quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O que ficou do debate de ontem


Dois balões cheios de nada.

14 comentários:

  1. O que resulta deste debate é que, dentro do PS, o Costa é o "testa de ferro" da oligarquia financeira que nos explora e que levou o país à falência.
    Por isso ele é apoiado por todos os canais e por todos os comentadores.
    Chamam-lhe "democracia" e "liberdade de imprensa".

    O que resulta evidente é o conceito dos candidatos sobre o seu papel como políticos.
    Em vez de gestores do bem comum, eles apresentam-se como artistas da calúnia, trapezistas da ofensa.
    Uma luta de víboras. Ganha a mais venenosa.

    O que ali está em causa não é o bem público nem é a força da razão. É pura e simplesmente aniquilar o adversário à paulada.

    São estes os candidatos que se propõem defender o nosso interesse? Relançar a economia? Recuperar o país?

    Zangam-se as comadres e descobrem-se as verdades:
    Foi pena que o Seguro só no fim do debate se lembrasse de falar dos amigos corruptos que apoiam o Costa.

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  2. O programa do Seguro resume-se a apresentar um projeto de lei eleitoral,que não passa de uma FRAUDE.

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  3. Principal apoiante de Costa em Évora é alvo de investigação pelo DIAP.

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  4. Os debates tem sido uma lavagem pura e dura de roupa suja sem o minimo de valor,mas os tais testas de ferro já arranjaram uma animação para destrair o caso tecnoforma com 14 anos e bem publico.
    A que derrubar Passos tem que voltar a mamar,mas desta vai ser giro não tem um centimo para gastar com um defice de 132 % do pib,qualquer deslize lá dispara a divida e o sufoco finaceiro,quero ver agora como os socialistas vão descalçar a bota desconhecida governar sem dinheiro.

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  5. Senhor comentador anterior, diga lá quem é o fulano.

    António Gomes

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  6. O nosso país não estaria na dramática situação actual sem o processo de integração europeia, sem a integração no euro, sem a ingerência da troika, sem o “Pacto de Estabilidade”, sem o “Tratado orçamental”. A essa questão política central Costa e Seguro respondem com mais federalismo e mais UE. Por aqui se vê o género de “alternativa” e de “mudança” que representam.

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  7. É lamentável a qualidade dos políticos em Portugal.
    Bateram fundo e feio trazendo à realidade o que de pior o ser humano pode ter: Maldade; perversidade; cinismo; prevaricação; falta de solidariedade; mentira...
    Poderia estar aqui a arranjar mais uns quantos adjetivos desta natureza, na pura convicção que alguns ainda ficariam de fora...
    O que se tem passado no partido socialista nestes últimos meses é muito pequenino, mau em demasia, é pouco digno dum partido que quer governar.
    Sinceramente não consigo encontrar diferenças significativas entre eles.
    Seguro, que teve a sua oportunidade e nunca a aproveitou, não conseguiu convencer os portugueses que poderia mudar o rumo do país e fazer dos portugueses, pessoas com uma qualidade de vida mais perto dos europeus.
    Costa, porque não se quer comprometer, escolheu um terreno vazio e pouco transparente quanto ao que pretende dar de diferente aos portugueses.
    Assim não vale.
    E ele sabe-o bem. A diferença que os separa ninguém sabe. ..
    O que seria interessante era no final ficarem os dois separados por uma percentagem, muito idêntica à que separou passos de Seguro nas Europeias...
    E se assim fosse?....

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  8. Diz o Capoulas Santos, agrário e antigo ministro da agricultura, que na destruição da reforma agrária brindava com champanhe quando entregava aos latifundiários mais umas herdades, "O debate foi muito crispado e isto não é o PS que eu conheço há quase 40 anos". Pois, pois... isto é o PS. Não nos esqueçamos do que recentemente foi dito pelo sr. Nuno G. Matos acerca de uma mala com dinheiro que trouxe da estranja e que entregou ao sr. Mário e que se destinava ao partido.

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  9. E o que disse esse Sr. Nuno G. Matos acerca dessa mala entregue ao "digníssimo" Sr. Dr. Mário Soares? Fonte, por favor. Ou como esquecer algo que nunca se soube?

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    1. disse que vinham da internacional socialista com sede no Luxemburgo,essas malas não se sabe onde terminaram.

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  10. Os EUA estão a proteger a paz e a democracia. Desta vez, a sua Força Aérea está a bombardear o Estado Islâmico (EI) na Síria, mas “esqueceram-se” de pedir autorização ao governo legítimo desse país. Ora, segundo as normas do direito internacional, quaisquer ataques aéreos contra um Estado sem consentimento de seus dirigentes é considerado um ato de agressão.

    Mas quando foi que Washington se preocupou com o direito internacional?

    Washington, na linha de anteriores agressões, apressou-se a apresentar justificações. Uma declaração emitida pelo Comité dos Chefes de Estados Maiores refere que os terroristas “já estavam prontos para explodir uma “bomba fantasma “artesanal dificilmente detectável”. Por isso, se não fosse uma “intervenção antecipada” dos EUA, o mundo novamente estaria à beira do abismo.

    O Estado Islâmico, com efeito, representa uma séria ameaça. O movimento extremista que já tinha ocupado uma considerável parte do Iraque e da Síria, demonstrando seu poderio militar e a força de organização, tem de ser combatido, mas não em detrimento do direito internacional e interesses de outros Estados.

    Washington também sabe que não tem a possibilidade de alcançar a vitória apenas através de ataques aéreos. Será impossível vencer os jihadistas sem uma operação terrestre. (mas se um míssil “desobediente” atingir Damasco, tal será, claro, uma mera dano colateral).

    Intervindo na Síria, Barack Obama tenta provar ser realmente um “duro”, podendo o seu partido manter uma boa imagem dos EUA à escala mundial. Além disso, Washington considera ter chegado uma hora certa em que se deve tirar a desforra pela “derrota” sofrida em setembro do ano passado em que Bashar Assad “saiu ileso” devido à intervenção de Moscovo.

    Mas convém não esquecer que o Estado Islâmico foi, de facto, criado pelos EUA. No início de sua existência, os líderes de islamistas opunham-se ao regime de Bashar Assad. Depois, os “cavaleiros de liberdade e justiça” viraram as armas e declararam guerra aos EUA.

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  11. O "aumento" do salário mínimo nacional corresponde a uma bica por dia numa tasca; se a bica for servida numa esplanada então o aumento teria de ser aquele que a CGTP pretendia, 515 euros mensais;

    Mesmo assim há economistas que alertam para o perigo do aumento conseguido aumento para a economia nacional. Ainda assim o "acordo de concertação social" foi um simulacro da representatividade dos trabalhadores, porque a CGTP foi expulsa do processo.

    Quem assinou este miserável acordo?
    - o secretário-geral da UGT que representa maioritariamente empregados e quadros de escritórios, bancos, empresários por conta própria, etc.
    Carlos Silva, grande apoiante de Seguro, "na defesa dos interesses dos trabalhadores", convidou para o seminário que comemora os 36 anos da "Central", para além de inúmeros Secretários de Estado e do João Proença, os seguintes homens de Estado: Pedro Mota Soares, Nuno Crato e Passos Coelho que encerra as comemorações.

    Diz-me quem convidas, dir-te-ei quem és e a quem serves!

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  12. Os três debates televisivos inculcaram nas audiências a irremovível convicção de que Costa e Seguro são os Dupond e Dupont da política nacional.

    Quem porventura tenha lido As Aventuras de Tintim, sabe que nelas figuram duas curiosíssimas personagens, estruturalmente estúpidas – o Dupond e o Dupont – muito parecidas entre si, mas não gémeas, que em todo o caso se distinguem unicamente pela consoante final da ortografia dos seus nomes e pela forma dos respectivos bigodes, cada uma das quais repete, palavra por palavra, tudo o que a outra personagem haja acabado de enunciar, antecedendo todavia a repetição de uma sonora declaração de princípios: eu diria mais!

    A única diferença, porém, que se vislumbra entre os Dupond e Dupont portugueses e os belgas está em que nenhum dos lusos usa bigode, porque, quanto ao mais, até nos nomes próprios são iguais.
    Assim, quando o entrevistador perguntou ao primeiro António (Seguro) qual a primeira medida que adoptaria se fosse primeiro-ministro, o primeiro António respondeu: “medidas contra o desemprego, apoiadas num programa de desenvolvimento económico em dez pontos.” Passada a mesma pergunta para o segundo António (o Costa), logo o segundo António respondeu: “eu diria mais: medidas contra o desemprego, apoiadas num programa de desenvolvimento económico em dez pontos”.

    O entrevistador passou então ao segundo António (o Costa) e perguntou-lhe se, sendo primeiro-ministro, reporia os cortes nas pensões dos reformados e os cortes salariais na função pública. O segundo António respondeu que reporia os cortes, porque isso até é uma exigência do Tribunal Constitucional.
    Passada a mesma pergunta para o primeiro António (o Seguro), logo o primeiro António responde: eu diria mais: reporei os cortes nas pensões e nos salários da função pública porque isso até é uma exigência do Tribunal Constitucional.

    São os Dupond e Dupont à portuguesa…

    Essa palhaçada só acontece, porque na cadeira do moderador do último debate, como aliás também sucedeu nas cadeiras dos moderadores dos outros dois debates televisivos, não está sentado um jornalista, digno desse nome, mas um palhaço preparado para entrevistar Duponds e Duponts.

    O palhaço que ontem moderou esse debate acéfalo entre os nossos dois Antónios, esqueceu-se de fazer a ambos as perguntas sacramentais que as suas respostas impunham:

    - Mas aonde vão vocês arranjar o dinheiro para investir no programa de desenvolvimento económico que fará face ao desemprego?

    - Sabem vocês que o vosso partido – o PS – assinou o Tratado Orçamental, já com a Tróica cá dentro, e que esse tratado impõe um orçamento com défice zero?

    - Que atitude vão adoptar quanto ao Tratado Orçamental?

    - Aonde vão vocês cavar o dinheiro para repor os cortes nas pensões e nos salários dos funcionários públicos?

    - Vão ou não aumentar os impostos, que já representam a maior carga fiscal de toda a União Europeia, incluindo a carga fiscal da Grécia?

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  13. Andam a ver a todo o custo se apanham tachos na secretaria do Ministério Público , já nem sabem da confiança dos eleitores ... palhaços parasitas esfomeados de poleiros abutres destrutivos da cultura Portuguesa .

    Votarem naquele homem ... aguente-se até ao fim !

    A seguir vão votar em outra praga daninha anunciada ... tem de se aguentar até ao fim !

    Ou pensam que eles lhes vão dar o paraíso em Portugal ?

    Primeiro , a família deles ... depois a família partidária ... depois os privados e depois o Zé Povinho a apanhar as migalhas .

    O Salazar enxotou de Portugal essa escumalha criminosa bloqueadora de um qualquer tipo de democracia , a republicana ou democrata ... até mesmo a ditadura esteve em perigo !

    Agora , querem milagres ?

    Esses tipos desde o 25 Abril tomaram conta de Portugal à sua maneira , criaram filhos ... netos e bisnetos ... que durante muito tempo , ajudado pelos melhores escritórios de advogados e contabilistas , sabem como os enganar nas URNAS de x em x tempo !

    Ainda dizem coisas do califado !

    Por cá o poder sobe na cabeça das pessoas igualmente de forma suave ... sem dar nas vistas , mas com efeitos TERRORISTAS !

    Jorge

    ( ciclista )

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