sábado, 15 de fevereiro de 2014

Évora: Apresentação do livro “Reforma Agrária – A Revolução no Alentejo”


O Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende, em Évora, irá acolher a sessão de apresentação do livro de José Soeiro “Reforma Agrária – A Revolução no Alentejo”, no próximo dia 15 de fevereiro, pelas 15:30h.Organização conjunta da Câmara Municipal de Évora, da editora da obra, a Página a Página, e da Associação Povo Alentejano (APA), a iniciativa enquadra-se no programa das comemorações do 40.º aniversário da Revolução de Abril de 1974 pela autarquia eborense. O livro será apresentado pelo presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, numa cerimónia que contará ainda com a presença do autor e de Abílio Fernandes, em representação da APA.
“Reforma Agrária – A Revolução no Alentejo” é um livro que descreve o processo da reforma agrária, e também o de contra-reforma, no distrito de Beja entre 1974 e 1977. Para o autor, José Soeiro, a reforma agrária é “uma das conquistas da revolução de Abril” e representou a mais “audaciosa” transformação social desde sempre ocorrida nos campos do Alentejo. A obra, afirma também o seu autor, é um depoimento “sustentado em documentação e notícias da época” que explica que “a reforma agrária não foi uma aventura nem um assalto”, mas um processo em que os trabalhadores tiveram um papel fulcral.
Ao longo dos 15 capítulos por que é composto o livro, José Soeiro conta na primeira pessoa os factos que estiveram na origem da reforma agrária naquela zona do sul do país, assim como os acontecimentos que levaram à sua extinção e as perdas daí decorrentes.
Anteriormente sindicalista, membro do comité central, da comissão política e do secretariado do comité central do PCP e também deputado por este partido na Assembleia da República, José Soeiro define-se ainda como trabalhador agrícola.

8 comentários:

  1. Acho que o titulo ficava melhor assim :
    LADROES NO ALENTEJO
    criminosos e vandalos no alentejo

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  2. Esses ladrões, que por sinal ocupam novamente a autarquia eborense, deviam ter vergonha de apresentar um arrolamento dos roubos que fizeram, no salão nobre do Teatro Garcia de Resende.

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  3. Aliás, este magnífico teatro foi construído com capitais privados e mais tarde oferecido à cidade por aquele que foi o maior benemérito que Évora conheceu: o Dr. Francisco de Barahona.

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  4. Mas os gatunos, que têm menos vergonha que um cão, não se envergonham de festejar em casa daqueles que roubaram !

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  5. O cretino voltou às caixas de comentários ou nunca saiu de cá?!

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  6. Reforma Agrária...um crime sem castigo.
    Autenticos salteadores.
    É preciso muito descaramento para ainda fazerem um livro a contar as pilhagens que fizeram.

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