sexta-feira, 10 de julho de 2015

Festival Vozes e Gestos da Terra Chã começa hoje em Évora


Dia 10 - "Entre Cante e Piano" - uma música do Alentejo | Largo da Sé | 22h
Dia 11 - CANTARES PELA RUA FORA | Centro Histórico | 18h30
"Cantar de Roda" | Praça de Sertório | 22h
Dia 15 - "Há Lobos sem ser na Serra" - Cantares do Sul e da Utopia | Convento dos Remédios | 22h
Dia 18 Julho - "Terra Chã" (dança) | Largo da Sé | 22h

5 comentários:

  1. Este PS está enleado numa TEIA......................................Corrupção.........Maçonaria..........Opus Dei..........

    REFUNDAR a ESQUERDA Urge.

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  2. O ministro das finanças Alemão propôs..na brincadeira, ao secretário de estado do tesouro Norte-americano.

    Trazer Porto Risco para a Zona Euro se os EUA aceitassem levar a Grécia para o Dólar.

    Se é para entrar na brincadeira.

    Podíamos propor aos Estados Unidos que levassem para lá a Alemanha e nem precisávamos de trazer nada para cá

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  3. O PS alguma vez foi de esquerda?
    Foi fundado com o 25 de Abril (com a bênção da CIA, Carluci compadre do Soares), e logo à partida, a construção do bloco central em conluio com o PSD (Sá Carneiro) e CDS (Freitas do Amaral).
    O Sá Carneiro foi-se, e o Freitas foi corrido pelo fascista Portas. Resta o Soares que continua a defender o Sócrates, o Vara, e a bandidagem toda do PS.

    O que nasce tordo nunca se endireita.
    O PS nunca foi de esquerda, nem nunca há de ser.

    Durante os anos em que o PS governou em Évora, foi só assumir compromissos insustentáveis, foi encomendar "trabalho" aos amigos, foi endividar a câmara, foi roubar o erário público, foi dar cabo dos serviços municipais. Cada cavadela uma minhoca.

    A história desses anos está por fazer.
    (seria um bom trabalho para os alunos dos cursos de economia e de história da UE fazerem, antes que a memória e as provas desapareçam)

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  4. Salazar se ainda vive-se seria considerado um perigoso radical para este 1º ministro, tal como o seu ministro ainda vivo Adriano Moreira.
    Ao menos era poupado e punha o país á frente dos seus naturais. Estas insignificâncias põem o interesse dos credores e deles próprios governantes á frente do país e da maiorias dos portugueses. Venderam tudo aos amigos devem ter recebido algum por fora é o próprio tribunal de contas que afirma que nas privatizações não foi acautelado o interesse nacional

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  5. E quando todos esperavam que o acordo na Grécia tivesse sido alcançado, eis que a voragem dos acontecimentos não pára. Os ministros que participaram na reunião do Eurogrupo desta noite em Bruxelas abandonaram o edifício da Comissão Europeia sem prestar declarações ou apenas transmitiram aos jornalistas que as coisas estão difíceis. Amanhã os comentadores televisivos vão perder horas a discutir de quem é a culpa - se da falta de credibilidade dos dirigentes gregos, se da vontade dos governos do Norte da Europa em humilhar um governo desalinhado.
    Mas se não fosse isto seria outra coisa qualquer. A verdade é que a zona euro não tem mecanismos para lidar democraticamente com posições legitimamente antagónicas, como as que estiveram hoje em discussão. Estão no seu direito os contribuintes os países do Norte (e os governos que os representam) quando resistem em pagar mais impostos para resolver uma crise que não causaram. Tal como estão no seu direito os cidadãos gregos (e o governo que os representa) quando acusam de ser um crime o que foi imposto ao seu país nos últimos cinco anos. Os povos europeus, seja do norte ou do sul, estão cada vez menos dispostos a suportar os custos de um arranjo monetário patentemente disfuncional.
    Como escrevia Viriato Soromenho Marques (de resto, um federalista assumido) num texto intitulado "Os quatro pecados mortais da Zona Euro" (Visão, 21 de Maio de 2015): "Todas as uniões monetárias que funcionaram começaram por ser uniões políticas. Antes de ter uma moeda comum, as uniões devem ter uma Constituição e um governo comuns, separando as competências dos dois sistemas de governo (o da União e o dos Estados nacionais)", "(...) avançar para o euro sem existir um contrato constitucional e democrático entre os seus Estados participantes, foi um temerário sacrifício da soberania monetária dos países que se pode considerar como um verdadeiro crime político.".
    Em geral, os crimes pagam-se, mais cedo ou mais tarde. A julgar pelas notícias desta noite, arriscamo-nos todos a que seja mais cedo.
    Ricardo Paes Mamede

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