quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Teatro hoje e amanhã em Évora


Escola de aprender fazendo, o Grupo Cénico da SOIR Joaquim António D‘Aguiar é um dos mais antigos grupos de teatro de amadores em atividade no nosso país e estreia, no dia 8 de Janeiro, às 21:30 horas, na sua sala do Páteo do Salema “o Grito na Charneca”, peça emblemática do grupo e da autoria do dramaturgo eborense e grande obreiro deste grupo cénico Manuel Peres.

5 comentários:

  1. Para quando um teatro de Revista a Sério para encher o TGR uns poucos de dias e demonstrar do que é que o povo gosta?

    Em Évora a "elite cultural" só faz coisas para intelectuais e depois queixam-se que sozinhos (sem os subsídios do Estado) não conseguem sobreviver.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pois que venha a revista, mas que se acabem os certos preconceitos idiotas quanto ao TGR (por acaso nenhum dos espectáculos anunciados neste post é no TGR) , apesar de não levantarem o cu do sofá, tão ocupados que estão a escrever tonterias nos blogues.

      Da minha experiência pessoal posso revelar que as ultimas duas vezes que fui ao TGR estava cheio que nem um ovo.
      Em Novembro, creio, fui ver o filme "Os Maias", sala cheia a lembrar velhos tempos em que as famílias inteiras iam ao cinema, paguei 6 euros, saí satisfeito.
      No Domingo passado fui assistir ao concerto de Ano Novo pelo Eborae. Novamente sala cheia. Cada um contribuía com o que quisesse. Dei 20 euros para ajudar a Associação e fiquei feliz com o espectáculo a que assisti.

      Eliminar
    2. Exactamente: preconceitos idiotas.

      Basta vir o Toni Carreira à Praça de Touros e abarrotar aquilo de gente, para ver os posts da esquerda preconceituosa...

      Eliminar
    3. 10:22
      Sobre a Praça de Touros (nos seus diferentes pontos de vista) o melhor é nem falar.

      Eliminar
  2. Na sua mensagem de ano novo, o Sr. Silva disse-nos que “a economia está a crescer, a competitividade melhorou, o investimento iniciou uma trajetória de recuperação e o desemprego diminuiu”.
    Pois bem, hoje mesmo tive conhecimento dessa mesma trajectória de recuperação, através do testemunho directo de um dos novos empregados.
    A situação que irei relatar, passa-se em Évora, mas certamente que é extensível a todo o território Nacional.
    Um conhecido empresário da área das novas tecnologias, com várias lojas espalhadas pela nossa cidade tem ao seu serviço um conjunto de trabalhadores/empregados, aos quais paga? um ordenado na ordem dos quinhentos euros, pois é supostamente tem, já que o dito “empresário” no final do mês em vez de pagar aos seus funcionários, nada, lá lhes vai dando cem euros hoje, duzentos amanhã e assim por diante, outras vezes é o empregado que se enche de coragem e pede cinquenta euros para fazer face a despesas inadiáveis, (se repararam, coloquei a palavra empresário entre aspas, na medida em que tenho dúvidas se na realidade será um empresário ou antes um trafulha).
    Então um “empresário” tem ao seu serviço um empregado, que mal ou bem desempenha as suas funções (no caso concreto desempenha com todo o profissionalismo que lhe é possível, dada a sua pouco idade, na ordem dos vinte anos, e a falta de prática, pois tive o privilégio de o verificar pessoalmente), e no final do mês não lhe paga?
    Mas que é isto, em que país vivemos, que pouca vergonha é esta, e depois esse jovem como pode fazer face aos seus encargos, alimentação, renda de casa, despesas pessoais, há pois! lá tem de se socorrer dos seus familiares, normalmente aos pais, mas desses foi o governo que lhes tratou da saúde, ou seja, a estes o governos teve ousadia de lhes roubar na reforma.
    Mas que raio de país é este, para onde caminhamos, que futuro nos espera a nós e aos nossos filhos, é esta a economia que o respectivo ministro pretende para Portugal?
    Pois é sr. Silva, antes de abrir a boca, vá ver como vive o povo.
    Não sou monárquico, mas segundo parece nesses tempos o monarca gostava de se disfarçar e misturar com o povo, a fim de saber como o mesmo vivi, mas este e outros senhores silvas da nossa sociedade vivem numa gaiola dourada, dai que não admira que venham gritar aos quatro ventos que tudo está bem, não reparando que o rei vai nu.
    MdM

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.