domingo, 26 de outubro de 2014

Os premiados no Fike 2014


Chegou agora fim o FIKE 2014 – 12ª Edição do Festival Internacional de Curtas Metragens que decorreu no Auditório da Universidade, em Évora, e ainda no Pax Julia, em Beja, desde o passado dia 21 de Outubro.
Com cinco dias repletos de bom cinema, um tributo a Patricia Casey, a produtora do primeiro filme dos Monty Python, mostras paralelas, masterclasses, workshops, exposições, concertos musicais e com sessões competitivas de curtas-metragens a concorrer aos Prémios do FIKE, chegou assim o final onde foram anunciados os seguintes vencedores:

Troféu e Diploma
Melhor Ficção - Travelers in the night - Ena Sendijarevic, Holanda, Ficção, 9' 75"
Melhor Documentário – Troféu FIKE / Estacão Imagem: Cutting Grass - Asier Altuna, Espanha, D, 13'
Melhor Animação - Canis - Marc Riba & Anna Solanas, Espanha, Animação, 17'

Diplomas FIKE
Melhor Argumento - To Cut a Long Story Short - Marco Espirito Santo Portugal, Ficção, 2' 5"
Melhor Fotografia - Touch of Silence - Sven Philipp Pohl, Alemanha, F, 6'
Melhor Representação - Matilde - Vito Palmieri, Italia, Ficção, 10'
Melhor Curta-Metragem Europeia -  Daphne or the lovely specimen - Sebastien Laudenbach & Sylvain Derosne, Franca, Ficção, 15'
Prémio do Publico - ants apartment - Tofiq Amani, Iraque, Ficção, 12' 5"
Competição Nacional - Premio Comendador Rui Nabeiro para a Melhor Curta-Metragem Portuguesa - O Coveiro - Andre Gil Mata, Portugal, Animação, 14'

Menções Especiais:
Virtuos Virtuell - Thomas Stellmach & Maja Oschmann, Alemanha, A, 7' 5"
The Neighbour - Alexandra Galia Burca, Romenia, Ficção, 12' 25"
The being from elsewhere - Guy Bordin & Renaud De Putter, Bélgica, Documentário, 18'
Prémio Don Quijote: (IFFS- International Federation of Film Societies)
Matilde - Vito Palmieri, Italia, Ficção, 10'
Menção Especial: The being from elsewhere - Guy Bordin & Renaud De Putter, Bélgica, Documentário, 18'

(nota de imprensa do FIKE)


2 comentários:

  1. Poluição televisiva sem limites (e taxas)

    Há dias, contei o número de telenovelas transmitidas nos três canais televisivos abertos (excluo a boa excepção que é a RTP 2). São 11, num total de cerca de 9 horas diárias! É fartar, gente!

    Se a isso acrescentarmos essa indigência cultural e moral que dá pelo nome de um qualquer big brother ou casa dos segredos, teremos 12 horas diárias (ou seja, mais de 80% do prime time!). O resto é quase o deserto, por vezes preenchido por overdoses de futebol antevisto, visto, revisto e entrevisto. A estupidificação alienante em marcha acelerada.

    Agora que se fala em fiscalidade verde ou ambiental, seria uma tentação lançar uma taxa sobre a poluição televisiva e uma sobretaxa sobre essa indignidade nojenta e ultrajante (desde logo para quem participa) das “casas de segredo” passadas em horário nobre (?). Seria bem aplicado aqui o princípio fiscal do poluidor-pagador e evitar-se-ia onerar a vida decente das pessoas comuns com outras taxas ora criadas.
    Por António Bagão Félix

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    1. Concordo plenamente, mas é dessa estupidificação maciça que a governação tira os seus dividendos. Uma população culta e esclarecida nunca permitiria todos os abusos cometidos e justificados por resultados eleitorais.

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