domingo, 17 de agosto de 2014

A DIREITA EBORENSE NO ESTADO NOVO: Pequenas contribuições para a sua história


 
O Ministro, Salazar e o poeta

José Frota*         

1.
Quando Salazar foi empossado pela primeira vez como chefe do  Governo não nomeou qualquer responsável para a Agricultura. A lavoura ficou englobada numa pasta conjunta com o comércio e a indústria chefiada pelo engenheiro Sebastião Garcia Ramires. No âmbito da  mesma  foi criada uma sub-secretaria de Estado  para tratar  dos problemas do mundo rural que veio a ser entregue ao eborense Leovigildo Queimado Franco de Sousa. A fórmula encontrada não surtiu, porém, os efeitos desejados e encontrou mesmo fortes reparos por banda dos lavradores alentejanos. O ditador decidiu então autonomizar o respectivo sector  a nível governativo transformando –o  em Ministério a 24 de Julho de 1933 e promovendo Leovigildo Franco de Sousa ao novo cargo.
À partida pareciam reunidas as condições para a pacificação  da contestação nas terras transtaganas.  Leovigildo pertencia ao grupo dos abastados terratenentes da região. Era filho de José Inocêncio de Sousa, grande proprietário oriundo da concelho de Redondo que ainda novo viera para Évora. Herdeiro de pingues rendimentos, fez-se accionista das principais instituições regionais de crédito. Alma generosa notabilizou-se como protector da  Casa Pia de Évora de que veio a ser,  primeiro, professor e depois director. Como era usual entre os opulentos do tempo, veio a consorciar-se com Maria Ana Braamcamp de Matos Fernandes, da famosa e riquíssima família que era dona de quase metade das propriedades agrícolas do distrito.
Ideologicamente Leovigildo era seguríssimo pois o pai que,  era monárquico e apoiara a ditadura sidonista assim como a eclosão do golpe do 28 de Maio chegando em ambos os períodos à vice-presidência da Câmara Municipal de Évora, o educara na fidelidade aos princípios mais caros de um poder autoritário e musculado sem concessões à vontade ou opinião populares. Depois de ter frequentado o Liceu Nacional de Évora, o jovem rumara a Lisboa para se licenciar como engenheiro agrónomo pelo Instituto Superior de Agronomia.
Pensava ficar por mais tempo na capital quando a morte do progenitor , aos 60 anos, lhe trocou as voltas, fazendo-o regressar a Évora para tomar contar dos negócios da família. Ao tomar conhecimento do seu desejo de regressar a Lisboa, Oliveira Salazar ofereceu-lhe um lugar no Governo que de sub-secretário se converteu depois em Ministro, conforme acima se assinalou. Leovogildo, todavia, estava longe de alinhar com as teses da maioria dos seus pares que vendo as suas produções cerealíferas a declinar, exigiam o apoio e a contribuição governamental (concessão de crédito rural) para a compra de adubos químicos e outros fertilizantes similares que reclamavam por sua vez a substituição de novos equipamentos adequados às novas práticas.
O Ministro não alinhava pela introdução de novos métodos na exploração e revitalização das terras e continuava a advogar a manutenção do método tradicional, mesmo ancestral,.efectuado  a partir dos excrementos animais (boi, cavalo, principalmente), vulgarmente conhecido como estrume, censurando os lavradores por estes desdenharem dos processos naturais, descurarem a limpeza das terras, aplicarem de forma deficiente o afolhamento trienal e não terem cuidado com a selecção das sementes.
2.
A contestação ao Ministro foi-se avolumando gradualmente até rebentar  de forma insólita numa festa de Carnaval de 1934, realizada no distinto e selecto Círculo Eborense. Numa sala repleta de convidados, entre os quais o próprio Leovigildo Franco de Sousa, o poeta João Vasconcelos e Sá, interpretando as queixas dos lavradores, apresentou  ao melhor estilo pícaro  vicentino e de forma bem jocosa (é Carnaval, ninguém leva a mal como se costumava dizer), a seguinte exposição, dirigida ao «Excelentíssimo  Senhor Ministro da Agricultura:

                                    «Porque julgamos digna de registo
                                     a nossa exposição, sr. Ministro
                                     erguemos até vós humildemente
                                     em toada uníssona e plangente
                                     em que evitámos o menor deslize
                                     e em que damos conta da nossa crise.

                                     Senhor, em vão esta província inteira
                                     desmoita, lavra, atalha a sementeira,
                                     suando até à fralda da camisa.
                                     mas falta-nos a matéria orgânica precisa
                                     a terra que é delgada e sempre fraca
                                     a matéria em questão é caca.

                                     Precisámos de merda, senhor Soisa,
                                     Nunca precisámos de outra coisa.

                                     Se os membros desse ilustre Ministério.
                                     querem tomar o nosso caso bem a sério.
                                     se é nobre o sentimento que os anima,
                                     mandem cagar-nos toda  gente em cima
                                     dos maninhos torrões de cada herdade
                                     e mijem-nos em cima também, por caridade....

                                     O senhor Oliveira Salazar quando
                                     venha até nós, solícito, calado,
                                     busque um terreno  que estiver lavrado,
                                     deite as calças abaixo, com sossego,
                                     ajeite o cu bem apertado ao rego
                                     e, como Presidente do Conselho,
                                     queira exprimir-se até ficar vermelho...

                                     A Nação confiou-lhe os seus destinos....
                                     então comprima, aperte os intestinos,
                                     e ai, se lhe escapar um traque, não se importe
                                     quem sabe se o cheirá-lo não lhe dará sorte....

                                      Quantos porão as suas esperanças
                                      num traque do Ministro faz Finanças
                                      e também quem vive, aflito e sem recursos
                                      já não distingue os truques dos discursos...

                                     Nem precisa falar, tenha a certeza,
                                     que a nossa maior fonte de riqueza,
                                     desde as grandes herdades às courelas,
                                     provém da merda que juntarmos nelas.

                                     Precisamos de merda, senhor Soisa.
                                     nunca precisámos de outra coisa,
                                     adubos de potassa ,cal e azote,
                                     tragam-nos merda pura dos bispote
                                      e de todos os penicos portugueses
                                    durante pelo menos uns seis meses.

                                    Sobre o montado, sobre a terra campa,
                                    eles nos despejem trampa
                                    Ah, terras  alentejanas ,terras nuas,
                                    desespero de arados e charruas.
                                    quem as compra ou arrenda oo quem as herda,
                                    sente a paixão nostálgica da merda...

                                    Precisamos de muita merda, sr. Soisa,
                                    nunca precisámos de outra coisa
                                    ah, merda boa, merda fina e da boa,
                                    das inúteis retrtes de Lisboa...

                                    Como é triste saber que todos vós,
                                    andais cagando sem pensar em nós,
                                    se querem fomentar a agricultura
                                    mandem gente com muita soltura

                                    Nós daremos o trigo em larga escala,
                                    pois até nos faz conta a merda rala...
                                    ah, venham todas as merdas à vontade
                                    não faremos questão de qualidade,
                                    formas normais ou formas esquisitas.

                                    E desde o cagalhão às caganitas,
                                    desde a pequena poia à grande bosta,
                                    tudo o que vier a gente gosta,
                                    precisamos de merda, Sr.Soisa,
                                    e nunca precisámos de outra coisa.

Quando terminou já toda a assistência ria, há muito,  rebolada de gozo. Uma prolongada salva de palma seguida de um molho de felicitações envolveu o poeta. O ministro que estoicamente ouviu até ao fim,  esgueirou-se então escarlate de vergonha, raiva  e humilhação e abandonou a sala e a festa. Entretanto o episódio chegou ao conhecimento de Salazar que até lhe terá achado alguma graça e decidiu que era inevitável a substituição  de Leovigildo Franco de Sousa. Não o fez porém de imediato . Deixou passar alguns meses e a 23 de Outubro exonerou-o do cargo. No ano seguinte, em 1935 nomeou-o porém como membro do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos onde se manteve até 1962.
3.
Perguntar-se-á, com toda a razão quem era o poeta João Vasconcelos e Sá e de que privilégios dispunha, para ousar afrontar desta forma directa e corrosiva e vexar, ainda que em lugar privado, o ministro e o próprio Oliveira Salazar sem que aliás tivesse vindo a ser chamado à responsabilidade e punido em conformidade Isto num tempo em que o Estado Novo perseguia sem dó nem piedade, os adversários do regime autoritário instituído, assim como os seus dirigentes, representantes ou mandatários?
Ora bem, João António de Vasconcelos e Sá não era de berço alentejano. Sendo filho de pais abastados, nascera no Funchal a 9-7-1880 e viera muito cedo para o Continente para ser educado no Colégio Militar, estando destinado à carreira militar .Desde miúdo que revelara um invulgar talento musical a que juntava assinalável veia poética de cariz popular. Fez-se  então compositor musical do género ligeiro, começando a ser procurado para criar quadros revisteiros pois agudeza  crítica e espírito de humor eram predicados de que igualmente era possuidor.
Ao início do novo século, apenas com 20 anos. ganhou notoriedade nacional ao compor a célebre canção, ainda hoje bem conhecida, “ Margarida vai à fonte” que obteve extraordinária popularidade em todo o país. Era então um jovem alegre, bem disposto e de uma simplicidade desconcertante  cujo comportamento estava longe do estilo austero e comedido de um futuro oficial do Exército que se veio a tornar em 1908.
Tudo vai mudar na vida de João Vasconcelos e Sá com a implantação da República, que não aceita de forma alguma. Alinhará nas duas primeiras tentativas contra-revolucionárias monárquicas lideradas pelo General Paiva Couceiro que serão repelidas sendo enviado como punição para Estremoz donde transitará para Évora. É aqui que vem a conhecer em 1912 Maria Clara de Mattos Fernandes, prima direita da mulher de Leovigildo e com a qual virá a casar em 1918, já em plano consulado sidonista. Entretanto aderira ao Integralismo Lusitano e colaborava assiduamente na imprensa monárquica, assinando pequenas crónicas mordazes sob o pseudónimo de Dom Tancredo 
Durante esse período conheceu e estreitou relações com os grandes monárqucos alentejanos como António Sardinha, Alberto Monsaraz, Pequito Rebelo Com eles esteve após o assassinato de Sidónio Pais e no período confuso que se seguiu, quando os monárquicos tentaram impedir o regresso dos republicanos ao poder criando a chamada “Monarquia do Norte”, movimento novamente liderado por Paiva Couceiro. No meio da instabilidade geral e no meio da confusão e divisão que reinava entre os republicanos, a insurreição conseguiu subsistir durante mais de um mês. Mas nunca  conseguiu implantar-se no Sul, onde o apoio à Monarquia tinha fraca expressão.
Apesar disso em Lisboa ainda o tentaram. Um grupo de setenta civis e militares subiram ao Forte de Monsanto e hastearam a bandeira da Monarquia encetando contactos com o norte. Perante isto os republicanos conseguiram encontraram uma base mínima de entendimento e decidiram tomar de novo as rédeas do poder. Uma força do Exército bem armada atacou Monsanto e retomou o forte. Os monárquicos, que o eram em escasso número ,foram praticamente dizimados. Pequito Rebelo e Alberto Monsaraz, gravemente feridos , preferiram a capitulação à fuga.
Entre os revoltosos encontrava-se o inevitável João Vasconcelos e Sá, já com a patente de major de Cavalaria, que foi feito prisioneiro. Como outros militares envolvidos na insurreição seria expulso do exército e deportado para a Ilha da Madeira. Por lá permanecerá até ao golpe do 28 de Maio de 1926 na sequência do qual será readmitido no exército e pouco depois reformado.
Liberto das obrigações castrenses regressa em força à actividade teatral revisteira somando êxitos nos teatros da capital, nomeadamente no Avenida e no Trindade. E em Évora assinará juntamente com o capitão Raul Cordeiro Ramos a sensacional revista “As Palhas e as Moínhas” que conhecerá um estrondoso sucesso no Teatro Garcia de Resende” onde esteve em cartaz durante meses consecutivos e foi depois apresentada noutras terras alentejanas e chegou até Lisboa onde de novo alcançou rotundo sucesso.
4.
Porque fora apresentada em privado, abrangia pessoas de uma mesma e poderosa  família afecta ao regime e as queixas eram de alguma pertinência foi decidido esquecer o conteúdo da jocosa diatribe com o assentimento um pouco forçado do próprio ministro. Vasconcelos e Sá fez o possível por recolher as diversas cópias que distribuíra, outras que lhe haviam sido solicitado e das quais se haviam feito muitas outras, algumas das quais, poucas, tinham ido parar às mãos da oposição republicana. Esta porém não lhe conferiu suma importância por considerar que se tratava de um mero arrufo de terratenentes no interior do regime e a resolução dos problemas da agricultura passava por outros caminhos, perdendo assim a oportunidade de explorar em seu favor.
Tentou-se por todas as maneiras fazer desaparecer da memória das pessoas este episódio que ensombrou a história da direita eborense e teve repercussões sérias entre muitos outros lavradores que concordando com o conteúdo discordaram frontalmente da “boçalidade e da ordinarice “ da linguagem utilizada. Inclusive entre a família Mattos Fernandes o ambiente não mais foi o mesmo. Como se costuma dizer houve quem tivesse perdoado mas não esquecido. Por fim o rolar das décadas e a morte dos que o haviam vivido (Vasconcelos e Sá morreu em 1944) ou presenciado, fê-lo  desaparecer praticamente da memória citadina. 
Curiosamente, alguém, quiçá temeroso de que o incidente não viesse a ter registo histórico nos anais da cidade, fê-lo ressuscitar, por volta de 2007, através do envio de algumas cópias, a algumas pessoas que escreviam sobre a história recente da cidade e se interessavam por todos os assuntos que a ela diziam. Eu, que nunca tinha ouvido falar do episódio, fui um dos  brindados, de forma anónima, com o envio de uma dessas cópias, a seco, sem que procedesse   ao seu enquadramento
E a partir daí procurei indagar da veracidade e da consistência do mesmo. Mas não foi fácil. Reminiscências esparsas  foi o melhor que encontrei. Mas consegui vir a saber que o fadista António Pinto Basto era neto de Vasconcelos e Sá e gosta muito de evocar tal descendência incluindo no seu repertório fados-cantigas da sua autoria como “Margarida vai à fonte”  ou “Explicador” («Terras de grandes barrigas/onde só há gente gorda/ às sopas chamam-lhe açordas, à açorda chamam-lhe migas/...) .
E em sessões mais intimistas e familiares o fadista não se exime a cantar, normalmente  de cor e a pedido, a pilhéria do seu avó para gozo e risada geral. Ele mesmo o confessou nestes últimos tempos no mural dos Antigos Alunos do Liceu Nacional de Évora. Por outro lado tive conhecimento que o prof, Galopim de Carvalho no final de 2007 tinha enviado igualmente para o programa humorístico da RTP-2 “ Sempre em Pé” uma cópia da diatribe que foi declamada pelo actor Víctor de Sá . A proverbial escassa audiência  do segundo canal reduziu-lhe o impacto. Foram muito raras as pessoas que a escutaram. Aqui fica porém o seu registo para conhecimento daqueles que se interessam por Évora  e pela sua história durante o século passado.

*Jornalista e eborógrafo.(indivíduo que escreve sobre Évora)

Fontes impressas e bibliografia

Fontes impressas

- Cópia dactilografada do original do poema transcrito .
-Relação dos 500 militares implicados na insurreição do Forte de Monsanto e posteriormente julgados em Tribunal Militar existente na Biblioteca Nacional /Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
- Revista do 1º. Centenário do Liceu Nacional de Évora, 1941.

Bibliografia

BAIÔA; Manuel, “Elites Políticas em Évora- Da I República à Ditadura Militar (1925-1926), Lisboa, Edições Cosmos, 2000.
FRANCO DE SOUSA, Leovigildo, “Subsídios para o Estudo da Cultura do Trigo no Distrito de Évora- Relatório Final de Curso, 1924, Biblioteca Digital do Alentejo.
MARQUES, A.H. de Oliveira Marques, “A Primeira República- alguns aspectos estruturais”,Livros Horizonte, 1975.
MONTE. Gil do, “ Dicionário Histórico e Biográfico de Artistas Amadores e Técnicos Eborenses”, II Volume, Évora, Gráfica Eborense, 1973.
MONTE, Gil do, “ Dicionário Histórico e Biográfico de Artistas Amadores e Técnicos Radicados em Évora, II Volume, Évora, Gráfica Eborense, 1976.
QUINTAS, José Manuel Quintas, “Filhos de Ramires”- As  origens do Integralismo Lusitano”,Lisboa, Editorial Nona Ática, 2004.
QUINTAS, “José Manuel Quintas”, “Os combates pela bandeira azul”. Revista “História”,nº. 10, II Série 1999.
ROSAS, Fernando “Lisboa Revolucionária”, Lisboa, Editora Tinta da China. 2010.
SAMEIRO, António Pedro, “Subsídios para uma História Genealógica de algumas famílias do Alentejo”, Boletim “A Cidade de Évora”, Évora, Gráfica Eborense. 1970

3 comentários:

  1. A família Sousa desapareceu do mapa alentejano?
    Que é feito das herdades e dos herdeiros?
    Foram varridos pela revolução?
    Deu o trangolomango neles?
    Não ficou alguém que se lembre do episódio do poema?

    Na verdade o poema veio a ter resposta, dada pelo bloco central de interesses, PS/PSD/CDS durante os últimos 40 anos.
    Nestes 40 anos de "desenvolvimento" negativo, o bloco central só mandou merda para o Alentejo.
    Vão escavacando tudo o que lhes aparece pela frente, e comendo com sofreguidão, a começar pela destruição da EPAC, da Reforma Agrária, etc.; as infraestruturas, o arrastar do Alqueva, o aeroporto de Beja, os itinerários principais, etc.; os serviços públicos básicos, PT, EDP, GALP, etc.; as instituições nacionais e locais, a Casa Pia, a Academia, etc.

    Capoulas, Dieb, Troncho, Ernesto, Fernanda Ramos, Zorrinho, Granadeiro, ... a cáfila alienou o interesse dos cidadãos, e enriqueceu a olhos vistos, à custa dos orçamentos do estado.
    Consequentemente, os cidadãos empobreceram a olhos vistos e recomeçaram a emigrar, como antigamente, no tempo do fascismo.

    Os fascistas pediram merda e o bloco central deu merda com fartura.

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  2. Actor ''Victor de Sá'' ? Não. Eu vi o programa. Foi o actor Victor de Sousa, no programa 'Sempre em Pé', apresentado por Luis Filipe Borges, onde se explica quem foi o poeta e se resume o episódio relatado no post. AQUI : http://59abc59.blogs.sapo.pt/precisamos-de-merda-senhor-soisa-170051

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  3. Exactamente Victor de Sousa. O autor de um texto é normalmente mau revisor do mesmo porque lhe escapam os pequenos lapsos cometidos. E este foi um erro cometido, digamos, que por simpatia. Vasconcelos e Sá levou ao Victor de Sá. De qualquer forma, obrigado pela correcção.

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