quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A capa hoje do jornal E, de Estremoz

Ao estilo Charlie Hebdo?

5 comentários:

  1. Que pobreza de imaginação! O provinciaismo pelintra em acção!

    ResponderEliminar
  2. BOM GOSTO - GOSTO

    GASTO - obrigado

    ResponderEliminar
  3. O homem par além de ditador, é burro e um inculto aviltante que por ser presidente de um câmara ´e dono de tudo.
    Um dia o reinado terminará, como acabou o reinado de Jardim e talvez o possamos ver na cadeia de Évora.
    Leiam o jornal e vejam o a qualidade do fulano.
    Enfim, ainda há pessoas dessas neste país.
    E andou apaparicado pela CDU pela qual foi eleito duas vezes (três ?)
    Que diria Charlie e caricatura criaria perante uma besta como esta?

    Um estremocense indignado

    ResponderEliminar
  4. Este governo é demente, tem que ser banido.
    Mulher queixa-se de ter ficado sem apoio social após comentário no Facebook.
    Segurança social retirou-lhe subsídio após ter publicado comentário a dizer que ia viajar.
    confirmar-se, a situação é surreal", mas confirma "a tendência da segurança Social para promover a exclusão".

    "Eu nunca saí do país, nem podia andar devido ao estado físico em que me encontrava. Vivo em casa dos meus pais, tenho dois filhos menores, fiquei sem trabalho devido ao acidente, e agora a Segurança Social tira-me os 285 euros de Rendimento Social de Inserção (RSI) por causa de uma brincadeira no Facebook. É uma injustiça muito grande", disse à Lusa Maria Conceição.

    Segundo a agência noticiosa, a mulher, de 39 anos, conta que esteve entre Junho e Outubro nos hospitais de Abrantes e Tomar a recuperar de um acidente de viação, com duas intervenções cirúrgicas à perna direita. E que no dia 31 de Outubro decidiu partilhar com os amigos, através da rede social Facebook, a "alegria por finalmente ir tirar os parafusos à perna e iniciar o período de reabilitação".

    "Estou no aeroporto de Lisboa a viajar para a Suíça", escreveu na sua página pessoal, fazendo acompanhar o comentário com uma imagem de uma mulher em cima de várias malas de viagem.

    Duas semanas mais tarde, no dia 14 de Novembro, em documento a que a Lusa teve acesso, a Segurança Social notificou Maria Conceição da cessação do RSI, alegando a alínea a do artigo 22.º (ausência do país). A mesma fonte adianta que Maria recorreu, protestou e encaminhou documentos, atestados médicos e fotografias a comprovar onde esteve durante o período em causa. Ainda assim, a Segurança Social de Santarém manteve a mesma leitura dos factos: "analisada a resposta apresentada (…) a proposta de decisão foi mantida. Deixaram de se verificar os requisitos e condições de atribuição (alínea a) do artigo 22.º (ausência do país)", cita a Lusa.

    "Agora pediram-me para juntar uma declaração do presidente da junta de freguesia de Rossio ao Sul do Tejo a certificar que eu nunca tinha saído do país”, acrescentou, adiantando que a declaração da junta de freguesia "já seguiu" para o Instituto da Segurança Social "a par de uma reclamação por escrito” a explicar por que publicou aquele comentário na rede social.

    Presidente da Junta não estranha

    Luís Alves, presidente da junta da União de Freguesias de Rossio e São Miguel, confirmou ao PÚBLICO ter "passado o documento" a certificar apenas que a pessoa em causa reside na localidade há pelo menos dois anos, apesar de "acreditar" que, de facto, ela não viajou . "Não sei se as pessoas viajam ou não e nem eu nem o Estado temos nada a ver com isso – faz parte da liberdade individual”, comentou, frisando que “o facto de a legislação obrigar a que se comunique a mudança de residência não implica que as pessoas tenham de dar conta sempre que saem de casa por uns dias, seja para viajarem dentro do país, seja para o estrangeiro”.

    Embora considere que, "a confirmar-se, a situação é surreal", o autarca diz que não estranha "que a história seja verdadeira". "Seria surreal, mas só viria comprovar aquilo que já se sabe, que a tendência da Segurança Social é para promover a exclusão e não a inclusão”, comenta. Diz que, independentemente deste caso, tem "a percepção de que os serviços do Estado aproveitam qualquer coisa – uma falta a uma apresentação, por exemplo – para suspender os apoios". "Entretanto as pessoas justificam, mas a reposição não é imediata, às vezes demora meses”,critica.

    O Público solicitou esclarecimentos sobre este caso ao Instituto da Segurança

    ResponderEliminar
  5. à atenção dos serviços de água e Saneamento.
    É cortada água numa obra prevista no Bairro António Sérgio e nada é dito aos consumidores.
    Já que este blog é da CME podia ter avisado que devido a um cano roto Há mais de duas semanas iam tentar reparar a avaria das tantas ás tantas é que assim nem´há almoço.
    VERGONHA até porque a água é a 2 euros o m3. Só espero que tenham a obra concluida antes 16.00 que é a hora de largada do trabalho.
    A Rotura aconteceu porque passam os canos junto a plátanos gigantes cujas raízes danificam as canalizações, para qualquer planeador era mas do que previsivel

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.