sexta-feira, 13 de junho de 2014

LÁ FORA: Festival de Artes performativas nos espaços exteriores da Fundação Eugénio de Almeida começa hoje


Nos dias 13 e 14 de junho, os espaços exteriores da Fundação Eugénio de Almeida - Páteo de S. Miguel e Fórum Eugénio de Almeida - vão ser palco de um festival transdisciplinar de artes performativas. LÁ FORA traz a Évora cinco grandes espetáculos de dança, música e performance que convocam o público a celebrar um encontro com as artes e a sentir a criação performativa contemporânea.
A dança telúrica da Companhia Clara Andermatt marca o arranque do festival LÁ FORA, pelas 22h00, no Páteo de S. Miguel. Intitulada Fica no Singelo, a nova criação de Clara Andermatt é uma surpreendente performance que transporta o espetador entre o presente e o passado ao colocar o folclore português em estreito diálogo com a dança contemporânea. O projeto resulta de uma pesquisa sobre técnicas, materiais e funções associadas aos bailes populares e ao folclore, bem como a reflexão critica sobre conceitos-chave como a cultura popular e a cultura da arte, o ritual e o convencional, o rural e o urbano, o tradicional e o contemporâneo. Fica no Singelo é uma performance de “Costumes que exprimem a alma”.  Após a performance, os espetadores serão convidados a participar num baile no qual podem experimentar algumas das danças que inspiraram a peça.
No sábado, às 18h30m, no pátio de honra do Fórum Eugénio de Almeida, António Cabrita e São Castro apresentam Wasteland, um momento de dança autêntico e vibrante entre dois corpos que negoceiam uma relação. Wasteland começa por ser uma intervenção física de um corpo no outro e uma tomada de consciência dos dois corpos num mesmo espaço. Os bailarinos propuseram-se o desafio de descobrir onde o corpo criativo se torna parte do jogo do processo criativo. Encontraram um corpo que se tornou instrumento de expressão abstrata e um processo que se tornou num desdobramento poético do corpo.
Ao entardecer, pelas 19h30, nos jardins do Pátio de São Miguel, Filho da Mãe (Rui Carvalho) um dos mais conceituados guitarristas nacionais, apresenta o álbum Cabeça, um disco instrumental e acústico, considerado um dos melhores trabalhos discográficos de 2013.
À noite, no Pátio de São Miguel, dois notáveis concertos encerram o festival. Primeiro, ocasião para descobrir o mais recente trabalho do músico e intérprete Walter Benjamin, The Secret Life of Rosemary and Me, acompanhado por Nuno Lucas, no baixo, João Correia, na bateria e António Vasconcelos Dias, nas teclas, mas também Márcia, uma intérprete incontornável, que nos traz a sua voz quente e a magia das suas canções com Casulo, o seu novo álbum. Acompanham Márcia, Filipe Monteiro, nas guitarras e teclados, Rui Freire, na bateria, Manuel Dordio, nas guitarras e David Santos, no baixo.
O Festival LÁ FORA é uma produção da Fundação Eugénio de Almeida e O Espaço do Tempo, com a direção artística de Rui Horta.

Agenda:
13 de junho – 22h00 - Fica no Singelo – Companhia Andermatt – Páteo de S. Miguel
14 de junho – 18h45  - WASTELAND - António Cabrita e São Castro - Fórum Eugénio de Almeida
14 de junho – 19h30 – Rui Carvalho - Páteo de S. Miguel
14 de junho – 22h00 – Walter Benjamim - Páteo de S. Miguel
14 de junho – 23h10 – Márcia - Páteo de S. Miguel

Entrada:
Páteo de s. Miguel
3,00€/dia
5,00€ / dois dias

Fórum Eugénio de Almeida – entrada livre (nota de imprensa)

9 comentários:

  1. está uma exposição fantástica no museu de évora: "e, subitamente, o povo...tornou.se inverosímil" do pintor josé miguel gervásio. Fiquei surpreendido com a ousadia do museu. vale a pena!

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  2. ULTIMA HORA:

    UNIVERSIDADE de Évora sem dinheiro para Pagar subsdio de Férias,passados 30 dias de gestão e os cofres estão VAZIOS8para mim não é supresa),terç~-feira esta rapaziada foi para a Guarda com carros e motoristas assistir a entrega da medalha ao reformado araújo,dezenas de milhares de euros para a Queima..........Volta Braumann está perdoado.

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  3. Ana Freitas e Ausenda só pode dar BANCARROTA.

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  4. Sete AFILHADAS da Reitora tem direito a suplemento,os outros que fazem mais horas tem direito a baldes de M....

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  5. A Ana já fez MERDA ..................

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  6. COFRES VAZIOS na Universidade ?

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  7. Boa tarde.
    Gostaria de usar este vosso serviço, para denunciar uma situação de despedimento ilícito, de que foi alvo o meu marido, em Setembro, de 2011, juntamente com outros 4 colegas. A Fundação Alentejo, em Évora, é, alegadamente, uma fundação sem fins lucrativos, presidida por Fernanda Ramos, que, entre outras responsabilidades políticas, foi a governadora civil de Évora (nomeada pelo executivo de José Sócrates). Fazem parte desta Fundação, uma escola profissional (EPRAL), de carácter particular e cooperativo, mas que é gerida com fundos comunitários; um centro de formação (CEDRA), que também funciona com fundos comunitários, e, mais recentemente (desde Outubro de 2011), um Colégio, também particular.
    Apesar de haver financiamentos distintos – a Epral recebe um determinado financiamento, para o funcionamento da Escola e o CEDRA recebe o financiamento referente aos cursos a leccionar – a direcção usa os formadores da escola, com contrato de trabalho, para ministrarem os cursos no CEDRA, sem haver lugar a contrato por prestação de serviços e respectivo pagamento. O meu marido deu 1500 horas de formação, entre Outubro de 2008 e Junho de 2011, sem nunca ter feito qualquer contrato de prestação de serviços e, por consequência, sem ter recebido qualquer valor.
    Vários são os processos que esta Fundação enfrenta no Tribunal do Trabalho, pelos mesmos motivos - despedimento ilegal e não pagamento de indemnização. No caso do meu marido, já saíram três (3) sentenças, e foram três (3) condenações atribuídas à Ré (Fundação Alentejo, na pessoa de Fernanda Ramos), que continua a recusar-se a pagar o valor em dívida: indemnização por despedimento, horas extraordinárias, apuradas em tribunal e, até agora, mais de trinta (30) salários, até trânsito em julgado.
    Aquando do despedimento, a presidente da Fundação Alentejo, terá, alegadamente, referido que o seu advogado a tinha informado que não havia lugar ao pagamento de qualquer indemnização por despedimento, apesar do meu marido ser efectivo há 13 anos, naquela Escola Profissional. Fernanda Ramos terá, ainda dito, alegadamente, que era contra os seus princípios despedir alguém e ainda ter que lhe pagar indemnização!

    Perante esta situação, o meu marido, bem como outros 3 colegas, apresentaram queixa no Tribunal do Trabalho. Ao fim de 32 meses, a situação ainda não está resolvida, eu estou desempregada, nunca recebi qualquer subsídio da Segurança Social, o meu marido já terminou o subsídio social de desemprego em Junho de 2013, altura em que pediu o subsídio social de desemprego subsequente, que também terminará em breve. Nessa altura não vou ter condições de sustentar a minha filha, com 5 anos, nem tão pouco de pagar a minha casa e todas as despesas. Corro o risco de entrar em incumprimento com a instituição bancária, porque há alguém, com ligações políticas, que acha que está acima da lei.
    Esta senhora já recebeu nas suas instalações as primeiras figuras do Partido Socialista (a quem eu, através de mensagem privada nas respectivas páginas do facebook, pedi ajuda, mas de quem não recebi qualquer resposta!).

    Esta foi uma mensagem enviada a um orgão de Comunicação Social.

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    1. 19:20
      Lamento informar,mas se envou á LUSA esqueça,porque não querem fazer nada ou teem o rabo preso,não publicam nadinha. Falo destes de Évora.
      Experiencia própria...
      Desejo-lhe boa sorte.

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    2. Faça para Lisboa, ACT, Ministério Público etc... COmo eu já fiz! Acredite que essa senhora e a família vão ter o que merecem em breve, com televisões à mistura e tudo!

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