terça-feira, 15 de outubro de 2013

Depois das autárquicas seguem-se as eleições para reitor da UE


Consumadas as eleições autárquicas com os resultados que se conhecem, outras se seguem numa instituição de grande relevância a nível local, regional e por que não dizê-lo a nível nacional?
Falo como é óbvio da Universidade de Évora, onde o actual reitor, Carlos Braumann,chega ao termo do mandato no próximo mês de Janeiro. Vai recandidatar-se? Terá adversários? Quantos serão? 
Por enquanto o Conselho Geral ainda não deu o primeiro passo para a organização do processo que consiste no anúncio público da abertura de candidaturas. Mas não deverá tardar a fazê-lo, possivelmente logo após a abertura oficial do novo ano lectivo.
Quem segue com atenção os problemas e a vida das instituições da nossa cidade decerto estará atento a este processo e em conhecer como ele vai evoluir até ao seu desfecho.
Fala-se que o número de candidatos será tão grande como na eleição amterior, nada menos que sete, e já se tecem apostas quanto à política de alianças que já parece estar na forja.
Estejamos atentos ao decorrer dos próximos dias porque a apetência pelo seu controlo é notória nas diversas forças partidárias. 

13 comentários:

  1. À atenção da nova vereação da CME:

    "O Governo pretende que 80% das receitas municipais provenientes do abastecimento público de água, saneamento ou recolha de resíduos sólidos apenas sejam usadas pelas autarquias no pagamento das dívidas às entidades de sistemas municipais destes serviços.
    Segundo a proposta de lei do Orçamento do Estado (OE) 2014, hoje entregue no parlamento, o Governo fica autorizado a "legislar no sentido da aprovação de mecanismos de garantia de cobrança de dívidas de autarquias locais às entidades gestoras de sistemas multimunicipais de abastecimento de água, saneamento ou resíduos urbanos".
    Este "mecanismo de garantia", refere o documento, a que a agência Lusa teve acesso, "deve apenas incidir sobre as receitas municipais provenientes da prestação de serviços de abastecimento público de água, de saneamento e de resíduos aos respetivos munícipes, em regime de gestão direta".

    Para que o Governo possa aplicar este mecanismo, "os municípios devem utilizar registos contabilísticos autónomos" para a movimentação das mesmas receitas e de correspondentes despesas.
    "A efetivação do mecanismo de garantia impede os municípios de utilizar as receitas provenientes da prestação de serviços de abastecimento público de água, saneamento de águas residuais ou recolha de resíduos sólidos para quaisquer outros fins que não sejam o pagamento dos serviços prestados pelas entidades gestoras de sistemas multimunicipais", lê-se no documento.

    No entanto, esta garantia "apenas pode incidir sobre 80% dos montantes depositados à data da constituição de garantia" e "podendo os valores restantes ser livremente utilizados pelos municípios".
    Para o Governo, a "garantia tem natureza autónoma e salvaguarda o cumprimento das obrigações pecuniárias municipais emergentes de contratos de fornecimento, de contratos de recolha ou de contratos de entrega e pode ser executada pelas entidades gestoras dos sistemas multimunicipais para efeitos do pagamento das dívidas vencidas".
    Por outro lado, o OE para 2014 continua a obrigar, tal como aconteceu com o OE deste ano, que as autarquias com dívidas vencidas a estes sistemas apresentem às próprias entidades, no prazo de 60 dias, "um plano para a sua regularização com vista à celebração de um acordo de pagamentos que não exceda um prazo superior a cinco anos".
    Durante o próximo ano, admite o Governo, será conferido um "privilégio creditório" às entidades gestoras dos sistemas multimunicipais de abastecimento de água, saneamento ou resíduos urbanos na dedução às transferências previstas na lei 73/2013 de 03 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais.
    A proposta de lei do Orçamento do Estado entregue hoje no parlamento prevê que seja aplicada uma “redução remuneratória progressiva” às remunerações mensais superiores a 600 euros de todos os trabalhadores das Administrações Públicas e do Setor Empresarial do Estado e o pagamento do subsídio de Natal em duodécimos no próximo ano, entre outras medidas de austeridade. (LUSA)

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  2. Outra Instituição a precisar de LIMPEZA,é TEMPO que VERDADEIROS homems do SABER e DEMOCRATAS,dirijam a Instituição,é tempo destes pequeninos tiranetes DA UE.sejam Afastados

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  3. É um segredo de polichinelo que o ex-ministro socialista António Serrano, que não aceitou candidatar-se a presidente da Câmara de Évora (o homem não é parvo), vai candidatar-se a reitor.

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  4. Está na hora do Braumann,Marta,Cancela ,Hermínia e Pingo irem para casa.

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  5. A Claudia Sousa Pereira - se tiver capacidade eleitoral passiva - está disponível. Sem poesia, sem espiritualidade, sem chama!

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  6. A Universidade é governada por TIRANETES.

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  7. @ 23:27
    O Serrano é mais um político à procura de poiso. O currículo académico dele é fraco.
    A universidade deve ser dirigida por um académico com prestígio.

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  8. Sim, confirma-se que a vereadora cláudia sousa pereira vai candidatar-se a reitora.

    o brilhantina vai ser o chefe da campanha e vai todos os dias postar fotografias de almoçaradas.

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  9. 10:15

    Tu não comes. Só queres mamar.
    Então mama aqui!

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  10. 15:15
    não seja ordinário, senhor ex-secretário incompetente e corrupto.

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  11. Ex-futuro ou futuro ex- secretário são todos.
    Incompetente ainda vá lá. Corrupto tens que provar.
    Para provar, mama aqui.

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  12. Não partilhamos dos mesmos gostos e orientações “relacionais”, pelo que deixo essa “digna atividade” para sua excelência, o senhor ex-secretário e ex-futuro secretário.

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  13. Ó Frota: "relevância a nível nacional?"
    Porra para ti! Já te estás a fazer a um tacho, não?
    Onde é que a UÉvora tem relevância nacional!?
    É regional de 1ª escolha por questões de limitações no orçamento das famílias, e de escolha nacional por não terem notas para entrar e nenhuma das outras!

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