quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O significado de Partilhar

A época natalícia teve o seu início há quase três semanas, porém, a nossa cidade apresenta-se muito envergonhada, diria mesmo um pouco empalidecida. Falo-vos, por isso, dos enfeites de natal existentes e da animação, sobretudo da realidade que compreende o centro histórico.
Não obstante, tenda a reconhecer que existem aspectos novos e diferentes dos que aqueles que conhecíamos e uma tentativa de alterar e cortar com o passado recente. Para isso a edilidade juntamente com a associação comercial do distrito de Évora e a Entidade Regional de Turismo disponibilizam um comboio turístico para todos aqueles que queiram passear pelas ruas da nossa cidade, mediante um pagamento de um bilhete, como, também, proporcionam o visionamento de um filme na fachada principal da igreja de S. Antão, na praça do Giraldo.
Todavia, no que ao comboio turístico diz respeito, uma vez que é uma iniciativa sazonal, não tem carácter regular, temo que o pagamento de um preço possa colocar o sucesso da iniciativa em causa. Relativamente à projecção do filme na parede da Igreja de S. Antão, não digo que seja uma má iniciativa, mas com a parede da Igreja no mau estado em que se encontra, de todo em todo, resultará.
Em todo o caso, as reflexões que aqui deixo, são unicamente para acrescentar e não para destruir, não mais do que isso. Penso, aliás, que, para o ano, as partes interessadas, Câmara, Junta de Freguesia, no caso União das freguesias de Évora, Instituições públicas e privadas, Comerciantes e/ou quem os represente, deverão, todos em conjunto, concertar-se no sentido de conceberem uma animação de natal que verdadeiramente mobilize as pessoas, os residentes e quem nos visite, com o objectivo de fruírem e de gastarem efetivamente dinheiro, nas lojas, cafés, restaurantes, hotéis e nos demais locais da nossa cidade. Precisamos, por isso, que isto seja uma realidade e não um proclamado desejo.
Estou, portanto, convencido que todos, sem excepção, poderemos vir a beneficiar de entendimentos partilhados. E, por conseguinte, esta forma de actuar não pode ficar no campo das intenções, deverá, portanto, densificar-se na ação politica e empresarial no dia-a-dia.

José Policarpo (crónica na RádioDiana)

9 comentários:

  1. Em que língua é que este senhor escreve?

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  2. Tem razão. Évora está cada vez mais triste. O espectáculo na Praça do Giraldo é deprimente.

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  3. Enquanto há crianças que passam fome
    também há quem ande muito preocupado
    porque a árvore de Natal não é bonita
    porque não há luzes nem desperdício.

    Benditas as bestas
    porque delas é o reino dos céus.

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  4. Sem dinheiro não há vícios. A câmara de Évora está falida!
    Qual destas palavras é que ainda não perceberam?
    Se for preciso faço um desenho.

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  5. José o teu governo é responsavel pelo estado degradante de Santo Antão.

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  6. José não é apenas a parede a Igreja, precisa Toda ela de intervenção,espera pela intervenção do teu governo.

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  7. Zé um verdadeiro social, não se revê em passos coelho que só corta no RSI nos hospitais e nos salários, eu tinha vergonha se pertencesse a essa gente, anda mascarado Zé . Onde está recuperação de ativos , roubados no BPN e outros casos similares, Swps e outras porcarias. PPPs quejandos

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  8. Este é analfabeto funcional. Ó Faustino diz lá aos gajos que com este artista não se pode ir à caça, entra mal nas silvas. Quanto mais escrever umas larachas mal atamancadas.

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  9. Pelo menos interrompeu-se o espírito despesista que levou a câmara à falência. Foram 12 anos durante os quais o PS gastou dezenas e dezenas de milhares de euros a alugar iluminações ,algumas das quais ainda não estão pagas. Repito ,a alugar porque nem se tratou de investimento. Quanto ao comboio, o PS nunca deu luz verde à ideia o que inviabilizou o projecto da associação comercial... Não percebo o que diz o Sr Policarpo sobre o pagamento do comboio. Então as viagens não devem ser pagas por quem utiliza o comboio ? Se não o forem, quem as paga ? A câmara ? Pensei que o PSD era favorável à redução da despesa mas afinal , e a avaliar pelo acréscimo da percentagem da divida face ao PIB, uma coisa é o que se diz e outra o que se pratica.

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