terça-feira, 8 de outubro de 2013

Verdades e consequências do (des) investimento em educação



imagem daqui

 “Não é exagero usar a palavra ‘revolução’ para falar de como as nossas vidas mudaram nas últimas décadas. A forma como vivemos e trabalhamos mudou profundamente”. É o comentário do secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, ao relatório hoje divulgado com o título OECD Skills Outlook 2013:
 Para este estudo, mais de 160 mil adultos em 23 países foram sujeitos a exame. A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) quis saber que competências de literacia, numeracia e na área digital tem a sua população em idade activa. E que impacto têm essas competências, ou a falta delas, na vida das pessoas e na economia dos Estados.

Daqui resulta, entre outras coisas, queOs governos precisam de ter um retrato claro não só de como o mercado de trabalho e as economias estão a alterar-se, mas de como estão os seus cidadãos a equipar-se com as competências que se exigem no século XXI”. É esse retrato que a OCDE se propõe a fazer.

Das conclusões apontadas destaca-se por exemplo que em todos os países analisados, quem tem mais baixos níveis de literacia faz uma pior avaliação do seu estado de saúde. E são também os menos “competentes” os mais desconfiados, não só em relação a quem os rodeia, como em relação às instituições e aos governos — a percentagem de indivíduos que demonstra níveis elevados de desconfiança é duas vezes superior entre os que se situam no nível 1 de literacia quando comparados com os que obtiveram resultados de 4 e 5.

Outra conclusão: em alguns países, existem diferenças enormes nos níveis de competências dos diferentes grupos etários. (...) a população mais velha de Inglaterra e Irlanda do Norte apresenta dos melhores resultados nos testes de literacia; já os jovens de Inglaterra e Irlanda do Norte são, comparativamente com outros, dos que pior se saem — um sinal de alerta, segundo a OCDE. Se medidas não forem tomadas para melhorar as competências dos jovens, nas próximas décadas, estes países perderão capacidade competitiva. O contrário também acontece com sinais do  “percurso” de alguns países que têm investido para ultrapassar atrasos geracionais
Portugal não participou no estudo.  E desinvestiu, diz este artigo no Público.

2 comentários:

  1. Quinta-Feira vai ser uma noite longaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa na tra da Alegria,o Brilhantina deve ir acompanhado de seguranças.

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  2. À atenção da entidade competente

    Habitação pertença ou cedida ao Estado (Ministério da Justiça), vetado ao mais completo abandono.
    Existe no bairro António Sérgio, Rua da Liberdade, nº 156, uma habitação que mais parece um pardieiro, vidros partidos, quintal virando lixeira e que ostenta no mesmo um platano de mais de 30 metros.
    Isto representa para os outros moradares um foco de infeções e de maus cheiros, o Estado exige aos privados, mas é desleixado com os bens á sua guarda.
    Por aqui se vê nestas coisas pequenas, que a Coisa pública, não é gerida como se fosse própria,pelos nossos governantes. Alguém devia ser chamado á responsabilidade. Aqui fica esta chamada de atenção, pode ser que a nova equipa gestora da CME olhe para estes cancros que campeiam na cidade

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