quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Relato exaustivo do que se passou na tomada de posse dos órgãos municipais do concelho de Évora


A tomada de posse dos novos órgãos municipais do concelho de Évora teve lugar no passado dia 18, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Disponibilizando-se a trabalhar em prol do concelho, os novos eleitos expressaram as suas motivações, com destaque para o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, que, consciente das graves dificuldades económicas e financeiras que a autarquia e o País atravessam, transmitiu uma mensagem de esperança e confiança aos eborenses, apresentando já algumas linhas de trabalho concreto.
Feitas as devidas saudações, o Presidente da Assembleia Municipal de Évora cessante, Capoulas Santos, forneceu algumas notas sobre a cerimónia e deu início ao ato de posse dos sete membros da Câmara Municipal e dos 33 eleitos da Assembleia Municipal. 
De seguida, foi dada a palavra aos representantes na Assembleia dos diversos grupos políticos municipais e ao novo Presidente da Assembleia. Após isso, a Assembleia reuniu sob a presidência de António Jara (CDU), que dirigiu a primeira sessão e com ela a eleição da Mesa, constituída também por Filomena Araújo (PS) e Bruno Martins (BE). Um voto de pesar e um minuto de silêncio pelo falecimento de Celino Silva foram aprovados por unanimidade.
“Este é um ato que nos enche a todos de alegria por que nos permite também neste mês de Outubro cumprir Abril”, considerou Capoulas Santos, deixando uma palavra de agradecimento a todos os que cessaram funções, fazendo igualmente referência ao trabalho autárquico realizado e agradecendo os contributos dados para o bom funcionamento da Assembleia. Evocou ainda a memória dos colegas falecidos - Carmen Balesteros e Celino Silva - e deixou uma palavra de estímulo e votos de sucesso para o novo Presidente, Executivo e eleitos.
Depois da posse dos novos membros da Assembleia foi dada a palavra aos representantes dos diversos grupos políticos no referido órgão. O representante do Bloco de Esquerda, Bruno Martins, cumprimentou o Executivo cessante expressando reconhecimento pelo trabalho, saudou o Presidente cessante da Assembleia e felicitou a CDU pela vitória. Evidenciou as suas posições nas áreas que considera mais relevantes e mostrou a sua disponibilidade para continuar a trabalhar em prol dos munícipes.
A representante do PSD, Augusta Portas Pereira, assinalou a importância desta data, apresentou parabéns aos vencedores e, em nome da coligação PSD/CDS, felicitou todos os eleitos, mas especialmente Carlos Pinto de Sá pela sua eleição como Presidente da Câmara Municipal. Fez um breve balanço sobre o trabalho desenvolvido pelos eleitos do PSD que cessam funções, agradecendo a todos. Seguiu-se a declaração de compromisso da coligação com os eborenses e o desejo a todos os eleitos de um profícuo trabalho.
Henrique Troncho, em representação do PS, apresentou felicitações aos novos eleitos, saudando também Manuel Melgão que encabeçou a candidatura do PS à Câmara Municipal. Recordou o ciclo político iniciado há 12 anos pelo PS e fez algumas considerações sobre a mudança agora efectuada. Saudou os anteriores Presidentes da Câmara, Abílio Fernandes e José Ernesto d’ Oliveira, e falou da postura de trabalho que o PS exercerá na oposição e da disponibilidade para colaborar. Evocou Celino Silva e o seu trabalho na Assembleia Municipal e prestou-lhe pública e sentida homenagem.
A representante da CDU, Clara Grácio, sublinhou o significado desta data que “marca uma nova esperança para o nosso concelho”, realçou a postura política da CDU em todos os órgãos e a importância do poder local democrático saído do 25 de Abril. Falou do projecto autárquico da CDU e dos princípios éticos que o orientam, salientando também a importância da Assembleia como fórum de excelência de ligação às populações, dando alguns exemplos dos assuntos a priorizar, nomeadamente a questão da água e da cultura. Recordou o trabalho realizado por Celino Silva em defesa dos interesses dos eborenses e apelou à população para participar nas sessões da Assembleia, sublinhando a importância do que tal representa.
O novo Presidente da Câmara Municipal, Carlos Pinto de Sá, iniciou a sua intervenção citando palavras do escritor Oscar Wilde sobre falta de importância que hoje se dá ao valor das coisas para comentar “a insensatez do actual sistema económico e social e mostrar a imagem da insanidade económica e financeira que nos vem governando há décadas a nível nacional e internacional; um poder não democrático dos grandes conglomerados económicos e financeiros que nos impõe esta crise”. 
Comentou o sofrimento das populações e denunciou “a brutal proposta de Orçamento de Estado e a ofensiva contra o Poder Local Democrático e a sua autonomia”, apontando como exemplo o facto de o Município de Évora ir sofrer um corte de 364 828 mil euros em 2014. Indicou as consequências desastrosas para as populações que tal decisão significa e manifestou o compromisso real e a ativa solidariedade a todos os que suportam difíceis situações sociais ou pessoais. Os grupos sociais mais penalizados, afirmou “com esta Câmara e nova maioria CDU contarão com a nossa fraternidade, a nossa voz e a nossa acção”. 
Salientando que “precisamos que o valor da vida e das coisas volte a ter valor”, reconheceu que Évora deu uma expressiva maioria à CDU para concretizar a mudança e deixou claro que “o programa municipal apresentado e sufragado pelo voto popular constitui um compromisso para cumprir, mas também uma proposta de trabalho à população do concelho para, em conjunto, procurar responder à vontade de mudança expressa”. 
Reconheceu que “boa parte dos principais problemas que afetam o concelho devem-se às políticas neoliberais, classistas e socialmente injustas que governos nacionais e da União Europeia tem aplicado”, mas sublinhou a “disponibilidade de diálogo e cooperação com o Poder Central em tudo o que possa contribuir para melhorar e desenvolver Évora". Destacou, no entanto, que “contarão com a nossa denúncia, a nossa oposição e mobilização, a nossa luta contra as medidas que já estão ou vão afetar o nosso concelho e as nossas populações”, pois “esta Câmara não se curva perante ninguém e responde apenas e só ao povo de Évora”. 
Mostrou empenho para negociar e colaborar, por exemplo, na construção do novo hospital central público de Évora, no modelo integrado de instalação biblioteca pública e arquivo distrital ou na definição de redes regionais e nacionais rodoviárias e ferroviárias. Em relação à degradação dos edifícios do Centro Histórico de Évora lançou o desafio ao Governo para construir um programa nacional de regeneração urbana envolvendo os municípios e Governo, mas também o sector empresarial, os proprietários e inquilinos, enquadrado no próximo quadro comunitário a iniciar em 2014. 
Fez algumas referências ao programa de governo municipal e salientou a valorização da participação dos cidadãos na gestão municipal, apresentando já algumas linhas de atuação: promover um sistemático relacionamento entre eleitos e trabalhadores da Câmara que motivem a participação ativa destes a todos os níveis de gestão e elaborar um programa estruturado de ligação com as instituições e as populações. Até ao final do ano estarão reconstituídas e com regular funcionamento os Conselhos e as Comissões Municipais e pretende também iniciar a proposta do Plano e Orçamento para 2014, apelando a todos para fazerem chegar ideias e propostas fundamentadas para aqueles documentos estratégicos. 
O aniversário da classificação de Évora como património da Humanidade e uma iniciativa que celebre a figura e o trabalho de Túlio Espanca estão também na agenda, bem como o fortalecimento e diversificação da economia e o apoio social, através de um novo programa integrado. Lançou também à Universidade de Évora um desafio para uma parceria estratégica de desenvolvimento de Évora. Finalizou com uma referência elogiosa a Carmen Balesteros e Celino Silva e uma saudação de apreço aos presidentes cessantes da Assembleia e Câmara. Deixou um abraço fraterno a Abílio Fernandes que cessa funções na Assembleia Municipal.
Por fim, teve lugar a primeira sessão da Assembleia Municipal já com o novo Presidente para eleição da Mesa e respectiva votação. Os membros da Assembleia, Filomena Araújo (PS) e Bruno Martins (BE), foram eleitos com 31 votos a favor, um branco e um nulo. Nesta primeira sessão falou-se ainda da elaboração do novo regimento e foi apresentado, por Jorge Lourido (CDU), um voto de pesar e um minuto de silêncio por Celino Silva, que mereceu aprovação unânime. José Russo (CDU) proferiu palavras de José Gomes Ferreira, que o falecido apreciava. (Nota de Imprensa da CME)

39 comentários:

  1. Em suma dizem e contradizem.

    São contra a politica dos sucessivos governos, dos ataques ao poder central mas dizem que vão dialogar.
    Já cá faltava a cassete da lenga lenga.

    Dou-lhes os 4 anininhos obrigatórios.

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  2. 09:42
    Há um mês não tinham qualquer hipótese de ganhar a câmara. Agora, já lhes dás "4 anininhos obrigatórios".
    Vá lá, estás a melhorar...

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  3. "...Lançou também à Universidade de Évora um desafio para uma parceria estratégica de desenvolvimento de Évora..."

    Balelas.
    Concretamente fala-se de quê?

    Criação de profissionais qualificados para inserção de industrias? Mas a UE não tem já vários projetos nesse sentido?

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  4. @10:04
    Vejo que essa ressaca está difícil de passar. Mas vais ter de te habituar.

    Quanto ao desafio lançado à UE, temos de esperar pela resposta. Depois se saberá...

    Mau seria, lançar um desafio, já com a "solução incorporada", tipo chave na mão.
    Essa foi a prática de 12 anos de "quero, posso e mando", que conduziram Évora ao descalabro em que se encontra, A participação e a procura de consensos exige a negociação. E estas não podem ser palavras vãs, nem impostas por nenhumas das partes... Isso era no tempo dos iluminados que (julgavam que) sabiam tudo.

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  5. Chavões do pós 25.

    Os reacionários...as grandes famílias...os ataques ao poder local (ou lá o que isso é)...os inimigos do povo...

    No dia que à conta destes gajos - por iniciativa deles desde o inicio ao fim - se instalar cá uma empresa do setor produtivo que empregue umas 50 pessoas no mínimo, prometo pra próxima votar PCP!

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  6. "...Quanto ao desafio lançado à UE, temos de esperar pela resposta. Depois se saberá..."

    lolol

    Essa é mesmo de comunista.

    Agente falou, faz uns ofícios, umas cartas, e dizemos na comunicação social. E ficamos à espera da resposta.

    Não corram atrás não...

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  7. Vamos já ver no próximo orçamento para 2014, se a CDU cumpre a promessa de isentar de IMI os moradores do Centro Histórico.

    Não basta argumentar que é a repartição de finanças que não concorda com a isenção, pois podem sempre, após a cobrança, devolver o dinheirinho a quem foi cobrado. esperamos para ver.

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  8. Rotunda da BP em Évora, A câmara continua na mesma. Engª Regina e outro a falar, 2 operários a fumar e 1 desgraçado a cavar. Ou seja dos 5 só 1 é que trabalhava.
    Oh Pinto de Sá, disto já cá tinhamos há muito.

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  9. Robalo está a DESTRUIR a Saúde no Alentejo.

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  10. Quando é que é o VIV'A RUA ?

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  11. 11:57
    O último foi no dia 29 de Setembro!
    Nesse dia os eborenses gritaram com estrondo P'RA RUA!

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  12. Reorganizar os serviços de higiene e limpeza,JÁ.........

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  13. ARS está a Destruir a saúde no alentejo.

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  14. @11:26
    Ó (ex)secretário para da além da calúnia e da acusação torpe e infundada, vê-se que não aprendeste nada nos últimos anos.

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  15. "Ó tempo volta para trás ". O próprio António Mourão, morreu no domingo passado e não viu concretizado esse seu desejo.Tudo tem um tempo próprio e não pode ser reeditado porque as condições já não são as mesmas.

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  16. A AZIA e a RESSACA continuam.
    E, a julgar pela intensidade da raiva e do ódio, vai continuar por muitos anos...

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  17. À atenção da nova gestão da câmara, sem falsos moralismos:

    Corroborando o que diz o comentador das 11;26,realmente há que pôr o pessoal dos serviços exteriores da câmara na ordem.

    Há dias presenciei uma actuação desse grupo em que existe um motorista que leva o pessoal,até ao local e fica na camioneta o tempo todo à espera,para os transportar de novo.
    Existe um encarregado de braços cruzados que se limita a debitar ordens aos que cavam.
    Estão 3 homens a cavar,cava um e os outros vêem passar o trânsito, fumam uma cigarrada ou bebem uma mini enquanto trituram uma «sandes».
    Á saída para o almoço deveria ser ao meio-dia, mas não,às 11,30 largam tudo e vão a salivar a caminho do farnel.
    Deveriam «largar» às 16h,mas não,Às 15h já estão a arrumar lentamente o material e às 15,30 estão a caminho do regresso ao depósito da madornice.

    Resta saber,porque carga de água,faz este pessoal um horário, que bem medido,anda na casa das 5 horas de trabalho,e que trabalho?

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  18. @12:06
    A luta da CGTP é essa mesmo. Pouco trabalho, muitas regalias, nenhuns deveres/obrigações e alto salário. Infelizmente ainda há parolos que acreditam nisso.

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  19. Sem comentários, aqui deixo ficar um poema de VLADIMIR MAIÁKOVSKOVSI, nascido na Geórgia, Rússia, em 1893, nome maior do Futurismo Russo e poeta bolchevique, que a partir de 1925 começou a cair em desgraça junto do José Estaline,por se manifestar publicamente contra o curso da Revolução iniciada em 1917.Oficialmente viria a suicidar-se em 1930.
    Atente-se pois:

    E ENTÃO QUE QUEREIS?

    «Fiz ranger as folhas de jornal
    abrindo-lhes as páginas piscantes
    E logo
    de cada fronteira distante
    subiu um cheiro de pólvora
    perseguindo-me até em casa.
    Nestes últimos vinte anos
    nada de novo há
    no rugir das tempestades.

    Não estamos alegres,
    é certo,
    mas também por que razão
    haveríamos de estar tristes?
    O mar da história
    é agitado.
    As ameaças e as guerras
    havemos de atravessá-las,
    rompê-las ao meio,
    cortando-as como uma quilha
    corta as ondas».(1927)

    In"Antologia Poética" editada no Brasil em 1965 e que adquiri na Livraria Barata em 1969.

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  20. @12:06
    Mas olha que corroborar o que diz comentador da 11;26 não parece boa ideia.
    Desde logo porque a obra citada não é da Câmara. Depois porque os 5 operários (apresentados como 4 calões e um trabalhador), pertencem a uma empresa privada onde supostamente não existem esses problemas.

    Ou seja: criticar outros sem saber o que se diz, enquanto se vai passando o tempo a escrever comentários disparatados em blogues. Afinal, coisas de ex-secretários ressabiados…

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  21. @12:40
    A Engª Regina também é de uma empresa privada ? - não me digas que o Pintainho já a despediu.

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  22. o problema é que, salvo raras e honrosas exceções, o pessoal, desde os operários aos técnicos e dirigentes, da CME é incompetente e para além de tudo malandro.

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  23. A luta da CGTP é essa mesmo. Pouco trabalho, muitas regalias, nenhuns deveres/obrigações e alto salário. Infelizmente ainda há parolos que acreditam nisso.

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  24. @12:43
    Se não fosses parvo, o que gostarias de ser?

    Eu falei em 5 operários de uma empresa privada (acusados sem provas nem fundamento, apenas com base em "bocas" irresponsáveis que se tornaram, infelizmente, senso comum) que executa trabalhos na via pública.
    A engenheira Regina executa as tarefas de fiscalização, por parte da CME.
    Onde é que está a dúvida? Ou queres que te faça um desenho?

    PS: vê se te trata porque a azia persistente e não tratada, pode degenerar em úlcera nervosa…

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  25. Gosto muito de ler o ex-secretários a darem lições de moral, chamando malandros e calões aos trabalhadores da CME. E logo eles que passaram a manhã agarrados ao computador a ler e a escrever comentários ressabiados em blogues.

    Sim senhor, estivemos muito bem servidos com esta gentinha.

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  26. @12:54
    Parvo és tu e além disso ainda acumulas outra qualidade - BURRO . Lê o que se escreveu e verás que eram 5 pessoas ao todo e não 5 operários mais a engª Regina.
    BURRANAS

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  27. @14:09
    Trata rapidamente da RESSACA porque daqui a 4 anos, a continuarem com essa inteligência, nem dois vereadores elegem.

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  28. @14:27
    Mete o Bouça no planeamento e vais ver o fim triste que tens.

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  29. Ó tempo volta pra trás
    Traz-me tudo o que eu perdi.
    Tem pena e dá-me a vida
    A vida que eu já vivi…


    Adeus secretários, o vosso tempo acabou...
    E até o António Mourão já se foi desta pra melhor.

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  30. @14:36
    Clamas por Salazar ? - eu sabia que havias de lá chegar.

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  31. @14:28
    Sempre é mais barato (e menos corrupto) que o Pereira, a quem tivemos de pagar durante anos as viagens diárias para Setúbal.

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  32. @14:39
    Não me puxes pela fala.

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  33. Porra, com tanta azia ainda acabam em úlceras no estômago!
    HABITUEM-SE, A MAMA ACABOU!

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  34. Agora começas tu a mamar e podes começar por aqui.,

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  35. @14:41
    Se calhar ias também falar da outra aventesma vingativa e incompetente, a quem pagávamos todos os dias as viagens diárias para o Barreiro?

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  36. O ZE ERNESTO era da v/ escola. E olhem que pelos vistos foi muito bom aluno.

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  37. Cuidado que o secretário cretino e fascistóide voltou ao ataque!

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  38. @15:01
    Cala-te "escravo de serviço".

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  39. UI o Lourido! Kualker dia é o novo "turco" da CME a acolitar um advogado pelintra e aldrabão na área da Cooltura?

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