sexta-feira, 14 de março de 2014

CME: patrocínios (que estão a ser angariados) vão pagar final da Volta ao Alentejo


Em reunião pública de 12 de março: Câmara de Évora prestou informações sobre a Volta ao Alentejo em Bicicleta

No período antes da Ordem do Dia, o Presidente, Carlos Pinto de Sá, falou sobre a 32ª Volta ao Alentejo em Bicicleta, organizada pelos municípios alentejanos através da CIMAC, explicando que esta terá a etapa final em Évora e que a parte de custos que compete à Câmara Municipal será paga através de patrocínios, estando já em curso a sua angariação.
O Presidente informou ainda que terá lugar a primeira reunião sobre as comemorações do 25 de Abril com todas as instituições e representantes das forças políticas indicados pela Assembleia Municipal na sexta-feira (dia 14), pelas 18 horas, nos Paços do Concelho, aberta a todos os que quiserem dar o seu contributo com propostas para preparar o programa.
O Vereador Eduardo Luciano deu conhecimento de reunião com os utilizadores das hortas urbanas prevista para esta sexta-feira (14), pelas 18 horas, no Palácio de D. Manuel, para troca de impressões sobre a temática. A autarquia irá continuar a dinamizar este projeto e tem um conjunto de propostas associadas às hortas que pretende implementar e que passam, inclusive, pela criação de novas áreas para cultivo. 
Foi aprovada por unanimidade a concordância com o estabelecimento de Zona Especial de Proteção do Cromeleque de Vale Maria do Meio (Freguesia de Graça do Divor), bem como as respetivas restrições ao sítio, propostas pela Direção Regional de Cultura do Alentejo. Trata-se de um património único no Alentejo que precisa ser salvaguardado, considerou o Presidente da Câmara Municipal, congratulando-se a Câmara com tal decisão.
A proposta de celebração de acordo de colaboração com a Associação Sociocultural Terapêutica de Évora (ASCTE) para integração de utentes portadores de deficiência, residentes na ASCTE, no apoio a tarefas auxiliares nos estabelecimentos de educação e ensino foi aprovada por unanimidade. O acordo visa facultar aos utentes experiências em contexto real de trabalho, colaborando nas tarefas diárias do pessoal não docente e já mereceu a concordância do Agrupamento de Escolas nº4 de Évora e da Junta de Freguesia da Azaruja.
Mereceu também aprovação unânime a proposta para que a autarquia equacione medidas excecionais de apoio solidário a famílias carenciadas, nomeadamente no que se refere a fornecimento gratuito de refeições escolares a crianças nas cantinas escolares do concelho. Dado o contexto de crise económica nacional, a autarquia tem vindo a receber cada vez mais pedidos deste tipo, a maioria dos quais é enquadrável nas medidas de apoio social já existentes, nomeadamente o cartão Évora Solidária e o Programa Municipal de Atribuição de Suplementos Alimentares, contudo existem situações sinalizadas não enquadráveis nas referidas medidas que serão resolvidas com esta decisão.
A ratificação da parceria estabelecida entre a Câmara e a APPACDM no projeto “(Com)passos…”, no âmbito da candidatura ao Programa Gulbenkian Qualificação das Novas Gerações foi aprovada, com a não participação do Vereador Silvino Costa por fazer parte dos órgãos dirigentes da associação. O Programa visa a inclusão social de pessoas com deficiência.
Foi aprovado por unanimidade em minuta o protocolo de colaboração entre a MARÉ SA (sociedade detida em 20% pela Câmara de Évora), a Associação de Beneficiários do Monte Novo e a EDIA, para desenvolvimento de uma fileira de produção/comercialização de produtos hortofrutícolas, articulando assim a componente agrícola com a comercial e contribuindo para o desenvolvimento do setor agroalimentar do concelho de Évora e da região Alentejo.
Salienta-se ainda que a Câmara tomou conhecimento da celebração do Dia Internacional da Proteção Civil com várias iniciativas a decorrer em março. Estas incidem, nomeadamente, na realização de simulacro na escola EB1 dos Canaviais (dia 13), sessões de esclarecimento nos Paços do Concelho (dia 20) e na EB1 da Comenda (dia 21), e reunião (dia 28) nos Paços do Concelho, da Comissão Municipal de Proteção Civil de Évora e da Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Évora. Será apresentado o dispositivo de combate a incêndios florestais 2014, o Plano Familiar de Emergência; e apresentado e aprovado o novo Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Évora. (Nota de Imprensa da CME).

5 comentários:

  1. Patrocínios é a solução para tudo. E compreende-se. Estamos numa região rica. com empresas cheias de dinheiro e dispostas a patrocinar tudo, da Volta, ao Desporto, à cultura, à feira de São João e ao que mais vier.

    ResponderEliminar
  2. O rapto da Europa

    por VIRIATO SOROMENHO MARQUES

    Houve tempos em que a Europa representou a liberdade de pensamento. A capacidade de se "colocar a si própria em causa". Hoje, quando 70 cidadãos portugueses ousam pensar livremente o nosso futuro comum, eis que se levanta uma violenta barragem de ataques. Vítor Martins e Sevinate Pinto, cidadãos ilustres, foram exonerados da função de conselheiros do PR por serem subscritores do manifesto dos 70. Belém quis mostrar aos credores que o vírus da inteligência crítica não contaminara o Palácio. Poderíamos pensar que o problema está no atavismo português. Nos séculos de Inquisição. Mas eis que vozes distantes às sombras da nossa cultura se erguem, condenatórias, da ousadia dos 70. Gente zangada do FMI e da CE. Porquê esta reação contra pessoas que apenas se representam a si próprias? O Governo, a CE, o FMI temem todos aqueles que não sacrificam no altar da sua religião dos mercados. Eles são os sacerdotes desse culto, pois foram eles que transformaram os mercados, de instrumento de racionalidade económica num deus cruel, sedento de sacrifícios. Quando Portugal aceitou perder a sua soberania monetária e cambial, pensámos estar a partilhar poder para o bem comum. Afinal estávamos a aceitar algemas nos pulsos. Um banco como o BCE, que recusa financiar os Estados, é uma obscenidade. Acorrenta os povos à menoridade financeira. Obriga-os a estender as mãos, como pedintes, perante especuladores. Obriga nações inteiras a esconder o seu sofrimento, só para não zangar ou contrariar os "mercados". Os portugueses, e os outros europeus, ao olharem a cobardia transformada na nova "ética de estadista", começam a perceber que a "Europa" em que acreditaram foi raptada por um novo totalitarismo. Que teremos de derrubar, para voltarmos a ter direito à liberdade e ao futuro.

    ResponderEliminar
  3. Os homens não são todos iguais

    por VIRIATO SOROMENHO MARQUESOntem198 comentários

    O manifesto propondo a reestruturação da dívida foi conhecido no mesmo dia em que o INE revelava os resultados da política levada a cabo pela troika com a cumplicidade entusiástica deste governo. Como se fosse uma lista de baixas numa guerra, ficámos a saber que o PIB do país recuou ao nível do ano 2000 e o emprego tombou até ao ano de 1996. Em dois anos e meio foram destruídos 328 mil empregos. Tudo isto para combater uma dívida pública bruta excessiva, que, no mesmo período, subiu de 94% para quase 130% (ultrapassando em 15% as precisões da troika)! Este manifesto limita-se a olhar a realidade de frente: o País caminha para o suicídio, e é preciso mudar o rumo. No quadro europeu. Pesando o interesse de Portugal, mas também o interesse comum do projecto europeu, de que muita gente, em Bruxelas e Berlim, parece ter-se esquecido. Perante isso, o primeiro-ministro, e uma escassa legião de escribas auxiliares, acusam os subscritores do manifesto de "pôr em causa o financiamento do país", de "inoportunidade", e, até, de falta de patriotismo. No século xix, dois grandes europeus, Antero de Quental e Nietzsche escreveram, ao mesmo tempo, quase a mesma coisa: o que separa os homens é a maior ou menor capacidade que têm de "suportar" a verdade de que depende a dignidade da vida. A verdade dói, mas a mentira mata. Tenho muito orgulho em ter assinado este manifesto ao lado de Manuela Ferreira Leite, ou Bagão Félix, pois a diferença crucial não é entre esquerda e direita, mas entre a verdade e a mentira. O que une este governo, e o atual diretório europeu, é a ligação umbilical entre o seu poder e a mentira organizada. O país e a Europa só poderão sobreviver se forem resgatados de líderes medíocres, com fobia da verdade.

    ResponderEliminar
  4. Feira de São João 2014

    Homenagem aos 40 Anos da Revolução de Abril.

    ResponderEliminar
  5. Verão de 2014

    50 Anos das piscinas municipais

    sugestão:

    Festivais de Natação

    Noites de Poesia e musica

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.