segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Trinta e oito filmes de 19 países vão disputar os Prémios do FIKE 2013


Trinta e oito filmes oriundos de 19 países vão estar em competição na 11ª edição do Festival Internacional de Curtas Metragens, que vai ter lugar de 16 a 27 deste mês, em Beja e Évora.
Os 38 filmes, que disputarão a competição internacional nas categorias de Ficção, Documentário e Animação, foram seleccionados a partir de mais de mil inscrições, provenientes de países como Espanha, Suíça, Irão, Brasil e Moçambique, além de Portugal.
O FIKE 2013 é promovido pela Sociedade de Instrução e Recreio Joaquim António de Aguiar, pelo Cine Clube da Universidade de Évora, pela Estação Imagem e, a partir deste ano, pela associação cultural bejense Lêndias d’Encantar.
O Júri FIKE integrará este ano a actriz Isabel Ruth, a jornalista Luísa Sequeira e programador e cineasta indiano Premendra Mazunder. O prémio para o melhor documentário será outorgado pelo Júri Estação Imagem, e o Prémio D. Quixote pelo Júri da Associação Internacional de Cineclubes. Como habitualmente, será atribuído ainda o Prémio do Público, com base nos votos dos espectadores.
Para além da vertente competitiva, que decorrerá em Évora entre os dias 22 e 26, a programação do FIKE 2013 incluirá também a projecção de filmes indianos inéditos em Portugal e seleccionados por Premendra Mazundra, em celebração do centenário do cinema na Índia.
O festival propõe igualmente um conjunto de filmes marroquinos representativos da produção de curta-metragem naquele país norte-africano.
O FIKE promoverá ainda sessões para as crianças de escolas de Beja e Évora, em articulação com a Festa Mundial da Animação, que se assinala a nível planetário a 28 de Outubro.
O FIKE integra-se no projecto Imaginários a Sul de animação dos centros históricos e do património, uma parceria reunindo a Sociedade de Instrução e Recreio Joaquim António de Aguiar e a associação cultural bejense Lêndias d’Encantar, além outros agentes culturais. O projecto, com uma programação em rede de eventos ligados ao cinema, teatro e música, é co-financiado pelo programa INALENTEJO, Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, da União Europeia. 
Esta 11ª edição tem também o apoio do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), Direcção Regional de Cultura do Alentejo / Gabinete do Secretário de Estado da Cultura, Fundação INATEL, Câmara Municipal de Évora, Museu Regional de Beja, bem como da Universidade de Évora que acolhe o evento, entre outros. (Nota de Imprensa)

1 comentário:

  1. Inside job

    1. A história. De 2002 a 2012, os barões da política local viveram como rolhas flutuantes nos altos e baixos da maré criada pelo poder autárquico, então protagonizado por José Ernesto Oliveira. ‘Franchisaram’ o poder para manter lugar à mesa, controlaram as cadeiras e escolheram as iguarias. A nível nacional juraram fidelidade a Sócrates, o que não os impediu de fazer o mesmo com Seguro ou de fazer agulha com qualquer outro hipotético candidato à liderança.

    2. A bolha. O ano de 2013 começou com um poder distante. Os barões, preocupados, manobraram para manter o estatuto, destruindo, contudo, o que ainda restava de bom senso. A bolha, demasiado insuflada, rebentou.

    3. Crise. A saída anunciada, mas retardada, do ‘director executivo’ deixou os principais accionistas tensos. Manter o poder alinhado com os seus interesses voltou a fazer sentido, mas, na saída de cena, José Ernesto Oliveira deixou-lhes o futuro condicionado. Do mal o menos e nestas coisas antes menos do que nada.

    4. As listas. Num cenário de derrota anunciada, os barões trataram da vida própria. Instalaram-se na lista para a Assembleia Municipal e tal como no Tintin os jovens vão dos 7 aos 77. Sem espanto, Dupont & Dupont entenderam-se às mil maravilhas, no diagnóstico e na receita.

    5. Consequências. Os senhores do costume ainda sonham salvar o negócio. Prometem um presunto a quem lhes levar um porco. Recuam, respiram fundo e reagrupam. Assim o fizeram em todas as procissões durante três dezenas de anos. Por estes dias, resta uma única dúvida: ainda haverá fieis para pegar no andor e levar estes santinhos ao altar?

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