sexta-feira, 13 de junho de 2014

Porque faz hoje anos que Fernando Pessoa nasceu: O ALENTEJO VISTO DO COMBOIO


Nada com nada em sua volta
E algumas árvores no meio,
Nenhuma das quais claramente verde,
Onde não há vista de rio ou de flor.
Se há um inferno, eu encontrei-o,
Pois se não está aqui, onde Diabo estará?

Fernando Pessoa
(Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935)

10 comentários:

  1. Nunca devia ter acabado a máquina de ferro no interior de Portugal , mas mesmo nunca !

    Jorge

    ( ciclista )

    ResponderEliminar
  2. UNIVERSIDADE de ÈVORA sem dinheiro para Pagar o subsdio de Férias.

    ResponderEliminar
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  4. Ervas,mais ervas.............para quando a solução ?

    Não existe produto que resolva a situação?

    Évora parece um Matagal em vésperas das suas festas Maiores.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Produto há. O que não há é dinheiro para o comprar.
      Afinal, é o efeito de uma excelente herança de 90 milhoes de euros.

      Eliminar
  5. Tal não era a "ganza!

    A vida a bordo é uma coisa triste

    Embora a gente se divirta às vezes.

    Falo com alemães, suecos e ingleses

    E a minha mágoa de viver persiste.



    Por isso eu tomo ópio. É um remédio.

    Sou um convalescente do Momento.

    Moro no rés-do-chão do pensamento

    E ver passar a Vida faz-me tédio.



    Levo o dia a fumar, a beber coisas,

    Drogas americanas que entontecem,

    Eu já tão bêbado sem nada! Dessem

    Melhor cérebro aos meus nervos como rosas

    ResponderEliminar
  6. Perante uma "reflexão" destas, conclui-se que Fernando Pessoa não gostaria de morar no Alentejo ...

    ResponderEliminar
  7. Perguntar não ofende!

    Em 30 dias esvaziaram os cofres da UNIVERSIDADE ?

    ResponderEliminar
  8. Esta semana o desemprego entrou nas casas de 160 jornalistas do DN, JN e TSF. Não conheço pessoalmente nenhum deles, não sei quem foi despedido e quem não foi e não faço ideia qual terá sido o critério de escolha dos que ficaram e dos que saíram, se é que houve outro que não o dos proveitos e custos. Se houvesse justiça neste mundo, os dispensados seriam exclusivamente aqueles que sempre colaboraram com o poder na guerra de percepções que vai resultando na imposição das regras do jogo atrás enunciadas e, nesse caso, a democracia sairia a ganhar com a limpeza na classe daqueles que asseguram o seu pilar informação. Se o episódio servisse para evitar sequelas futuras, os jornalistas deixariam de comportar-se como quase todas as outras classes profissionais, cada um por si, e a ética profissional, os deveres deontológicos e o espírito de classe encarregar-se-iam de expulsar a concorrência desleal dos maus profissionais pagos a um prato de lentilhas que vão substituindo os bons, e há muitos, que são postos na prateleira e, dessa forma, também de devolver aos clientes finais do seu trabalho aquele prazer antigo de comprar jornais e revistas. Infelizmente, nem o mundo é justo, nem a generalidade dos jornalistas se diferencia assim tanto dos restantes compatriotas que não dispõem do seu poder de influenciar as percepções dos outros. Foram despedidos mais 160 portugueses. Mais 160 dramas pessoais de um desastre colectivo. . O desemprego já está a trabalhar para surpreender os 160 seguintes.

    ResponderEliminar
  9. Pessoa era um Desassossegado, como o são os eborenses que entendem este desassossego,nada mais que isso. Os Outros andam sossegados...
    O resto, é a dialéctica...tentando perceber-se o que nasceu primeiro.

    Emanuel

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.