sábado, 8 de março de 2014

No dia da mulher as flores são cardos


Dados da Associação de Apoio à Vítima (APAV) indicam que, em 2013, foram registadas, em Portugal, 17.384 denúncias de violência doméstica, mais 414 face ao ano anterior.
No dia da Mulher as flores são cardos, com muitos espinhos e muita dor. A maioria das vítimas de violência doméstica são mulheres. Mulheres que morrem, que ficam feridas, que são abusadas.
São também vítimas da violência dos Estado, já que tal como no ano passado, as mulheres portuguesas continuam a ganhar em média menos 18% de remuneração de base que os homens, à semelhança do que se passa no resto da Europa, sendo que esta diferença salarial aumenta (21,9%) quando se calcula o ganho, segundo dados da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE).
Isto tem de acabar!
A única forma de celebrar este dia é lutando para acabar com esta iniquidade!
Tenham então um excelente dia!

Miguel Sampaio (aqui)

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar
  2. Voltei a remover o seu comentário não pelo seu conteúdo - cada qual é responsável pelas afirmações que faz -, mas sim pelo seu anonimato. Não tem sentido estar a acusar alguém de forma tão peremptória e depois não assinar por baixo, dando a cara pela acusação que faz.

    CJ

    ResponderEliminar
  3. Bravo e obrigado Carlos Júlio, a ignomínia abjecta, assim o merece.

    António Gomes



    ResponderEliminar
  4. Manuel Silva

    E as vitimas do sampaio?
    em que categoria ficam,?as totós a que ele conta umas estórias e saca umas massas?
    ganda sampaio

    assina
    Manuel Siolva

    ResponderEliminar
  5. anónimo das 12:08

    Sou então uma espécie de capitão Roby. Ando por aí numa busca constante de mulheres indefesas para “sacar umas massas”.
    É disso que vivo, das economias das mulheres com quem me vou cruzando... pobre de mim, que pouco jeito tenho para o meu mister; estou teso! Mais teso que um bacalhau ao sol.
    Talvez seja azar, talvez seja consequência da crise, mas, a ser verdade, tenho urgentemente de encontrar nova ocupação, porque assim não me safo.
    Há no entanto uma coisa no meio disto tudo que me dá uma certa satisfação. Alguém está atento às minhas manobras e as denuncia. Agradeço comovido estes instantes de fama que me proporciona. Tenho pena que o faça anonimamente, porque assim não posso agradecer pessoalmente tamanha dedicação.
    Presumo que viva em Évora, e que habite próximo do Templo de Diana, afinal de contas era aí a casa da inquisição e era também aí que os bufos anónimos iam coletar os trinta dinheiros das suas difamações. Até porque existem por lá bastantes igrejas e deve ser pessoa bastante religiosa, para prover assim da boa moral da urbe e queimar em praça pública os tresmalhados.
    Que saudades deve ter do Salazar! Imagino as novenas que não rezará em ofício da velha senhora, os ímpetos do braço esticado e as caimbrazinhas no indicador...
    Tirando isso é um(a) anónimo(a) que destila ódio, ou despeito, ou qualquer coisa pequenina, feita á sua dimensão, para que possa sentir-se um poucochinho, só um poucochinho gente.
    (porque tudo o que é demais enjoa deixo aqui a minha resposta. Não voltarei a fazê-lo)

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.