quarta-feira, 6 de maio de 2015

Évora: BIME não se realiza este ano por dificuldades financeiras


Apesar de já ter data marcada e de constar nalgumas agendas regionais a 14ª BIME - Bienal Internacional de Marionetas de Évora, que se deveria realizar entre 2 e 7 de Junho deste ano, foi cancelada devido às dificuldades financeiras com que a entidade organizadora, o CENDREV, se encontra, soube o "acincotons".
A última edição realizada em 2013 custou cerca de 200 mil euros, verba que foi "suportada fundamentalmente por fundos comunitários, senão seria impossível", disse na altura José Russo, do CENDREV.
Este ano, a entrada em vigor do novo quadro comunitário terá sido uma das causas para a dificuldade de financiamento da BIME, que se iria realizar pela primeira vez desde que o novo elenco camarário, de maioria CDU (de que um dos lemas mais repetidos é a "aposta na cultura"), tomou posse.

5 comentários:

  1. Se fosse o zé Ernesto o presidente, os comunistas do PCP ofendiam-no de tudo porque não entrava com dinheiro

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    Respostas
    1. Se fosse o Zé Ernesto?...
      Mas alguém tem dúvidas que este é o resultado das políticas do Zé Ernesto?
      Ou não foi ele que endividou a câmara até aos 80 milhões de euros?
      Ou não foi ele que amarrou os eborenses a um "empréstimo", a que chamam pomposamente de PAEL, que impede a câmara, entre outras malfeitorias, de apoiar as associações e agentes culturais, desportivos ou sociais?

      E ainda há quem tenha a lata de tentar esconder o sol com uma peneira...

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    2. O problema é que vocês no PCP não se importam de achincalhar na praça pública seja quem for. Aquele Blog MaisEvora não passa disso mesmo: um bando de alcoviteiros, medrosos e covardes que andaram aqui 3 legislaturas a ofender a dignidade de quem quer que fosse. Ainda hoje isso se passa.

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  2. 200000 euros não chega!? pra fazer a BIME!!!?
    manos que festival é esse?! Quantos festivais de teatro / marionetas se fazem neste país com esse orçamento?!
    isto é estranho! muito estranho! ninguem questiona?
    os tais fundos comunitários não se questionam?

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