segunda-feira, 9 de junho de 2014

Évora: Funcionárias de cantina do centro de formação em greve


As nove funcionárias da Solnave que prestam serviço na cantina do Centro de Formação de Évora cumpriram hoje um dia de greve.
Em causa está o facto de estarem “insatisfeitas com a empresa por não pagar a tempo e horas”, segundo Ana Piteira, uma das funcionárias.
A trabalhadora realça que “já é dia 09” e que as funcionárias daquela cantina não receberam os ordenados referentes a maio.
“Eu já tenho o meu nome no Banco de Portugal, porque ainda não paguei a prestação da minha casa”, exemplificou a funcionária, contando que os atrasos no pagamento dos ordenados são recorrentes.
“Já chegámos a receber ao dia 15”, acrescentou.
A greve nacional foi convocada pela Federação dos Sindicados de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT). (aqui)

10 comentários:

  1. Como é possível estas empresas de mão de obra barata,trabalho escravo,trabalharem para o Estado................o desemprego "baixou" dizem eles com este tipo de empresas a pagarem uma miséria....................Os BOYS do PSD estão-se nas tintas para a precaridade e o trabalho escravo praticado por estas empresas.

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    1. O PCP que pague os vencimentos,já que odeia tanto os patroes e é tao "amiguinho" dos trabalhadores...tretas.

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  2. Palma Rita, não dizes nada?

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    1. Que queres que te diga?
      Mal tenho tempo para limpar o rabo ao Dieb... quanto mais para andar nos blogues.

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  3. O Faustino a publicar notícias sobre o atraso no pagamento de salários... Ao que isto chegou!

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  4. 20:43,está falar dos teus amigos CAVAQUISTAS do BPN,BPP e PPP ?

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  5. Passos e Portas,já tem maneira de dar a volta aos salários da função publica............as medidas de Sócrates vão resolver o problema,o SOCRATISMO está de volta com PASSOS e COSTA..............a receita de austeridade é igual................está nas nossas mãos MUDAR isto..........PODEMOS.

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  6. mudar isto? com quem? com os comunistas? esses ainda sao piores. roubam tudo descaradamente.

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  7. "PORQUE DEVEMOS SAIR DO EURO"

    O livro de João Ferreira do Amaral, "Em Defesa da Independência Nacional", foi prefaciado pelo historiador do PSD Pacheco Pereira com uma frase provocatória: "A principal ameaça que hoje existe à independência nacional é a União Europeia".

    Ora quando até a própria direita se agita é sinal que o momento é extremamente grave, porque a independência nacional, o sentimento de pertença a uma nação é uma bandeira da esquerda, que não se confunde com nacionalismo.

    Escreve João Ferreira do Amaral:
    "A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa- Bragança".

    São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam.

    O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB.

    Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas."

    "Em Defesa da Independência Nacional" é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui.

    E apresenta a solução: "Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia".

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  8. Leio: "Ora quando até a própria direita se agita é sinal que o momento é extremamente grave, porque a independência nacional, o sentimento de pertença a uma nação é uma bandeira da esquerda, que não se confunde com nacionalismo."
    Seria difícil estar, mais do que estou, em mais profundo desacordo com estas afirmações.
    Ponto por ponto e no conjunto.
    Gostaria de ter tempo para responder a sério: Euro, UE, federalismo, "independência nacional", "patriotismos" e nacionalismos, valores de esquerda ou de direita...
    Mas são questões de tal ordem complexas, que, não querendo responder à pressa, mal e sem fundamentação, e por apreço para com as pessoas que fazem este blogue e o lêem, que vou ter que esperar pela disponibilidade de tempo.
    Aliás, parece-me que um debate público seria útil.
    JRdS

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