sexta-feira, 29 de maio de 2015

Primeira página do Diário do Alentejo em mais um aniversário


6 comentários:

  1. Eduardo Luciano vende um terreno da autarquia por 23 mil euros a um privado para instalar 3 salas de cinema,vamos ter cinemas até as paredes da igreja por uma bacatela,pergunto o diap o que anda a fazer este negocio cheira a podre!

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    1. A podre cheiras tu.
      Ou será o cheiro da azia?...

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  2. Balbúrdia na Quinta da CDU(CÂmara Municipal de Évora)
    No âmbito de provas de corrida e caminhadas em circuito citadino, sem a mínima organização boicotaram todo o trânsito na circular ás muralhas, dentro do centro histórico.
    Imagino um turista de passagem por Évora que querendo ir para Lisboa o agente policial o envia para a estrada de Estremoz depois de andar mais de uma hora em círculos sempre a voltar ao local de partida. Foi uma partida que a nossa Câmara na pessoa do seu Presidente nos pregou, consegui a qualquer eborense ou visitante que não goste de correr, ou já não tenha condições a ficar a em casa depois de uma semana de trabalho. Imaginem que esta gente chegava ao poder seria a balbúrdia total como no celebre PREC

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  3. O golpe de Estado da CIA previsto para o passado dia 17 na Antiga República Jugoslávia da Macedónia foi desmantelado pelas forças governamentais quando já estava em andamento. É a segunda tentativa de mudança de regime fracassada pela ponta de lança do terrorismo de Estado norte-americano nos últimos meses, depois de o governo venezuelano ter feito abortar uma intentona fascista. Apesar dos insucessos, os acontecimentos revelam que as décadas passam e os Estados Unidos da América continuam a praticar a política de não olhar a meios para atingir os fins – instalar os seus agentes à cabeça de governos onde quer que seja.

    O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, lamentou os acontecimentos na Macedónia e pediu uma investigação “transparente”. Aqui se registam alguns dados já confirmados, num quadro de rigor e transparência. No dia 17 de Maio esteve prevista em Skopje, capital da Macedónia ex-jugoslava, uma manifestação da minoria albanófona na qual seriam distribuídas duas mil máscaras entre os participantes, a entregar pelos organizadores, o Partido Social Democrata de Zoran Zaev. Durante o desfile, alguns desses mascarados atacariam edifícios de várias instituições e tentariam provocar uma “revolução” inspirada nos acontecimentos na Praça Maidan e que deixaram a Ucrânia no estado saudável em que se encontra.

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  4. Este Eduardo Luciano tem um não sei quê de duvidoso!

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  5. "Temos vindo a assistir a um constante processo de amputação e desagregação do Hospital de Beja, numa lógica conducente a reservar-lhe um papel apenas residual na prestação de cuidados de saúde no nosso distrito. Certamente, tal situação não seria a que melhor serviria a população do Baixo Alentejo.
    Diz-me a minha intuição que foi algures concebida uma estratégia visando retirar financiamento à Saúde no nosso distrito. Numa lógica de capitação, foi reduzida a população assistida: primeiro a do concelho de Odemira, depois os da margem esquerda do Guadiana.
    Na sequência das “amputações”, indaguemos se os lóbis terão força para retirar mais um concelho a norte e outro a sul. O Baixo Alentejo seria “esquartejado”, ficando apenas a zona central, para o que bastaria ter um “hospitalzinho”.
    Numa lamentável sucessão de irracionalidades e degradação (em que podemos classificar 2013 como o ano da capitulação), tudo sugere um “empurramento” direcionado para uma situação de factos consumados, de obsolescência e downsizing. Do nosso lado, os excessos de expectativa e “prudência” resultaram em menorização das capacidades de resistência a essa ofensiva contra o Hospital de Beja.
    Factos como o adiamento sine die da renovação do parque tecnológico, a redução forçada de camas e a inviabilização de valências, parecem visar a que um “pequeno Hospital de Beja” antes de o ser já se configure como tal. No limite, essa seria uma situação comprometedora para a prestação de cuidados de saúde de qualidade e acessíveis a todos os utentes do nosso distrito.
    Finalmente, esclareço que considero que o projeto de construção de um Hospital Central para o Alentejo interessa consensualmente a toda a população da Região. No entanto, no meu entendimento o conteúdo funcional de tal projeto tem de ser - imprescindivelmente e desde já – compatibilizado com a qualidade dos cuidados hospitalares no distrito de Beja."

    (Munhoz Frade)

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