sábado, 30 de novembro de 2013

coisas do espaço público e do privado

Cara(o)s leitora(e)s e fazedora (e)s do "a cinco tons"

A participação social e responsável, nas suas múltiplas formas possíveis, assume um papel indispensável na construção do espaço público de que todos somos simultaneamente construtores e construtos. É com esta convicção que tenho participando no "a cinco tons". 
Nesta perspetiva, ler e escrever neste espaço virtual tem sido uma intensa experiência de observação de um certo espaço público em Évora. Porém, um prazo à vista para um compromisso académico assumido, exige-me nos próximos tempos, mais e melhor concentração do tempo e das energias de que disponho (para lá das  responsabilidades profissionais). Ausento-me assim deste espaço, muito grata pelas trocas de olhares e de saberes que por aqui me aconteceram. Obrigada a todos, os muitos que de diferentes modos para isso contribuíram. "

5 comentários:

  1. Compreende-se este espaço é de abertura.
    A Senhora como apoiante da CDU, com possivel cargo na forja justifica-se a saída.
    Boa sorte

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  2. Votos de excelente doutoramento Dores.

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  3. Namoros e amores...
    Venham lençóis de linho!

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  4. Que essa tese de doutoramento saia logo ! Bom trabalho !

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  5. In ABRUPTO
    DE José Pacheco Pereira
    "Perigoso esquerdista" Segundo Passos Coelho
    O PAPA BOLCHEVISTA

    Os blogues de “direita”, “liberais”, “neo-liberais” e próximos do governo, que têm a vantagem de escrever de forma nua e crua, muitas vezes imbecil e débil, aquilo que acham que é melhor para justificarem tudo o que seja ataque aos mais fracos e defesa do direito dos mais fortes no chamado “ajustamento”, têm agora um pequeno problema: o Papa Francisco. Se não estivesse lá a assinatura do Papa, debaixo de um título em latim, e os textos papais fossem publicados num blogue qualquer tido de esquerda, choveriam os mais estridentes impropérios sobre o socialismo despesista, o esquerdismo entranhado e doentio, o comunismo assolapado do seu autor.

    Não é que na Exortação evangélica Evangelii Gaudium, o Papa descreveu o capitalismo como “uma nova tirania” e, como Mário Soares, preveniu que a desigualdade e a exclusão social "geram violência" no mundo e podem provocar "uma explosão" (cito do Público)? E não é que falou do “trabalho digno, educação e cuidados de saúde”, uma típica retórica esquerdista para os nossos “liberais” de nome? E ainda por cima, para não haver ambiguidades, culminou com esta frase difícil de engolir por eles: “Tal como o mandamento ‘Não matarás’ impõe um limite claro para defender o valor da vida humana, hoje também temos de dizer ‘Tu não’ a uma economia de exclusão e desigualdade. Esta economia mata”. Como essa “economia” é a que defendem dia sim, dia sim, lá terão que sussurrar que o Papa saiu bolchevista. E como o Papa foi escolhido pela Espírito Santo, não será que Deus afinal é um esquerdista anti-“ajustamento”?

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