terça-feira, 12 de novembro de 2013

À atenção da Habévora


Um invisual vivendo numa casa desta empresa municipal, viu a sua renda de casa, repito renda social, ser aumentada de 286 euros para 353 euros para 2014.
É um casal de septuagenários ambos doentes, tendo de recorrer á boa vontade da familiares afastados e vizinhos para resolver coisas simples, como ir ás compras, fazer comida e o que recebe de prenda de Natal um aumento de 23% no valor de renda de casa.
Se há na mesma zona e da mesma empresa quem pague 4 euros mensais, por insuficiência económica, é justo que situações de fragilidade como atrás mencionada seja atendida, até porque precisam de taxis regularmente para se deslocarem.
As empresas municipais regem-se por leis póprias em que a renda máxima pode ir muito para além de 1/15 anual estabelicida para os privados. Dá-me a ideia ser preferivel viver há 20 anos numa casa privada, pois esse aumento brutal não seria permitido. O poder central e autárquico exige aos privados aquilo que o próprio não cumpre. Bem prega Frei-Tomáz.

Anónimo
12 Novembro, 2013 20:37

3 comentários:

  1. Sou totalmente contra todo e qualquer tipo de injustiça social. Mas para poder dar um comentário ao post é de todo necessário saber os rendimentos do casal em questão. O Eng Belmiro de Azevedo também pode um dia cegar e não é por isso que vou achar que deve pagar 200 euros de renda de casa.

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  2. Quando o Belmiro de Azevedo for obrigado a viver num bairro social, é porque já estamos todos mortos... de fome.

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  3. O novo executivo deve dar PRIORIDADE ao Social.

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