quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Projecto Teatro Tribus apresenta primeira criação em Beja este fim de semana


“Nos Tempos de Gungunhana” é o título da primeira criação do projeto Teatro TRIBUS. A peça tem estreia marcada para a Casa da Cultura de Beja, a 29 de novembro, pelas 21 e 30 horas e é baseada na tradição oral dos contadores de histórias africanas e no livro Ualalapi, do escritor moçambicano Ungulani Ba ka Kkosa (obra que venceu o prémio da melhor ficção narrativa de Moçambique, em 1997).
“Nos Tempos de Gungunhana”, poderoso chefe tribal que foi capturado por Mouzinho de Albuquerque no final do século XIX e exibido na Europa como exemplo do poder colonialista português, é um rosário de pequenas histórias desse tempo histórico. Narrativas (karinganas, como se diz em Moçambique) que se desfiam a partir de um conto tradicional que conta as peripécias de um guerreiro da tribo Tsonga, Umbangana Namani, que fora casado com uma linda mulher da tribo Macua, chamada Malice. Não tiveram filhos... Mas tentaram muito.
Clemente Tsamba, ator e artista moçambicano multifacetado, é o interprete único e o criador deste rio de narrativas. Nasceu no bairro da Malhangalene, em Maputo, onde integrou vários projetos de teatro comunitário, antes de se formar nesta área pelo PAND - Artistas Unidos da Finlândia e pelo Teatro AGORA. Veio a Portugal pela mão do Arte Pública – artes performativas de Beja depois de ter sido selecionado para integrar o projeto “Xtórias”, peça de teatro que cruza contos das tribos macondes do norte de Moçambique com contos alentejanos. Para além do teatro, Clemente Tsamba dedica-se à música e às artes plásticas. É co-fundador das bandas BABOZA e TAM TAM, projetos de música tradicional africana.
Com direção de Filipa Figueiredo, “Nos Tempos de Gungunhana” é a primeira produção do recém-criado projeto Teatro Tribus. Ivan Castro fez o desenhos de luz e Susa Monteiro é responsável pelo grafismo desta peça que evidencia cultura oral moçambicana. (nota de imprensa)

11 comentários:

  1. É CRIMINOSO o que as ESTRADAS de PORTUGAL,estão a fazer ao PATRIMÓNIO de ÉVORA,basta ver o BALUARTE das Portas de AVIZ.

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  2. Gungunhana...perto do Estaline - o guru dos comunistas Portugueses -
    e um menino de copo de leite

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  3. À atenção dos Serviços Sociais do Ministério da Justiça.
    Qual a razão porque a habitação nº. 156 da Av. Da Liberdade no Bairro António Sérgio, propriedade destes serviços estão em total estado de degradação?
    Há quem queira comprar, é-lhes dito que não está á venda.
    Então porque não é ocupada, antes pelo contrário é foco de baratas para não falar de outros roedores.
    O Estado não é bom gestor do seu património, que é de todos os contribuintes, no fundo de todos nós.
    Há milhares de casos como este por este País fora, situações de rendas escandalosas que o ministério paga, devemos obrigar á transparência o Estado e a eficaz utilização dos dinheiros públicos, assim como o seu património

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  4. A alfabetização que foi feita no PREC, parece que não foi suficiente, saber ler não chega, falta-nos o civismo e a cultura. Se há uns tempos atrás era difícil entender a maioria dos comentários, agora nem tentar, não têm mesmo nada a ver com o "post".

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  5. 22@03

    Alfabetização no PREC?
    Refere-se aquela parte onde os comunistas escavacam para sempre a industria naval, a quimica, a siderugia e a ferroviária?

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  6. O que os comunistas fizeram, ou deixaram por fazer, não lhe posso responder, por não me terem passado procuração e poder-lhe garantir que nunca tive P.P.. Vendo-os pelo preço que os compro (€ 0). Mas veio mesmo a talhe de foice, parece que foi hoje que o nosso governo acabou a a indústria naval ao dar de bandeja os estaleiros de V. do Castelo. "Outro BPN para o povo pagar".
    Não sei porque se sentiu tão melindrado com o termo "PREC" e não sente nada quando lê os extemporâneos comentários ao "post".

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  7. @22:36

    Não me pode responder Gia?
    Também não lhe pedi respostas.

    Registo apenas sua urticaria.
    Veio a talhe de foice evidentemente. Não foi o Governo que acabou com a industria naval mas sim a mentalidade colectivista que acabou de dar o último suspiro provando-se - pela enésima vez - que o Estado não tem (nunca teve) competência para gerir muitos (a esmagadora maioria) dos sectores da actividade económica do país.

    Foi a Gia que atirou o PREC...gostos. Particularmente considero que a alfabetização de um Povo não necessita de processos revolucionários em curso, sendo mais um PNDPL - Processo Natural de Desenvolvimento de um Povo Livre.

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  8. A Bandidagem que nos Governa DESPEDIU 620 trabalhadores.

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  9. Três juizes para julgar um jovem que terá roubado uma pizza.

    A LADROAGEM ,do BPN,BPP,PPP,Freeport,Negócio das águas....andam por aí.

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  10. @09:41


    O PCP vai exercer diplomacia em países irmãos comunistas, no sentido de arranjar encomendas.
    Apenas um senão...É OBRIGATÓRIO que a empresa possa gerar lucro e ser autosuficiente.
    FICAM PROÍBIDOS de sacar dinheiro dos contribuintes para cobrir défices.

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  11. @9:43


    Concordo.
    Tudo o que é OU foi gatuno (e já agora, quem tenha prejudicado o país premeditadamente ou não) só devia estar no xelindró. De uma maneira geral.

    Todos os gestores públicos, sindicalistas e políticos (DE TODAS AS CORES) que nos anos 70/80 ANIQUILARAM ou castraram com as nacionalizações qualquer tentativa ou esforço de modernização (e todo o terrorismo laboral que foi sendo praticado pela extrema esquerda e pelos sindicatos no interior das empresas) nas industrias da siderurgia, ferroviária, química e naval, deviam pagar pelo mal que fizeram.

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