sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Métodos violentos em Évora


Uma mulher foi vítima ontem ao principio da noite de "carjacking" em Évora, no parque de estacionamento de um dos supermercados da cidade. A notícia é da Rádio Diana que adianta que o condutor terá sido forçado a entregar a viatura sob a ameaça duma faca. Aqui.


2 comentários:

  1. Caça ás Bruxas na Universidade.

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  2. O reitor da Universidade de Évora, Carlos Braumann, considerou hoje que os orçamentos das universidades têm sofrido um “ataque cerrado desde 2005” e alertou que a situação “está a atingir o limiar de sustentabilidade”.

    “Sentimos que as universidades estão a ser perseguidas, com cortes que não têm paralelo em mais nenhum setor da administração pública”, criticou.

    A situação orçamental das universidades, continuou, tem sido alvo de “ataque cerrado desde 2005” e, neste momento, “está a atingir o limiar da sustentabilidade”.

    Este é o caso da Universidade de Évora (UÉ), “mesmo para uma gestão eficiente como a que conseguimos neste quadriénio e uma capacidade de angariar receitas próprias semelhantes às das regiões com tecidos produtivos mais desenvolvidos”, frisou.

    O reitor discursava durante a sessão solene que marcou o início do ano letivo na academia alentejana, no âmbito das comemorações do Dia da Universidade, que assinala a fundação da Universidade Jesuíta, em 1559.

    Na cerimónia, num longo discurso em que fez o balanço do mandato (cumpridos que estão três anos e meio dos quatro), Carlos Braumann elencou os passos positivos dados pela UÉ a vários níveis.

    Mas, no mesmo dia em que a proposta do Governo para o Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) é votada na generalidade na Assembleia da República, o reitor também dedicou atenção aos “sucessivos cortes” orçamentais que têm incidido sobre as universidades.

    Os compromissos da tutela “para o orçamento de 2014”, segundo Braumann, “penalizavam já muito as universidades, mas não estão a ser cumpridos, pois ocorreu posteriormente um corte e, mais recentemente, ocorreu novo corte que excede claramente o ajuste das reduções remuneratórias”.

    “Será erro de cálculo a corrigir ou será um corte adicional encapotado e deliberado? Não conseguimos ainda esclarecer”, disse.

    No caso da UÉ, a estratégia definida pela reitoria permitiu superar uma “situação deficitária de cerca de oito milhões de euros de dívidas reconhecidas”, não devendo já a instituição nada a fornecedores, mas foi “muito condicionada” pelo “desorganizado e imprevisível modo” como têm evoluído os orçamentos, devido aos cortes da tutela, criticou ainda o reitor.

    Braumann defendeu ainda que a rede de Ensino Superior “pode ser reorganizada”, mas negou que esteja “superdimensionada”.

    “Ela é insuficiente para suportar o aumento da percentagem de jovens que segue para o ensino superior, se respeitarmos os níveis que se verificam noutros países desenvolvidos" e para "satisfazer as enormes necessidades de formação ao longo da vida", afirmou, lembrando também o “papel fulcral” das universidades “na inovação e no desenvolvimento regional e nacional”. (LUSA)

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