terça-feira, 11 de março de 2014

Évora: mulher que matou marido condenada a 15 anos de prisão


O Tribunal de Évora condenou hoje a 15 anos de prisão efetiva uma mulher acusada de ter matado o marido, num incêndio que provocou na residência de ambos, na periferia da cidade.
Segundo o acórdão lido pelo juiz que presidiu ao coletivo que julgou o caso, a mulher, de 36 anos, foi condenada pelo crime de homicídio qualificado do marido e absolvida do crime de incêndio da sua casa.
O caso remonta a 02 de junho de 2013, quando um homem de 44 anos morreu devido à inalação de fumos decorrentes de um incêndio na sua habitação, no Bairro da Malagueira, em Évora.
A mulher da vítima, na altura com 35 anos, foi detida pela Polícia Judiciária (PJ) cerca de um mês depois do crime.
O tribunal deu como provado que a mulher colocou medicamentos numa bebida que a vítima ingeriu para lhe provocar um enfarte e que, depois, com o marido sedado, atou-lhe as pernas com ligadura e incendiou um sofá.
O juiz-presidente realçou as "circunstâncias muito graves" em que o homicídio foi praticado, afirmando que a arguida "planeou o crime" e que agiu com "crueldade".
Já a vítima, acrescentou, "não teve hipótese de defesa".
"Para ele acabou tudo, a senhora daqui por alguns anos ainda vai poder refazer a sua vida", referiu.
Durante o julgamento, a arguida alegou que era vítima de violência doméstica, mas isso não foi dado como provado em tribunal.

(Lusa)

9 comentários:

  1. Como é lindo o amor em Portugal.

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  2. planeou o crime!! e agiu com crueldade!!!15 anos?Realmente faltou o que para no minimo 25 anos????estas leis são uma brincadeira para os criminosos!

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  3. Carlos Braumann ao não se recandidatar,deixa os restantes candidatos numa situação complicada.................................este conselho geral está "ferido de morte" e perdeu CREDIBILIDADE.

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  4. Concordo com anónimo das 17.03
    Assassinou o marido à traição e apanhou 15 anos porque?
    Por ser o pai dos filhos?
    Não foi provada a violência doméstica, que podia aliviar os 25 anos de cadeia?
    O trabalhar num lar de idosos, não se percebe a justiça
    A ùnica razão e sair mais cedo para dar apoio aos filhos a quem matou o pai

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  5. - Manifesto defende reestruturação da dívida acima dos 60% do PIB

    "Deixemo-nos de inconsequentes optimismos: sem a reestruturação da dívida pública não será possível libertar e canalizar recursos minimamente suficientes a favor do crescimento" económico. Um grupo de 70 notáveis, com visões diferentes sobre as estratégias de resposta à crise económica e social, mas que "partilham a mesma preocupação quanto ao peso da dívida e à gravidade dos constrangimentos impostos à economia portuguesa", lançaram esta terça-feira um manifesto onde defendem que é "imprescindível reestruturar a dívida para crescer".

    "Sem reestruturação da dívida, o Estado continuará enredado e tolhido na vã tentativa de resolver os problemas do défice orçamental e da dívida pública pela única via da austeridade", pode ler-se no documento tornado público, esta tarde, pelo "Diário Económico".

    O grupo apresenta as condições a que a reestruturação deve obedecer e defende que "a celeridade da aprovação e entrada em funcionamente do regime de reestruturação é vital".

    O manifesto apresenta três condições "a que deve obedecer a reestruturação da dívida". A primeira condição passa por reduzir significativamente a taxa média do stock de dívida "de modo a aliviar a pesada punção dos recursos financeiros nacionais exercida pelos encargos com a dívida".

    Em segundo lugar, o manifesto destaca a importância de alongar os prazos da dívida para 40 anos ou mais. "A nossa dívida tem picos violentos. De agora até 2017 o reembolso da dívida de médio e longo prazo atingirá 53,5 mil milhões de euros", destacam as 70 personalidades que assinam o manifesto.

    Por último, o grupo defende que é necessário estabelecer qual a parte da dívida abrangida pelo processo de reestruturação. No seu entender, este deve incidir, pelo menos, sobre a dívida acima dos 60% do PIB.

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    1. Experimente ir alongar o pagamento da divida no banco e percebe que passar do pagamento a 30 anos para 40 anos o valor a pagar sobe em escada agarrado as taxas de juro.
      As 70 personalidades algumas com forte responsabilidade na divida querem enterrar o resto,quando fomos chamar a troika porque não pediram ai a reestruturação conhecendo o valor real da divida défice,e agora no fim do programa vem com ideias destas tenha dó.

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  6. Amigo das 21.44
    Não há outra saida, aliás foi o que aconteceu à alemanha e nós não causamos 80 milhões de mortes

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  7. A com crescimento e com reformas e cortes na despesa de estado,começando nas subvenções politicas destes 70 notaveis.

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  8. Oh anónimo anterior, qual é o teu manifesto?
    Apresenta-o para nos manifestarmos.

    António Gomes

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