quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Universidade de Évora atribui Honoris Causa a Veiga Simão


A Universidade de Évora (UE) atribui Doutoramento Honoris Causa ao Professor José Veiga Simão, numa cerimónia que assinala a comemoração dos 40 anos da tomada de posse da 1ª Comissão Instaladora. A sessão, que conta com intervenções de membros da 1ª Comissão Instaladora e Laudatio proferida por Guilherme d’Oliveira Martins, tem lugar na Sala dos Atos da UE no próximo dia 6 de Janeiro, às 15h00.
40 anos após a tomada de posse da 1.ª Comissão Instaladora, a UE atribui a mais alta distinção académica ao antigo Ministro Educação Nacional, justificada por ser “uma referência incontornável da história portuguesa mais recente e uma voz interveniente no mundo que nos rodeia”, como refere a proposta para atribuição do grau Doutor Honoris Causa a José Veiga Simão.
Enquadrado nas comemorações dos 40 anos da restauração da UE e da posse da sua primeira Comissão Instaladora, segundo o Reitor da UE, Professor Carlos Braumann, “é esta a oportunidade de a Universidade de Évora reconhecer publicamente o papel fundamental que o Professor Veiga Simão teve nessa restauração e no desenvolvimento do ensino superior em Portugal”.
A sessão solene, que tem início às 15h00, conta com intervenções de membros da 1ª Comissão Instaladora, nomeadamente os Professores Ário Lobo de Azevedo, Carlos Alberto Martins Portas e Raul Miguel Rosado Fernandes, além do tradicional discurso do Reitor. A oração laudatória fica a cargo de Guilherme d’Oliveira Martins, padrinho do novo Doutor Honoris Causa.

Nascido na Guarda a 13 de Fevereiro de 1929, José Veiga Simão formou-se em Ciências Físico-químicas na Universidade de Coimbra e doutorou-se em Física Nuclear na Universidade de Cambridge.
Reitor da Universidade de Lourenço Marques, foi ainda Ministro da Educação Nacional antes de 1974. Durante o seu mandato foi responsável pelo Decreto-Lei n.º 402/73 de 11 de Agosto, que amplia e diversifica a rede de estabelecimentos de Ensino Superior no território nacional, resultando no que são hoje a Universidade Nova de Lisboa, a Universidade de Aveiro, a Universidade do Minho, a Universidade da Beira Interior, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e a Universidade de Évora, marcando de forma clara o futuro do ensino universitário em Portugal.
Regressado à política após a revolução de 1974, foi embaixador de Portugal nas Nações Unidas, deputado e ministro da Industria e Energia e da Defesa Nacional até ao final dos anos 90 do século XX. (nota de imprensa da UE)

7 comentários:

  1. Tudo gente da brigada do reumático que vem do tempo do fascismo.

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  2. Exame dos Professores:

    Derrota estrondosa de Crato e UGT.

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  3. UGT a muleta do sistema NEO-LIBERAL.

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  4. Basilio Horta Socialista?




    Não Ofendam os Ideais da Esquerda.......

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  5. Carlos Braumann é de extrema-direita.

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  6. Apelo:

    Aos menbros do conselho geral da Universidade:

    Carlos Braumann e Ana Ludovice.....são prejudiciais para o Futuro da Universidade.

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  7. Porque retiraram:"ao tempo volta para trás"

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