sábado, 8 de fevereiro de 2014

OS ENREDOS DO CONSELHO GERAL DA UE: ELEIÇÕES ANULADAS E NÃO ADIADAS


1.A heteróclita composição do Conselho Geral da Universidade de Évora onde os representantes de forças externas se mostram mais interessados na obtenção e controlo do poder que em relação à realização dos superiores objectivos da Academia, só podia dar no que deu - o bloqueio da eleição do novo reitor,  a  repetição  do acto por anulação de todo o processo anterior, e a nomeação acelerada de nova comissão eleitoral. que tinha até ao dia de ontem, 7 de Fevereiro, a incumbência de indicar o Regulamento, o Calendário eleitoral e o edital da abertura do processo de candidatura ao cargo de Reitor.
Vir falar em adiamento de eleições foi e é uma falsidade de todo o tamanho e uma forma de atirar poeira para os olhos da Academia e da cidade num total desrespeito por ambas. Adiar significa protelar, transferir para outra ocasião, postergar. Ora, o acto realizou-se em toda a sua dimensão e só não produziu efeitos porque a Comíssão Eleitoral conhecia deficientemente o Regulamento que ela própria elaborou e se enredou  na sua incompetência gerando uma situação de impasse inultrapassável.
Um escândalo que só veio descredibilizar ainda mais a Universidade de Évora, que no final dos anos 90, era considerada como uma das cinco melhores do país e hoje está na cauda no respectivo “ranking”. Não tergiversemos : o que se passou, devia ter levado o Conselho Geral a demitir-se , porque é dali que partem todos os males. O Conselho Geral é o órgão superior de governo da Universidade cabendo-lhe a sua representação externa, num extenso leque de competências que os Estatutos lhe conferem.
Para quem não sabe, este é composto por 25 membros sendo que 13 são representantes de professores e investigadores, 3 representantes de professores de estudantes, 2 representantes de pessoal não docente e não investigador e ainda por 7 personalidades de reconhecido mérito, não pertencentes à instituição,  com conhecimentos e  experiência relevantes para esta, a serem cooptados posteriormente pelos outros conselheiros já eleitos.
2.O processo de cooptação teve inicio no dia 7 de Dezembro de 2012 na Sala de Docentes do Colégio Espirito Santo pelas 11 horas sendo moderado pelo Professor Carlos Marques, enquanto decano do Conselho Geral.. Segundo a acta a que vim ter acesso algum tempo depois,  este, após ter saudado os  colegas conselheiros, todos presentes, «realçou o interesse colectivo da instituição, que a seu ver, se devia sobrepor aos interesses particulares». Propôs uma reflexão conjunta antecipada à apresentação dos nomes, salientando o contexto legal a deviam obedecer e colocou à apreciação dos  outros conselheiros uma matriz para orientação, subordinada a sete critérios gerais : 1)Experiência no Conselho Geral anterior; 2) Pertença a Évora ou ao Alentejo e sua governança institucional; 3) Empresários e Gestores regionais e nacionais; 4) Ex-alunos empreendedores ou profissionais de relevo ; 5) Académicos destacados nas áreas destacados nas áreas científicas das escolas da U.E. ; 6) Personalidades ou  Políticos nacionais ou internacionais na área da Comunicação Social: 7) Individualidades da Área Social, das Fundações ou da Solidariedade Social.
É a partir deste momento que se vai perceber que o jogo já está viciado e o processo inquinado. Continuando a servir-me fielmente da acta., «o conselheiro João Rabaça  solicitou a discussão de um ponto prévio antes da ordem de trabalhos, cuja inclusão requereu constasse em acta. Deu conta da recepção de uma mensagem destinada a grande parte dos conselheiros do órgão, via correio electrónico, remetida por um Vice-Reitor  na véspera da tomada de posse oficial do actual Conselho Geral. A mesma continha um documento anexo com a indicação de nomes e respectivas biografias sugerindo que fossem hipóteses de pessoas a cooptar.
O conselheiro manifestou o seu mas vivo repúdio por esta prática, atitude que ia  contra o previsto  pelo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior e propôs que esses nomes fossem  ignorados uma vez que em caso de aceitação o órgão transmitiria à Academia a ideia de permeabilidade». A proposta do Rabaça foi desde logo secundada pelo conselheiro Luís Croino assim como pelo conselheiro Paulo Neto que «salientou o facto de a mensagem recepcionada não ter sido remetida por qualquer docente mas por alguém que desempenha funções de governo ao mais alto nível». Paulo Neto lamentou a atitude e frisou a necessidade do Conselho Geral se posicionar ignorando os nomes propostos o que simbolicamente uma liberdade de escolha». .
As intervenções seguintes não foram no mesmo sentido . Clara Teixeira discordou da supressão total dos nomes «porque que alguns deles podiam ser coincidentes com os  que viessem a ser propostos por alguns membros eleitos» no que foi seguida por Neto Vaz.. Para a primeira «tinha havido um movimento mas que não havia sido dirigido a todo o Conselho Geral. Clara Grácio disse que só se sentia coagida se a primeira votação fosse feita sobre essa proposta vinda de um elemento exterior ao órgão. E assim, e a pouco e pouco, esta tentativa directa de condicionar as opiniões e vontades foi entendida pela maioria dos membros como um acto lamentável  que deveria ficar registado em acta mas não mais que isso. Os nomes não foram divulgados, apesar da vontade de João Rabaça e Paulo Neto
Desta forma o governo levara a sua avante embora usando de uma forma ilícita. Falhara no entanto a pontaria no que toca aos que estariam dispostos a seguir as suas indicações, Houve assim quem não aceitasse a interferência e a denunciasse no local próprio. Mas os outros destinatários da mensagem já tinham incorporado esses nomes no quadro das suas opções e não a retiraram. Entre os  conselheiros não afectos ao governo, também eles naturalmente, em defesa  de diferentes interesses estratégicos políticos de base regional, pequenos lobbies locais, empresariais e até mesmo religiosos, apostava-se em figuras muito diversas.
3. Dada por encerrada a discussão deste ponto prévio entrou-se na ordem de trabalhos com o conselheiro António Sousa a apresentar uma proposta de flexibilização e simplificação da grelha metodológica apresentada por Carlos Marques dando ênfase principal aos pontos 2, 3, 5 e 7 nos quais se poderiam encaixar os critérios 1, 4 e 7 a qual mereceu consenso alargado e veio a ser adoptada. Chegara entretanto a hora de almoço pelo que os trabalhos foram interrompidos para o efeito. E aqui, embora como é evidente, a acta o não refira, o mal estar entre os conselheiro era mais que patente, segundo me relatou um dos conselheiros presentes.
Reatada pelas 15.30, a conselheira Cláudia Teixeira propôs que se avançasse com a indicação dos nomes de modo a recolher informação sobre cada um deles e decidir por votação posterior, dando-se um prazo de cinco dias. A esta foi contraposta uma outra que propunha avançar com a indicação dos nomes, fundamentar sucintamente cada uma das propostas e votar imediatamente. Colocadas a votação venceu esta última por 16 votos contra 2 ( Cláudia Teixeira e Clara Grácio) . Para a maioria,  no caso em que as coisas estavam, mais valia dar celeridade ao processo antes que novos condicionalismos surgissem.
Foi assim que durante perto de quatro horas foram apresentadas de forma breve e acelerada as candidaturas de 63 (sessenta e três, sim) personalidades. Mas na dispersão das mesmas, sete acabaram por aparecer muito mais vezes citadas, pelo que, segundo a acta foram eleitos para os sete lugares em aberto com a indicação do critério e perfil correspondente : «Maria Luísa Saldanha Sanches, analista de Política Regional da Comissão Europeia, perfil 2, António Silvestre Ferreira., presidente da Herdade do Vale da Rosa, em Ferreira do Alentejo, perfil 3 e António Bagão Félix , gestor e político, Armindo Monteiro, presidente do Conselho de Administração da Compta e vice-presidente da CIP, João Sentieiro, ex-presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia e catedrático no Instituto Superior Técnico, Adalberto Campos Fernandes, médico e presidente da Comissão Executiva do Hospital de Cascais e Maria de Lurdes Guerreiro, presidente da Endemol, os cinco correspondentes aos perfis 5 e 6. Os perfis 1, 4 e 7 foram negligenciados por completo,
No final a Conselheira Cláudia Teixeira produziu uma corajosa declaração de voto que exigiu ficasse registada em acta – na qual expressava que tendo em conta  a metodologia adoptada – uma personalidade de relevo do meio empresarial, uma personalidade destacada do meio regional/cidade , uma personalidade do meio internacional e quatro personalidades que consubstanciassem as áreas estruturantes de cada uma das escolas as U .E, «tenho a declarar que do conjunto apurado por votação nem  uma leitura extensiva dos critérios permite considerar que a metodologia foi seguida» .
4.A conselheira punha o dedo na ferida daquilo que já era tomado como  um farsa de eleição, prenhe de suspeição e  nitidamente comandada de fora. A eleição do novo  presidente do Conselho Geral que sairia estatutariamente do grupo dos cooptados realizou-se a 23 de Janeiro de 2013, portanto há um ano, e levou à designação, para o lugar, de Armindo Monteiro que numa segunda volta venceu João Sentieiro. No geral percebia-se porém que à primeira dificuldade de tomo o Conselho Geral se iria esboroar diante de muitos interesses aparentemente desconexos que não passavam prioritariamente pela realização dos objectivos primeiros desta Casa do Saber mas antes pela disputa do poder naquela que, é apesar de tudo, a segunda mais antiga Universidade do país. Depois, os cooptados estão longe da cidade e da região e poucas oi nenhumas relações mantêm com ambas, não lhe conhecem o pulsar diário, têm outros afazeres que lhes prendem a sua atenção.
E havia outros motivos a desaconselhar certas opções. Por exemplo o presidente do Conselho Geral, Armindo Monteiro era alegadamente pertencente à Maçonaria, tendo sido o seu nome associado à Loja Mozart 49, da ala mais à direita do poder do avental, ligada ao PSD que registou um movimento de abandono por parte de seus membros no início de 2012 por ser dado como um local tráfico de influências. A ela pertencia  igualmente, como figura de proa, Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD e o espião Jorge Carvalho.
Outro nome a evitar teria sido o de Bagão Félix, pelas suas profundas ligações ao CDS/PP  e à Opus Dei , conhecida pela maçonaria branca, da qual é admirador mas não membro, diga-se de passagem e em abono da verdade. E que dizer da inenarrável escolha de Maria de Lurdes Guerreiro, directora-geral da Endemol e de cuja biografia apresentada se destacava o facto de ser a promotora de programas tão importantes para a cultura, a sabedoria e a ciência nacionais como “Operação Triunfo”, “Big Brother” e “ Casa dos Segredos”? Realmente fazia falta à Universidade de Évora uma conselheira deste quilate!!
O Conselho Geral ajudou o reitor Carlos Braumann a resolver alguns problemas pendentes, de dificuldade média, e enfrentou com  ligeireza o processo do eleição do novo reitor esquecendo que os candidatos a apresentar seriam apoiados por partidos políticos ou deles seriam emanados, isto para já não falar de acordos de partilha do poder já negociados ou a negociar posteriormente face às primeiras votações, o que pressupunha a ocorrência de alguns problemas
Revelando desconhecimento das realidades académicas locais e inépcia total na condução do processo, o Conselho Geral displicentemente nomeou uma comissão eleitoral liderada pelo próprio presidente Armindo Monteiro, por Maria Luísa Saldanha Sanches, outra cooptada,  como vice-presidente, e ainda por António Neto Vaz, Luís Pardal e Luís Quintano. A um calendário eleitoral, elaborado nitidamente à pressa e de forma atabalhoada, juntava-se um regulamento eivado de evidentes lacunas e contradições, o que por junto deixava antever que o pior podia acontecer.
E aconteceu mesmo. Lá diz o povo que o que nasce torto, tarde  ou nunca se endireita. Neste momento  há conselheiros zangados uns com outros. Há mediadores políticos sem que se saibam quais serão os contendores. Negoceiam-se desistências e votos em branco. Não se ouve falar na importância do futuro da Universidade que está longe de ser brilhante, antes pelo contrário, mas apenas em quem ganhará as eleições. Évora e o Alentejo não serão de certeza, Mas também se fala na aparição de uma outra candidatura, dado que as eleições não foram adiadas; mas vão ser  repetidas. E todo o processo vai recomeçar. É pena que não seja com outro Conselho Geral porque a verdadeira génese do escândalo que recai sobre a Universidade é inteiramente da sua responsabilidade. 

José Frota

32 comentários:

  1. Com este Paìs DESGOVERNADO
    gente tão cabotina apetece fazer o mesmo que o TORDO

    Fernando Tordo anuncia que vai emigrar
    O cantor diz estar em desacordo com o rumo seguido por Portugal, pretendendo "reformar-se" do país.
    Fernando Tordo afirmou, numa entrevista na TVI24, que vai emigrar.

    Aos 65 anos, o cantor fala sobre ter atingido a idade da reforma. "Não tenho que me reformar, porque tive a felicidade de ter uma profissão que vai por aí fora. Mas vou reformar-me - reformar-me deste país. Não me está a apetecer ficar aqui, de maneira nenhuma. Ainda tenho muita coisa para fazer, muita música para escrever, muita canção para cantar, muita gente para conhecer, por isso é muito provável que aproveite estes últimos anos da minha vida, porque não os quero consumir aqui".

    "Eu não quero, não aceito esta gente, não aceito o que estão a fazer ao meu país. Não votei neles e não estou para ser governado por este bando de incompetentes. O que é natural é que faça como foi aconselhado a muitos jovens, mas também podiam ter aconselhado a mim, que tenho 65 anos: ir embora. Tenho de ir para outro lado, mas sem drama nenhum. Passou a ser insultuoso, ao fim de 50 anos de carreira, ter de procurar trabalho desta maneira, ter de viver quase precariamente. Não, muito obrigado. Vou-me embora. Mas satisfeito!".

    ResponderEliminar
  2. À atenção da autoridade policial e Câmara municipal de Évora.
    Há um certo pedinte que acha que toda a zona da arcada, desde a pastelaria Violeta até ao café estrela de Ouro, é seu território.
    Hoje dois jovens que estavam a tocar junto ao loja quebramar, foram intimados a sair dali, com insultos e ameaças de agressão, porque lhe estavam a tirar o pão.
    Os cidadãos que andam tão tristes , gostam de ouvir a música destes jovens, mas aquele ser sem abrigo que aborda toda a gente a pedir e ás vezes insultando impedi-os.
    Pergunta-se a autoridade permite tamanho desplante, só falta começar a ameaçar os logistas, sobe pena de não se responsabilizar pelos danos nas suas montras.
    Assisti a esta cena degradante e vi medo na cara das ligistas da zona.
    A autoridade tem que ser enérgica, até porque os turistas vão chegar e a cena é abjeta

    ResponderEliminar
  3. Nos tempos que correm é preciso ter Coragem,o Senhor José Frota faz uma análise Brilhante dos pôdres que vão corroendo a instituição, é Grave o que se passa na Universidade,este conselho geral não tem qualquer credibilidade.

    ResponderEliminar
  4. Consta que candidatos "compraram" votos oferecendo lugares de chefia a alguns conselheiros.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isso não é - infelizmente - o normal? Não é a isso que se chama "negociar"? Eu dou-te o meu voto se tu..... É semelhante ao que os ciganos fazem nas feiras mas, neste caso, com um pouco mais de "classe".

      Eliminar
  5. A Universidade é governada por incompetentes ,desde as chefias aos órgãos de gestão.

    ResponderEliminar
  6. As eleições foram uma FARSA.

    ResponderEliminar
  7. Vários grupos lutam pelo PODER na Universidade,Maçonaria,Opus Dei,PS (joga em dois candidatos)..................

    ResponderEliminar
  8. Vão acabar por dar razões objectivas ao governo que quer fechar a Universidade e os politécnicos do Alentejo......
    Mas com uns professores tão tristes, será que o governo não tem razão???

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. PAÇOS COELHO FECHA ESTE ANTRO.
      POUPAVA-SE MUITO DINHEIRO E ÉVORA GANHAVA
      QUALIDADE DE VIDA.
      A CIDADE ESTÁ CHEIA DE VANDALOS .
      NAO OS QUEREMOS CÁ ! ! !

      Eliminar
  9. Li com muita atenção este artigo de opinião. Não sou membro do CG da Universidade, nem candidato a nada! Mas quero só informar que este Regulamento Eleitoral é muito semelhante aos das restantes Universidade Públicas Portuguesas e que já foi aplicado para a eleição do atual Reitor. De acordo com o Regulamento, as eleições não poderiam ser "adiadas", mas é obrigatório marcar um novo ato eleitoral, porque nenhum dos candidatos obteve a maioria absoluta. É a democracia a funcionar. Sobre a constituição do CG da Universidade não faço comentário, porque os membros foram eleitos democraticamente e os membros não eleitos for escolhidos pelos eleitos. Última consideração: a diferença entre a instituições do norte unem-se lutam pela região, independentemente das cores partidárias e outras "lojas", no alentejo as instituições arranjam intrigas, têm "ciumes" umas das outras, anda, sempre de costas voltas e não mostram soliderariedade. Mas os alentejanos são solidários!

    ResponderEliminar
  10. PINGO

    AUSENDA

    ANA FREITAS

    Estes são os "CANCROS" da Instituição.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Só esses????!!!!!

      Eliminar
    2. E todos os que gravitam ou gravitaram em torno do anterior reitor que deixou a UE à beira da falência técnica

      Eliminar
  11. QUE INTERESSE TEM A MERDA DA UNIVERSIDADE ?
    FECHEM ESSA ESPELUNCA CHEIA DE VADIOS !
    ÉVORA ESTÁ-SE A CAGAR PARA ESSES INUTEIS !

    ResponderEliminar
  12. Investiguem as varias Obras da Universidade,nomeadamente o Edificio dos Leões.

    ResponderEliminar
  13. ai.....ai......ai.......montanelas..................

    ResponderEliminar
  14. A MARTA autorizou mais uma noite de BEBEDEIRAS e F....das,no jardim do Granito.

    ResponderEliminar
  15. O montanelas é do PSD foi candidato a èvora em 2009,dizem que é arquiteto.

    ResponderEliminar
  16. A Universidade com esta gente não vai longe.

    ResponderEliminar
  17. Desde os orgãos de gestão a chefias é tudo o mesmo,um grupo de amigos que controla tudo.

    ResponderEliminar
  18. Nomeiam-se e promovem-se entre eles,a Universidade está nas mãos de um grupo de gente sem Ética.

    ResponderEliminar
  19. Afinal o que decidiu o conselho geral na passada sexta-feira?

    ResponderEliminar
  20. A maçonaria e a opus-dei tiveram reunidas durante mais de cinco horas e ainda não informaram a academia.

    ResponderEliminar
  21. A UE que arranje mas é o refeitório do E Santo alguns alunos tem que ir comer à Escola de enfermagem, aí sim a comida é decente.
    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  22. ISTO É ÉVORA NO SEU MELHOR, COMPADRIO, POLITICA, IGREJA, É SÓ INTERESSES, DOMINAM A UNIVERSIDADE, A FUNDAÇÃO E.A., A CÂMARA, AS DIRECÇÕES REGIONAIS DOS SERVIÇOS PUBLICOS, ATÉ QUANDO EBORENSES ?

    ResponderEliminar
  23. VERGONHOSO,mais uma vez autorizaram a SUPER BOCK armar barracas no Colégio do Espirito Santo,mais bebedeiras,mais sujidade,mais destruição de Património,mais fodas......................

    ResponderEliminar
  24. Afinal quem é que disse que não havia jornalistas em Évora?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Porquê, estás-te a sentir apalpado e com o teu arranjinho em perigo ? não tenhas medo porque afinal isto fica tudo na mesma e tu sabes disso !!!

      Eliminar
  25. Bem este tal José Frota nem no nome dos conselheiros acerta!

    Luis Croino?! Clara Teixeira?!

    Dos nomes propostos pelo vice-Reitor só um foi votado e aprovado!

    Ass: Alguém realmente informado e indignado com esta gente que escreve em público sem rigor e mais indignado ainda com a quantidade de carneiros que aqui aparecem a dizer "amén" como se o texto só por aparecer aqui fosse uma verdade absoluta!!!

    ResponderEliminar
  26. Luís Croino é o nome que aparece no texto da Acta. Quanto a Cláudia Teixeira ,que apenas uma vez aparece identificada erradamente como Clara, é um erro que acontece a qualquer. Mas Sr.(a) Dr (a) Prof (a) Catedrático (a) que se diz «realmente informado (a)» sobre aquilo que se passou, porque não o vem aqui contar?
    Vossa Senhoria até pertence ao grupo dos "valentões" que não são capazes de assinar um texto e revelar quem são!.Neste contexto nada tem a perder. Pobre Universidade cujos docentes se acobertam no anonimato!
    PS. A propósito, as actas relativas ao que se passou na eleição dos membros cooptados e da sua posterior tomada de posse estão agora na net em pdf à disposição de quem as queira consultar em pormenor.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.