segunda-feira, 31 de março de 2014

Centro Histórico de Évora: degradação, casas devolutas e necessidade de reanimar a zona


No dia Nacional dos Centros Históricos, a jornalista Rosário Silva, da Rádio Renascença, ouviu a posição do Grupo Pró-Évora sobre o Centro Histórico de Évora que apontou três problemas principais: degradação, casas devolutas e necessidade de reanimar a zona.
"Envelhecido e desertificado, o centro histórico de Évora precisa de “vida”, defende Grupo Pró-Évora. Ser Património Mundial não chega, é preciso reanimar uma zona que, cada vez mais é dos turistas e menos dos eborenses. 
No Dia Nacional dos Centros Históricos, o Grupo Pró-Évora alerta para a necessidade urgente de revitalizar o centro histórico de Évora. O mais antigo grupo em actividade em Portugal, na defesa do património, lembra que os anos passam e os problemas agravam-se, nomeadamente ao nível da habitação. Há dezenas de casas devolutas cujos proprietários ou se desconhecem ou não tem capacidade para cuidar dos seus bens patrimoniais. 
Os jovens “fogem” para a periferia da cidade, ficam os mais velhos. O problema está a crescer e urge encontrar soluções para inverter este padrão. 
“Pensamos que o centro histórico tem que ser vivido e, no caso de Évora pela sua extensão ainda com maior razão de ser. É preciso que a habitação seja revitalizada e que os habitantes tenham cuidado com o que é seu para que não se degrade. O problema não é só a falta de gente a viver dentro do centro histórico, é também a degradação que tem sofrido” lamenta Celestino David, do Grupo Pró-Évora." (ler mais)

9 comentários:

  1. Só li generalidades. Onde estão as propostas concretas?

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  2. Como pode um idoso com uma reforma que não dá sequer para alimentar-se recuperar a casa quase completamente degradada onde habita?

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  3. A atenção da junta autónoma de estradas.

    É uma vergonha o estado em que se encontra o Baluarte da Porta de Avis.

    A atenção da cãmara e hotel b&b

    o piso da entrada do rua do Raimundo(granito) é um Perigo para os automobilistas.


    a atenção da Dir.ger .da Cultura

    autêntica Vergonha o estado de Degradação da Igreja de Santo Antão.


    a atenção da cãmara


    O piso da porta de Serpa Pinto (granito) é um Perigo para os automobilistas.

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  4. Horta das Laranjeiras um Espaço abandonado

    Este espaço cuidado era o sitio ideal para os mercados de quintaneiros,junto do Centro Histórico teria Mais gente e contribuía para a animação do próprio,(os actuais mercados,no bacelo e junto ao municipal estão a definhar).

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  5. Reanimar a Zona,passa por arranjar este espaço e outros,por exemplo a antiga rodiviária,como parque de estacionamento é um falhanço.

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  6. Os donos dos imoveis muitos de familias abastadas estão a cair de podres,o imi não o pagam da autarquia só são chatetos ou incomodatos quando os mesmos ameaçam ruir sobre a via publica.
    Não existe nada que consiga alterar isto e o ch dentro de 10 anos é uma escombreira intrasitavél.

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  7. Basta ver uma das lojas de Optica mais prestigiadas da Cidade ,a arcada ameaça RUIR......................................o desleixo que muitos senhores desta terra deixaram chegar os imóveis.

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  8. «Envelhecido e desertificado, o centro histórico de Évora precisa de “vida”, defende Grupo Pró-Évora. Ser Património Mundial não chega, é preciso reanimar uma zona que, cada vez mais é dos turistas e menos dos eborenses.»

    O Grupo Pro Évora,na minha opinião, sempre interveio na cidade património da humanidade, de forma ambígua e transversal, não se percebendo se essa transversalidade é propósito de protagonismo dos seus representantes ou de medo de represálias por parte de algumas forças partidárias cá da terra.

    De facto interessa que este grupo mais ou menos formal intervenha de forma activa junto das instituições com responsabilidade na cidade (Câmara Municipal, CCRA e outras,de forma directa apelando para isso à mobilização descomprometida da intelectualidade da cidade.

    Todavia assiste-se a uma amedrontada intervenção por parte deste Grupo,muitas vezes encurralada na teia de certos partidos que chamam a si o controle de todas as iniciativas de carácter cultural dentro do burgo.

    O Grupo Pró-Évora, sempre me pareceu, ter condições para se isentar de partidarites mas verifico cada vez mais a sua inoperância no contexto cultural da cidade.

    No início deste post começa por dar fôlego à realidade cultural «circundante» na cidade e acaba baixando os braços submetendo-se ao discurso cansativo do património por revitalizar, sem apresentar qualquer proposta capaz de motivar quem, com ele (Grupo Pró-Évora), possa integrar essa revitalização, sabendo claramente que aos partidos da área governativa na cidade, não cabe interesse nenhum nessa revitalização pelo carácter conservador que têm evidenciado ao longo dos tempos.

    Um Grupo Pró-Évora aberto e mais jovem torna-se necessário e urgente para os fins que aqui propõe.

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  9. «Envelhecido e desertificado, o centro histórico de Évora precisa de “vida”, defende Grupo Pró-Évora. Ser Património Mundial não chega, é preciso reanimar uma zona que, cada vez mais é dos turistas e menos dos eborenses.»

    O Grupo Pro Évora,na minha opinião, sempre interveio na cidade património da humanidade, de forma ambígua e transversal, não se percebendo se essa transversalidade é propósito de protagonismo dos seus representantes ou de medo de represálias por parte de algumas forças partidárias cá da terra.

    De facto interessa que este grupo mais ou menos formal intervenha de forma activa junto das instituições com responsabilidade na cidade (Câmara Municipal, CCRA e outras,de forma directa apelando para isso à mobilização descomprometida da intelectualidade da cidade.

    Todavia assiste-se a uma amedrontada intervenção por parte deste Grupo,muitas vezes encurralada na teia de certos partidos que chamam a si o controle de todas as iniciativas de carácter cultural dentro do burgo.

    O Grupo Pró-Évora, sempre me pareceu, ter condições para se isentar de partidarites mas verifico cada vez mais a sua inoperância no contexto cultural da cidade.

    No início deste post começa por dar fôlego à realidade cultural «circundante» na cidade e acaba baixando os braços submetendo-se ao discurso cansativo do património por revitalizar, sem apresentar qualquer proposta capaz de motivar quem, com ele (Grupo Pró-Évora), possa integrar essa revitalização, sabendo claramente que aos partidos da área governativa na cidade, não cabe interesse nenhum nessa revitalização pelo carácter conservador que têm evidenciado ao longo dos tempos.

    Um Grupo Pró-Évora aberto e mais jovem torna-se necessário e urgente para os fins que aqui propõe.

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