sexta-feira, 19 de junho de 2015

Capa do DA de hoje


5 comentários:

  1. É o resultado do negócio entre a ars/robalo e a misericordia, reduziram e destruiram o Estado social, em troca caridade e assistencialismo.

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  2. Paulo Morais in Correio da manhã


    Gémeos do Mal Em apenas dez anos, José Sócrates e Passos Coelho destruíram as finanças públicas e desbarataram o património do estado.

    Em apenas dez anos, Sócrates e Passos destruíram as finanças públicas e desbarataram o património do estado. Podem ter nascido em partidos diferentes, mas são gémeos na maldade e no dano que provocaram ao país. Em primeiro lugar, temos José Sócrates a levar o estado à bancarrota, com os negócios ruinosos que celebrou. Foi no seu consulado que se contratou a maioria das parcerias público-privadas. Neste modelo de negócio, o estado assumiu todos os riscos e aos privados permitiram-se todos os ganhos. Vimos assim construtoras como a Mota-Engil a acumular ganhos obscenos e a ascensão meteórica do Grupo Lena. Foi ainda da sua responsabilidade a nacionalização do BPN do grupo SLN (Sociedade Lusa de Negócios), com o estado a assumir prejuízos de cerca de sete mil milhões, enquanto os acionistas da SLN mantiveram intacto até hoje o seu património milionário. Com as finanças públicas de rastos, chegou Passos que usou a bancarrota como pretexto para dividir os despojos pelos abutres. Passos privatizou tudo que restava, desde a EDP, num processo manchado pela promiscuidade entre decisores públicos que vendem e os adquirentes privados – aos CTT, pondo assim fim à única rede territorial de contacto do estado com os cidadãos. Com a venda ao desbarato da REN aos chineses, o estado perdeu o controlo sobre a rede elétrica, um recurso estratégico vital. O governo chegou ao ponto de entregar os aeroportos ao grupo Vinci, que controla também a Lusoponte e, desta forma, os principais acessos a Lisboa. Em fim de mandato, privatiza a TAP, com o argumento de que é deficitária. Mais uma mentira, mais uma pechincha. Entre 2005 e 2015, as PPP de Sócrates e as privatizações de Passos lesaram talvez irremediavelmente o estado português. Esta dupla de malfeitores provocou prejuízos que, se não arrepiarmos caminho, iremos pagar por toda uma geração. O que se impõe pois é a criação urgente de uma unidade de missão que reavalie todos os grandes negócios do estado realizados nos últimos dez anos. E, em cada caso, proponha a solução que mais interessa ao povo.

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  3. As principais figuras na hierarquia do Estado são, por ordem e em função dos seus poderes constitucionais, Presidente da República, Presidente do Parlamento e Primeiro-Ministro. Mas o Presidente da República não exerce as suas funções, o Primeiro Ministro usurpa as que não lhe competem e o segundo é uma flor murcha numa jarra. Na prática, o terceiro manda no primeiro e despreza a segunda.

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  4. José Sócrates favoreceu o Grupo Lena, enquanto primeiro-ministro. O Grupo Lena era um grupo de média dimensão do centro do país, com sede em Leiria, no início do milénio. Com José Sócrates no Governo, cresceu, negociou parcerias público-privadas, fez obras para a “Parque Escolar” e outras e tornou-se o maior fornecedor do Estado português. A época Sócrates foi a época dourada do Grupo.
    E, de seguida, o Grupo Lena favoreceu José Sócrates. Quando saiu do Governo, Sócrates sem rendimentos, viveu faustosamente em Paris, adquiriu carros de luxo, tinha mesmo um motorista. Tudo com dinheiro que lhe era facultado por amigos ligados ao Grupo Lena. Pessoas ligadas a Sócrates (mãe, ex-mulher..) ainda negociaram milhões em imóveis com dinheiro da mesma proveniência.
    Os portugueses (todos, os que gostam e os que não gostam de Sócrates) têm direito a ver esta troca de favores esclarecida. Venha a acusação e o julgamento quanto antes.

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  5. "Sócrates é culpado pela maior destruição da riqueza do Portugal moderno"


    "Quem é que não sabia do passado de Dias Loureiro quando Cavaco o fez conselheiro de Estado ? "


    "Cavaco Silva condecorou pessoas que tiveram um papel relevante no empobrecimento do país"

    "Eanes,Soares e Sampaio foram Presidentes do sistema que nos conduziu até aqui"

    Henrique Neto (foi deputado e dirigente e dirigente do PS)

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