisaria da "miraculosa" assinatura do presidente. Só sabe que nada sabe! Figurões!

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  3. Ao que sei, pelo musico em causa, tratava-se de um espectáculo ( não pago pela Camara, nem pelas Juntas ou pelo Turismo!) em que os músicos se preparavam para trabalhar à bilheteira, a realizar no Garcia de Resende.
    Houve contactos prévios com a Camara e foi feita a formalização.
    Na falta de resposta institucional fundamentada a resposta foi esta.
    Resposta da treta porque se o presidente está de férias hà uma vice presidente ou um vereador que assumem a função.
    Seria bom que quem tão pressurosamente divulga eventos e realizações do executivo em tudo o que é meio de comunicação, viesse também dizer de sua justiça sobre este caso.
    Maria Helena Figueiredo

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  4. A atenção da Gesamb e CME.

    o lixo,os restos de material de obras, os papelões e outros colocados junto dos contentores e ecopontos são um dos principais causas de lixo espalhado nas ruas.

    Compete a estas entidades tomar medidas para que tais atitudes não continuem,passa pela sensibilização dos cidadãos em colocar os lixos dentro dos contentores e de fiscalização.

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  5. A atenção da associação comercial de Évora.

    os comerciantes continuam a colocar os papelões nas arcadas(não abona os comerciantes),a restauração continua a sujar as calçadas com o trasmporte dos lixos(a entrada de alguns restaurantes metem nojo).

    Querem clientes com este "cartão de visita", nas entradas dos estabelecimentos?

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  6. Homem forte do aparelho do PS demite-se da ERSE,ganha 12000 euros mensais.

    È o tal que quer acabar com os contratos de trabalho.

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  7. Então mas qu manda no Teatro Garcia de Resende são o Eduardo Luciano e o seu secretário Luis Garcia . Alguma vez o presidente ou a vice têm alguma coisa a dizer ssobre a programação cultural ou sobre quem vem ao teatro ou para onde vai o dinheiro que é distribuído pelos agentes culturais ? Perguntem ao Luciano e ao Garcia

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  8. Verdadeiramente notável este post. Num blogue gerido por jornalista(s). Trata-se de um excelente exemplo da aplicação dos critérios que justificam a elevação de um texto, ou assunto à qualidade de post no "a cinco tons":

    1- Sempre que de alguma forma seja possível envolver a Câmara de Évora, a pessoa do Presidente da Câmara, ou qualquer outro responsável autárquico (de preferência eleito pela CDU) desde que persista, ainda que levemente, a possibilidade de nota negativa associada;

    2- Se a referência for negativa, ou mesmo que muito levemente negativa terá publicação e destaque assegurada neste blogue;

    3- se a referência for positiva é remetida para a categoria de propaganda e por isso não publicável;

    - Reunidos os critérios acima enunciados, não carece qualquer verificação ou ponderação, o que quer que alguém diga. A referência pode ter origem em qualquer lugar : numa rede social on line, nas redes sociais tradicionais, em fontes desconhecidas ou pouco fidedignas;

    E se assim estamos ao 21º mês deste mandato autárquico, poderemos prever o que acontecerá na reta final do mesmo - final do ano de 2016/ 2017

    E assim se vai desvirtuando a política, fazendo acreditar que nos podemos reduzir a queixas do tipo das descritas no post em causa.

    Porque o que interessa mesmo é nivelar tudo por muito baixo. Porque interessa acima de tudo dizer que "são todos iguais" e "é igual tudo o que todos fazem".
    Assim se vai descolorando ou desmerecendo o sistema democrático. Para que se prove a sua ineficácia, ou até a possibilidade de o dispensar, à força de demonstrar tão levianamente que não funciona.
    Se viabilizarmos ou permitirmos investimentos deste tipo seremos todos a perder.

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