terça-feira, 16 de setembro de 2014

Cultura alentejana nas ruas de Lisboa





A propósito do lançamento do filme "Alentejo, Alentejo", de Sérgio Tréfaut, diversos grupos corais alentejanos têm mostrado a sua arte e o seu saber em vários locais de Lisboa. Tem sido uma festa e uma mostra de cultura e de afirmação da identidade cultural alentejana, como este vídeo demonstra.

8 comentários:

  1. Os badamerdas dos putos pagos pelas super bock já andam a embebedar os putos.
    Ainda acabam alguns afogados na fonte henriquina como a água não chega afogam-se em mijo e cerveja .
    Tenho pena de gente tão poucochinho, futuros "inteletuais" ou futuros carneiros néscios sem personalidade . Pensem para que querem a cabeça, só para usar o cabelo, esse invólucro serve para pensar.
    Parece estar cheio de serradura, mas ainda lá devem haver alguns neurónios não os deixem morrer

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  2. Seguro apresenta projecto de lei para Garantir a presença de PS e PSD sòzinhos no parlamento.

    GANDA DEMOCRATA.

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  3. Para Acabar de vez com a Democracia, Tozé (in) Seguro defende União Nacional.

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  4. Os interesses económicos das cervejeiras com a conivência (ou também interesses económicos?) das universidades e pseudo-universidades, a degradar os poucos jovens que ainda existem com capacidade para pensar. E o SNS a suportar os custos de tratamento com comas alcoólicos e outras emergências, quedas, ferimentos,etc., em detrimento de outros actos médicos em doentes crónicos e de doentes sem possibilidades económicas. Criminalizar as praxes seria desde já uma boa medida.

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  5. Continua a dança de cadeiras na Câmara Municipal de Évora, os ratos estão a abandonar o navio.
    A CME está paralisada, a incompetência é gritante e as ruas estão cada vez mais sujas. É a cidade do lixo, ou como diz um amigo meu é "Lixo por todo lado".
    O Bouça já se "pirou".

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  6. A minha pergunta é se esta Câmara tem condições para acabar o mandato. Quando começar a guerra de facções, até agora (mal) escondida, vai ser de faca na liga.

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  7. E sobre o Cante, nada a dizer? Marca da cultura de um povo que esta a promover-se como deve, nas ruas e não nos palcos. Mostrando as modas de quem fez da sua forma de expressão o cante. Modas que marcaram gerações, que falam das profissões já em desuso, das vidas dos homens e das mulheres e da repressão no tempo do fascismo.
    Uma optima iniciativa, uma boa forma de ajudar o cante a elevar-se a património da humanidade.

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