domingo, 5 de janeiro de 2014

Évora: taxista agredido


Um taxista de Évora foi hoje assaltado e agredido por quatro jovens, que roubaram uma bolsa com moedas e puseram-se em fuga, disse à agência Lusa fonte policial.
O taxista, de 68 anos, foi agredido na cabeça e transportado depois pelos bombeiros para as urgências do hospital de Évora, com ferimentos considerados ligeiros, referiu a mesma fonte.
A fonte relatou que o assalto, em que terá sido utilizada uma arma de fogo, ocorreu, cerca das 07:30, depois de os quatro jovens terem "apanhado" o táxi na Praça do Giraldo, no centro da cidade, para uma viagem até à zona industrial.
A saída da Praça do Giraldo, na Rua de Serpa Pinto, ainda no centro da cidade, um dos jovens apontou um objeto à cabeça do taxista, alegadamente uma pistola, e agrediu-o, explicou a fonte.
Depois de roubarem uma bolsa com moedas, cuja quantia total ainda não foi determinada, os assaltantes puseram-se em fuga.
A Polícia de Évora está a proceder a investigações para tentar identificar os quatro jovens. (LUSA)

5 comentários:

  1. O país está a saque........este é o resultado das politicas que a BANDIDAGEM Europeia tem executado........Pobreza,CAOS,assaltos.........

    ResponderEliminar
  2. ABATEU o piso da entrada Porta do Raimundo e a faixa de rodagem até ao Hotel,resultado das Obras do Novo Hotel.

    A Empresa Deve Imediatamente substituir as lages de granito da entrada e recalcetar a faixa de rodagem até ao Hotel.

    ResponderEliminar
  3. ABATEU o piso da entrada Porta do Raimundo e a faixa de rodagem até ao Hotel,resultado das Obras do Novo Hotel.

    A Empresa Deve Imediatamente substituir as lages de granito da entrada e recalcetar a faixa de rodagem até ao Hotel.

    ResponderEliminar
  4. Évora não tem POLICIA é uma vergonha o ponto que a impunidade chegou na nossa cidade,o intendente responsável já devia se ter demitido,depois de serem cortados todos os pneus dos automóveis da investigação criminal.
    A cidade pertence os traficantes de heroína os delinquentes e outros que fazem tudo em total impunidade.
    Devemos estar a espera de mortos para rodarem cabeças e isto levar um forte volta,onde se reponha as leis sem medos ou interesses!

    ResponderEliminar
  5. Uma conversa sem rede nem preconceitos sobre o Papa Francisco e o Mundo

    Fernando Ventura, Joaquim Franco. Versa da Kapa, 2013

    «No meio de toda esta espécie de nevoeiro da desesperança que toca todos os continentes, dá para perceber alguns sinais de esperança. Dá para ver sinais evidentes de mudança de paradigma. Há, de algum modo, um fim do mundo, o fim de um certo mundo. Indubitavelmente estamos num fim de ciclo; disso não restam dúvidas. Sobretudo ao nível da organização das relações não já inter-pessoais mas mais inter-sociais, o mundo tal como o conhecemos não voltará mais. E, ainda que possa doer, é bom que não volte.

    O novo a surgir está já a vir marcado por sinais positivos de mudança. As tais relações inter-sociais estão a surgir um pouco por toda a parte, marcadas por sinais de proximidade de relação e de inter-ajuda como alguns de nós pudemos testemunhar num tempo em todos éramos mais pobres.

    Quando éramos mais pobres, éramos também mais solidários. A situação que nos encontramos a viver está também a ver surgir ou ressurgir formas imaginativas de fomento de redes sociais de proximidade, entre vizinhos, entre alunos da mesma escola, entre comunidades religiosas, entre grupos da mais variada índole, no fundo, no seio e a partir de todas as instituições que porque existem e funcionam, são capazes de desmontar a solidão do sofrimento sem resposta.

    É toda uma sociedade deste tipo que está a nascer com sinais muito animadores. O segredo está em ir aprendendo a vencer as tentações que nos habitam a todos, todos nós sem excepção: o ter, o poder, o ser… No deserto, nas tentações do deserto, estamos todos; tu e eu e todos nós… muitas vezes com saudades das cebolas…»

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.