segunda-feira, 6 de julho de 2015

Amanhã na Livraria Fonte de Letras (Évora)


Amanhã, 7 Julho, 18h, lançamento do livro "Linhas Vermelhas", de José Manuel Pureza, na livraria Fonte de Letras, em Évora.
Com Silvério Rocha-Cunha e Maria Helena Figueiredo e com a presença do autor.
"O Portugal do próximo futuro será evidentemente um país mais pobre, resultado da redução salarial generalizada, da brutal penalização das reformas e da perda de salário indireto traduzida no esfacelamento prático das políticas de universalidade de serviços públicos essenciais como a educação, a saúde ou a segurança social. Não se trata de uma consequência entre outras e muito menos de uma espécie de efeito colateral não desejado do programa de ajustamento. Não, o empobrecimento e a penalização do trabalho foi - e é - o núcleo essencial do programa da crise-como-política concretizado em Portugal. Para a crise-como-política não há linhas vermelhas. A luta por essas linhas inultrapassáveis, sempre mais avançadas, em vista da transformação profunda dos mecanismos que as tornam necessárias, está no coração da identidade histórica da esquerda. Diante da pujança inédita da crise-como-política, ela é mais importante hoje que nunca. É dessa luta que dá conta este livro. E é nela que toma partido.."

5 comentários:

  1. Sócrates: Prisão confirma que "25 de Abril não entrou no sistema de justiça", acusa Garcia Pereira

    O advogado e militante do MRPP Garcia Pereira invocou este sábado o processo judicial contra José Sócrates para declarar que "o 25 de Abril nunca entrou verdadeiramente no sistema de justiça".
    "Não tenho a menor simpatia politica" por José Sócrates, que "foi um dos piores primeiros-ministros" de Portugal, mas foi detido numa operação em que os media "foram previamente convidados" e, levado pelo Ministério Público a um juiz, continua "sem ter sido confrontado com um único facto de que é acusado", insurgiu-se Garcia Pereira.
    O advogado intervinha no Congresso da Cidadania, Rutura e Utopia, organizado em Lisboa pela Associação 25 de Abril e que hoje termina, com a presença anunciada do ex-presidente da República Ramalho Eanes.
    Começando por lembrar que procuradores e juízes do Tribunal Plenário do Estado Novo puderam prosseguir as respetivas carreiras após a revolução dos Cravos, Garcia Pereira deu um salto no tempo até ao atual caso José Sócrates para assegurar que "o 25 de Abril nunca entrou verdadeiramente no sistema de justiça".
    Garcia Pereira acusou ainda, "sem receio e com total convicção", a justiça e os mecanismos policiais de estarem "ao serviço de forças da direita e da extrema-direita em Portugal", face ao que disse ser a total ausência de escrutínio ou sindicância sobre o Ministério Público e os serviços de informações.
    Com uma intervenção subordinada ao tema "É preciso mudar uma justiça que está hoje ao serviço da contra revolução", Garcia Pereira responsabilizou os sucessivos governos de terem transformado "o Ministério Público num Estado dentro do Estado", que é "incapaz de perseguir a verdade" e que "manifesta uma impotência total" em processos como os da compra dos submarinos e das viaturas blindadas Pandur ou da ocultação da dívida pública na Madeira.

    ResponderEliminar
  2. Vitor Constâncio qual o papel deste "socialista" no BCE?

    ResponderEliminar
  3. Esse velho de cabelo pintado, vai á arreata do super Mário é um pau mandado

    ResponderEliminar
  4. 50 participantes (convidados)
    Muito calor ambiente (humano e atmosférico)
    Duas excelentes apresentações do Prof. Silvério e da Dr. Maria Helena.
    Uma evocação muito sentida de Miguel Portas (que falta que nos faz) na exposição do autor sobre o que é o livro.
    Resposta pelo autor a pergunta formulada pelo Prof. Silvério, como alterar a situação presente, por dentro do sistema ou por fora do sistema? No entender de José Manuel Pureza, por dentro e por fora do sistema, já que face a radicalização da situação não se pode responder só por dentro do sistema.
    Livro esgotado (bom sinal) para o livreiro que disponibilizou o espaço.
    Bom serviço prestado a cultura e a política nestes tempos tão amargos.
    José Dias

    ResponderEliminar
  5. O que quer o PS ? é tempo de decidir,está do lado dos tiranos que estão a esmagar os povos ou está com aqueles que querem outra Europa,Mais Solidária,Mais Justa e Fraterna.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.