quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Jantar vegetariano na Casa da Zorra


HOJE - 20H - JANTAR VEGETARIANO NA CASA DA ZORRA

Para todos os que gostam de comer bem e saudável; para todos os que gostam de conviver e de experimentar coisas novas, trocar ideias, receitas e conhecimentos... eis o convite para o jantar vegetariano no dia 10 de Dezembro, ás 20h, na Casa da Zorra. Só têm de chegar a horas e levar algo para comer: doce ou salgado. Agradeço a divulgação.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=991283407554570&set=gm.749993621746346&type=1&theater

2 comentários:

  1. Na TVI 24 deu um programa sobre um bando que atuava em 4 distritos, roubando máquinas de cigarros e bebidas.
    Era seguido e investigado pela brigada especial de combate ao crime da GNR. Foi trabalho eximínio e acabou com o comentário a razão porque estes 11 ciganos formam presos, foi só uma eram pobres.
    Vejam se em relação aos bandidos da economia há assim tantos agentes no seu encalce.
    Mesmo em relação aos meios disponibilizados para combater a pequena criminalidade são muito maiores do que os disponibilizados para combater a grande

    ResponderEliminar
  2. O criminoso foi obviamente o mordomo
    FRANCISCO LOUÇÃ

    No final de uma das telenovelas mais populares, ficámos até ao último momento na ânsia de saber quem triunfaria, se o Dr. Mundinho se o Coronel Ramiro Bastos.

    Nesta outra telenovela a que ontem assistimos a trama é muito mais densa. Começando pelos protagonistas, temos um banqueiro que “se considera um verdadeiro trabalhador”, apesar de “erros de julgamento” como nos submarinos, que só deram um milhão a cada ramo da “família” e um mar de arrelias, temos um Presidente Cavaco Silva atento às recomendações do banqueiro quanto à diplomacia com Angola, temos um Presidente Dos Santos que emite garantias que valem o ouro da sua palavra, temos um Durão Barroso que “dava conselhos” mas “por um montante nada significativo”.

    Depois, temos os prejudicados, os “potenciais investidores” que se acotovelavam na antecâmara do governador para mostrarem a cor do dinheiro que queriam pôr no BES, e a PT que “foi uma tristeza”.

    Chegamos aos culpados, um administrador angolano que muito “incomodou” os generais accionistas, um contabilista de Miami que terá sido o responsável por gerir a holding e criar o buraco de biliões de euros, que andará por parte incerta, um primo que andaria na solicitação de “contrapartidas”, um governador do Banco de Portugal que não facilitou o empréstimo salvífico. Com todos estes aborrecimentos, “o banco não faliu”, faliram-no. Mesmo assim, com toda a cabala, Ricardo Salgado, ele próprio, num gesto magnânimo e desprendido, devolveu Portugal aos seus donos, todos nós, encerrando o episódio com a grandeza dos aristocratas.

    O governador, irritado, reagiu na hora divulgando as cartas que podia ter entregue à Comissão Parlamentar há uma semana, como se tivesse preferido guardá-las a manter-se o verniz. Na verdade, sabedor desde Novembro de 2013 da falsificação das contas, as cartas que indicam que negociou a saída de Salgado demonstram também o tempo pusilânime do regulador.

    Quer então saber quem é o Mundinho e quem é o Coronel nesta história? Não interessa. Se houve crime, e não me citem como sugerindo que houve tal, é só para supormos, se houve crime, o culpado, como não podia deixar de ser, foi o mordomo.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.